Preto no Branco

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Diagnóstico mostra dados sobre o Transporte Estudantil Intercampi da Univasf

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O Transporte Estudantil Intercampi oferecido pela Pró-Reitoria de Assistência Estudantil (Proae) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) realiza 38 rotas distintas diariamente, interligando os campi da Instituição nas cidades de Petrolina e Juazeiro.

Os 12 ônibus que fazem o serviço percorrem um total de 1.163,813 quilômetros por dia, transportando cerca de três mil estudantes que se dirigem aos campi Sede, Ciências Agrárias e Juazeiro para suas atividades acadêmicas. Estes são alguns dados apontados pelo Diagnóstico de Operação das rotas do Transporte Estudantil.

O estudo foi realizado no âmbito do projeto de extensão “Transporte Intercampi da Univasf: Diagnóstico de Operação, Pesquisa de Embarque/Desembarque e Propostas de Reestruturação”, coordenado pelo professor Rafael Viana, do Colegiado de Engenharia Civil (CCivil). A ação é desenvolvida em parceria com a Proae com o intuito de analisar o serviço de transporte estudantil e propor melhorias. Os indicadores do Diagnóstico de Operação, primeira parte do estudo, foram apresentados na última segunda-feira (2) ao reitor Telio Nobre Leite e aos pró-reitores de Assistência Estudantil, Clébio Pereira Ferreira, e de Gestão e Orçamento, Francisco Pinheiro, e ao diretor de Restaurantes, Bolsas e Auxílios, José de Castro Silva.

O diagnóstico apontou que os ônibus da Univasf rodam aproximadamente 23.276,26 quilômetros por mês, totalizando 232.762,6 quilômetros percorridos anualmente. O serviço é realizado durante os três turnos, com a atuação de 12 motoristas e um custo de aproximadamente R$ 1,65 milhão por ano. O custo estimado é de R$ 7,09 por quilômetro rodado e o custo por estudante é de R$ 2,75. “Estimamos uma média de três a quatro mil usuários/dia, o que significa que transportamos cerca de 60 mil usuários por mês. Esse número equivale ao de pessoas que usam o transporte urbano em uma cidade de pequeno porte”, observa o professor Rafael Viana.

O projeto ainda envolve a análise da Pesquisa Origem e Destino, realizada com os estudantes por meio de questionário online, que proporcionará mais informações sobre o perfil dos deslocamentos da comunidade estudantil. Viana informa que os dados estão em fase de tabulação e análise. O Diagnóstico de Operações e a Pesquisa Origem Destino irão contribuir para a elaboração de propostas voltadas à implantação de melhorias para o Transporte Estudantil Intercampi.

Um seminário deverá ser realizado no início do segundo semestre para divulgar os resultados do projeto “Transporte Intercampi da Univasf: Diagnóstico de Operação, Pesquisa de Embarque/Desembarque e Propostas de Reestruturação”. Também serão apresentadas à comunidade acadêmica possíveis propostas a serem executadas no serviço de Transporte Intercampi mantido pela Univasf.

 

Ascom

População trans se opõe à nova idade mínima para terapia hormonal

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A farmacêutica Beo Oliveira Leite começou seu processo de transição de gênero em 2019, quando tinha 23 anos. Na época, Beo vivia na cidade de Vitória da Conquista, no interior da Bahia, a cerca de 520 quilômetros (km) da capital, Salvador. “Antes mesmo de iniciar um acompanhamento médico, comecei meu processo de harmonização cruzada [terapia hormonal]. Naquele momento, um pouco incipiente ainda, porque não tinha acesso a ambulatórios”, conta.

Ela lembra que o ambulatório trans mais próximo ficava em Salvador, onde era possível ter acesso ao Processo Transexualizador.

O programa, umconjunto de procedimentos de saúde prestados a pessoas trans, travestis e não binárias, foi instituído no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2008, por meio da Portaria no 1.707. Em 2013, foi redefinido e ampliado, com aPortaria no 2.803.

Como profissional da área da saúde, Beo conta que, apesar de ter começado seu processo de transição por conta própria, buscava na internet protocolos e diretrizes oficiais sobre hormonioterapia para evitar riscos à saúde.

Apesar de o Conselho Federal de Medicina (CFM) permitir a hormonioterapia cruzada a partir dos 16 anos, ainda exigia o acompanhamento de uma equipe mínima formada por pediatra, em caso de pacientes com até 18 anos, psiquiatra, endocrinologista, ginecologista, urologista e cirurgião plástico.

“Eu ficava frustrada por não conseguir acompanhamento adequado naquela época”, relata.

Há um mês, o CFM publicou no Diário Oficial da União a Resolução no 2.427, que revisa critérios éticos e técnicos para o atendimento de pessoas com incongruência ou disforia de gênero. O texto veta a terapia hormonal cruzada para menores de 18 anos.

Embora aprovadas por unanimidade, as mudanças são criticadas por profissionais de saúde e ativistas pelos direitos das populações trans, travesti e não binária no país.

Arrependimento e destransição

Para o conselheiro do CFM e relator da resolução, Raphael Câmara, estudos divulgados desde 2020 — quando foi publicada a resolução anterior, n° 2.265 — relatando o aumento de casos de arrependimento e de destransição motivaram as alterações estabelecidas pelo Conselho.

“Países como Inglaterra, Dinamarca, Noruega, Suécia, Finlândia e Estados Unidos mudaram completamente suas condutas e essa resolução vai totalmente ao encontro desses países”, diz Câmara.

Além de vetar a prescrição de bloqueadores hormonais para tratamento de incongruência ou disforia de gênero em crianças e adolescentes, o novo texto prevê a idade mínima para terapia hormonal cruzada, que passa a ser permitida somente para pessoa a partir dos 18 anos.

Cirurgias de redesignação de gênero também foram vetadas para pessoas com menos de 18 anos e, em casos em que o procedimento possa implicar efeito esterilizador, com menos de 21.

O texto também determina que pessoas trans, travestis e não binárias que conservam os órgãos correspondentes ao sexo masculino devem ser acompanhadas por um urologista, enquanto aquelas que mantêm órgãos correspondentes ao sexo feminino devem ser acompanhadas por um ginecologista.

“Estamos fazendo isso para proteger crianças e adolescentes que, às vezes, em muito baixa idade estão sendo submetidos a procedimentos absolutamente terríveis”, disse Câmara à Agência Brasil.

Barreiras de acesso ao SUS

Para Beo Leite, hoje doutoranda em Saúde Coletiva pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), essas mudanças impõem barreiras para pessoas trans acessarem o SUS.

“Procedimentos que não sejam de emergência, que sejam eletivos, de forma a serem acompanhados nos serviços de saúde e que não tragam nenhum tipo de risco à vida, são um direitos dessas crianças e adolescentes”, continua a pesquisadora.

“Temos a Política Nacional de Saúde LGBT que garante o acesso das pessoas ao Processo Transexualizador e agora estamos embarreirando esse acesso”.

A pesquisadora pontua impactos na saúde mental das crianças e adolescentes que não se identificam com os papéis de gênero correspondentes ao sexo designado ao nascer.

Outro questão apontada pela doutoranda em Saúde Pública e decorrente das mudanças promovidas pelo CFM é o acesso facilitado aos hormônios utilizados para hormonioterapia cruzada, especialmente para meninas trans e travestis.

“Você não precisa de uma prescrição médica para conseguir comprar, então muitas dessas meninas, tanto crianças quanto adolescentes, já estão em uso desses hormônios e não tem um acompanhamento adequado, porque os serviços de saúde a partir da resolução do CFM são embarreirados para cuidar dessas jovens”.

Para Beo Leite, o CFM age de forma “completamente desconexa do que temos de introdução de uma nova estratégia e tecnologia no SUS”.

Ela ainda ressalta que, diferentemente do que traz o CFM, a literatura e as evidências científicas apontam para a ampliação da faixa etária para hormonioterapia e cirurgias de afirmação de gênero, considerando que é na fase da adolescência que ocorre maior incidência de depressão e tentativas de suicídio entre pessoas trans.

Retrocesso

Presidenta da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), Bruna Benevides afirma que a resolução publicada pelo CFM representa não somente um retrocesso no direito de pessoas trans à saúde, como também a “afirmação de uma agenda transexcludente ao nível institucional”.

Ela avalia que as mudanças estabelecidas e a escolha de argumentos ao defender a resolução não são neutras ou isentas de discursos ideológicos e cita a trajetória do relator da norma, Raphael Câmara.

Nomeado secretário de Atenção à Saúde Primária no Ministério da Saúde (MS) durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Câmara também foi relator de uma norma do CFM que inviabiliza a realização do aborto em casos legais.

“Facilmente, identificamos uma agenda anti-gênero, que é uma agenda política da extrema-direita que vai, em determinados momentos, atacar o aborto, proibir a justiça reprodutiva e, pensando o controle dos corpos, negar o acesso à saúde, às modificações corporais e aos cuidados para crianças, jovens e adultos trans também”, diz Bruna Benevides.

Em abril, a Antra compartilhou uma nota pública em repúdio às mudanças promovidas pelo CFM. Atualmente, a publicação e uma denúncia feita pela Associação Mães pela Diversidade baseiam um procedimento instaurado pelo Ministério Público Federal (MPF) para apurar a legalidade da Resolução no 2.427.

De acordo com a pasta o MPF (?), o procedimento foi convertido em inquérito civil e foram oficiados, além do CFM, a Secretaria Nacional de Direitos das Pessoas LGBT, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), e o Secretário Executivo do Ministério da Saúde (MS) para prestar esclarecimentos.

“Quanto à primeira resposta do CFM, o procurador responsável a considerou incompleta e deu prazo para que o conselho se manifestasse sobre as informações que foram requeridas. No momento este prazo está em curso, somente depois dessa fase de coleta poderá ser avaliado o próximo passo do inquérito”, informou a pasta (MPF).

Também em abril, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou uma nota técnica solicitando a revogação da resolução do CFM. No texto, a entidade defende o retorno da normativa anterior, a Resolução nº 2.265, erecomenda novas medidas para garantir o acesso universal a recursos diagnósticos e terapêuticos e a proteção integral de pessoas com incongruência ou disforia de gênero.

Especialista em Gênero e Sexualidade e doutoranda em Formação de Professores pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Sara Wagner York observa que “o maior problema hoje em falar sobre a resolução é que não estamos ouvindo, primeiramente, as crianças e adolescentes trans”.

À Agência Brasil, ela questiona se a mesma discussão estaria em debate se não houvesse a transexualidade atrelada ao assunto.

“Quando tiramos o aspecto trans, aí tudo pode nesse corpo. O que vai sendo percebido é que o problema não é fazer uso de certas medicações, não é fazer o uso de hormônios, não é fazer o uso de certas estruturas. O grande problema é estar no grupo de pessoas trans”, reflete.

Agência Brasil

” Juazeiro: Amá-la ou não, eis a questão! -Episódio 01″, por Jaime Badeca

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Juazeiro: Amá-la ou não, eis a questão!
Episódio 01

Recentemente, tive um encontro inspirador com dois grandes amigos: Carlos Neiva
Marcos Carvalho e, permitam-me incluir nesta reflexão, Jaime Badeca ou seja, eu mesmo. Três trajetórias distintas, mas que se cruzam no mais nobre dos sentimentos: o amor incondicional por Juazeiro.

Carlos Neiva, é um exemplo vivo de dedicação à nossa cidade. Sua trajetória mostra um compromisso incansável com o desenvolvimento de Juazeiro, sempre pautado pela geração de emprego e renda. Seja na iniciativa privada, seja durante sua passagem pela prefeitura, Neiva foi protagonista de conquistas estruturantes para o município, como a atração de grandes empreendimentos: o Juá Garden Shopping, Assaí Atacadista, GBarbosa, Casas Bahia e a instalação da Faculdade de Medicina Estácio de Sá. Graças à sua política audaciosa de atração de investimentos, Juazeiro se destacou nacionalmente, tornando-se, de acordo com dados do CAGED, a cidade que mais gerou empregos no Brasil em determinado período.

Marcos Carvalho,nascido e criado em Juazeiro, tem o empreendedorismo no sangue. Teve a experiência internacional de viver 20 anos na Europa, onde prosperou economicamente. Entretanto, guiado pelo forte apego à sua terra natal e ao seu povo, escolheu retornar ,decisão movida pelo profundo amor que sente por Juazeiro. De volta à cidade, segue investindo, empreendendo e, acima de tudo, manifestando de forma concreta seu compromisso e respeito à terra que lhe formou.

E eu, Jaime Badeca, dediquei minha trajetória profissional e cidadã a Juazeiro. No Direito, nas causas coletivas e em tantas jornadas pela sociedade civil, busquei sempre contribuir para construir uma cidade melhor, justa e promissora para todos.

O que une essas três histórias? O amor genuíno por Juazeiro. Não é amor de palavras, mas de realizações, de dedicação, de voltar para casa, de lutar e de cuidar.

O título deste artigo: “Juazeiro: amá-la ou não, eis a questão…” poderia sugerir dúvida. Mas para nós, ela não existe. O amor é certo, vívido, pulsante.

O que preocupa, porém, é perceber que muitos juazeirenses têm deixado a esperança esmorecer, diante dos desafios que a cidade vem enfrentando ao longo dos últimos anos. Juazeiro tem vocação para ser grande, mas ultimamente parece desviar-se do rumo de prosperidade que merece.

Este sentimento de amor verdadeiro pela cidade precisa ser renovado e compartilhado. Que a trajetória de Neiva, de Marcos e deste que vos fala sirvam de exemplo de que amar Juazeiro é possível, necessário e urgente. É preciso reacender nas mentes e corações dos juazeirenses a certeza de que vale a pena lutar por uma Juazeiro cada vez melhor.
Que tenhamos vida longa ao amor por Juazeiro. Que nosso sentimento inspire muitos outros a jamais perderem a esperança em nossa terra querida.

Jaime Badeca, advogado juazeirense

Deputado Roberto Carlos reforça diálogo com o Governo do Estado em agendas ao lado do prefeito de Juazeiro

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O deputado estadual Roberto Carlos (PV) participou, ao longo desta semana, de reuniões importantes com o prefeito de Juazeiro, Andrei Gonçalves, e com dois dos principais secretários do Governo da Bahia, com o objetivo de ampliar a articulação institucional em torno de pautas prioritárias para o município.

Na quarta-feira, o parlamentar esteve com o secretário da Casa Civil, Afonso Florence, levando demandas levantadas em conjunto com a gestão municipal e alinhando projetos voltados à melhoria da infraestrutura urbana, saúde, educação e desenvolvimento regional. No dia seguinte, quinta-feira , o deputado e o prefeito foram recebidos pelo secretário de Relações Institucionais, Adolpho Loiola, para aprofundar as tratativas e dar encaminhamento às solicitações.

“Esses encontros são fundamentais para garantir que as demandas da nossa Juazeiro sejam ouvidas e encaminhadas com a atenção que merecem. Junto com o prefeito Andrei Gonçalves, reafirmamos o nosso compromisso com a população e buscamos o apoio necessário do Governo do Estado para transformar prioridades em ações concretas”, afirmou o deputado Roberto Carlos.

Com um histórico de atuação incisiva em defesa dos interesses do norte baiano, o parlamentar destacou a importância da parceria entre os poderes municipal e estadual, destacando que o trabalho conjunto é essencial para assegurar políticas públicas eficientes e duradouras.

Acumulada, Mega-Sena pagará prêmio de R$ 61 milhões no próximo sorteio

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Apostadores fazem fila em casa lotérica. A Caixa Econômica Federal sorteia hoje (08) as seis dezenas do concurso 2.149 da Mega-Sena acumulada, que deve pagar um prêmio de R$ 170 milhões.

 

Ninguém acertou as seis dezenas do Concurso 2.873 da Mega-Sena, sorteadas neste sábado (7).Foram sorteadas as dezenas 04 – 05 – 17 – 27- 52 – 56.

A quina teve 95 apostas ganhadoras e cada uma vai receber R$ 44.356,88. Os 8.838 ganhadores da quadra terão o prêmio individual de R$ 681,13.

O próximo sorteio, na terça-feira (10), pagará um prêmio de R$ 61 milhões.

As apostas podem ser feitas até as 19h nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet. O jogo simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 5.

Redação PNB

Moraes converte prisão de Carla Zambelli de preventiva para definitiva

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou neste sábado (7) que a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) comece a cumprir, de forma definitiva, a pena de 10 anos de prisão pela invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O ministro converteu, de preventiva para definitiva, a prisão da parlamentar.

Moraes também notificou a perda de mandato da deputada. O magistrado determinou que o STF envie à Câmara dos Deputados a documentação do julgamento, para que a Mesa Diretora da Casa declare a extinção do mandato de Zambelli.

Na decisão, publicada na tarde deste sábado, o ministro ordenou ainda que a Secretaria Judiciária do STF encaminhe ao Ministério da Justiça e Segurança Pública os documentos necessários para pedir a extradição da deputada.

Na sexta-feira (6), a Primeira Turma do STF, por unanimidade, formou maioria para manter a condenação da parlamentar e do hacker Walter Delgatti Netto.

A decisão de Moraes, na prática, reforça o trânsito em julgado (quando não cabem mais recursos) da condenação de Zambelli, que buscava recorrer da sentença de 10 anos de prisão, inelegibilidade e pagamento de multa de R$ 2 milhões. Com a decisão, o cumprimento de pena fica imediatamente certificado, sem a necessidade de esperar a publicação do acórdão (decisão colegiada) sobre o caso.

Condenação

Há quase um mês, a Primeira Turma do STF condenou, por unanimidade, Zambelli a 10 anos de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2023.

Segundo denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), Zambelli foi a autora intelectual da invasão e procurou Delgatti para executar o crime, com objetivo de inserir nos sistemas do CNJ um mandado de prisão falso e em aberto contra Moraes, entre outras manipulações ilegais.

O PGR relacionou os crimes à incitação de atos antidemocráticos e escreveu que eles foram cometidos visando a obtenção de “vantagem midiática e política” e “com o fim de prejudicar a credibilidade e o regular funcionamento do Poder Judiciário”.

Na ocasião, todos os ministros da Primeira Turma seguiram o voto do relator, Moraes, que considerou Zambelli e Delgatti culpados pela prática dos crimes de invasão de dispositivos informáticos e falsidade ideológica.

Porte de arma

Carla Zambelli responde a outro processo criminal no STF. Em agosto de 2023, ela virou ré no Supremo pelo episódio em que sacou uma arma de fogo e perseguiu o jornalista Luan Araújo às vésperas do segundo turno das eleições de 2022.

A perseguição começou após Zambelli e Luan trocarem provocações durante ato político no bairro dos Jardins, em São Paulo.

Até o momento, o Supremo registrou placar de 6 votos a 0 para condenar a parlamentar a 5 anos e 3 meses de prisão em regime semiaberto. No entanto, um pedido de vista do ministro Nunes Marques adiou a conclusão do julgamento.

Fuga

Duas semanas após ser condenada a 10 anos de prisão, a deputada deixou o Brasil para fixar residência na Europa.

Em entrevista na terça-feira (3), ela evitou revelar em que país estava, limitando-se a dizer que escolheu a Europa por já ter cidadania italiana e, por isso, não poder ser mandada de volta ao Brasil.

Zambelli foi incluída na lista de procurados pela Interpol, agência internacional que facilita a cooperação entre polícias de diferentes países, e pode ser presa fora do Brasil.

Escola Paulo VI intensifica preparação para as provas de avaliação externa

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Professores, coordenadores pedagógicos e a equipe gestora da Escola Municipal de Tempo Integral Paulo VI convidaram professores de outras unidades da rede municipal de ensino para o momento formativo “Na Trilha do SAEB”. O encontro, realizado neste sábado (7), no auditório do Colégio Estadual Rui Barbosa, teve como objetivo reforçar a preparação dos professores para as avaliações externas.

A coordenadora pedagógica do Paulo VI, Rosilda Carvalho dos Santos, ressaltou que fortalecer a preparação dos professores é essencial para alcançar bons resultados nas provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica/SAEB e do Sistema de Avaliação Baiano de Educação/SABE. “Nós entendemos que se os professores estiverem motivados, preparados e com fundamentação teórica e metodológica, isso vai impactar positivamente na aprendizagem dos estudantes”.

A formação foi ministrada pelo professor Clériston Andrade, que abordou como trabalhar com os dados das avaliações externas e preparar os estudantes para as provas, e pela professora Talita Aparecida, que tratou sobre as metodologias ativas.

Ascom/PMJ

“Como Construir Equipes que Entregam Resultados” será tema de palestra em Juazeiro

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Empresas de sucesso têm algo em comum, elas têm times bem conduzidos, motivados e alinhados com seus objetivos. Pensando nisso, o Sebrae realiza na próxima terça-feira, 10 de junho, em Juazeiro, Norte da Bahia, a palestra ‘Como Construir Equipes que Entregam Resultados – Equipe Forte, Equipe Lucrativa’. A iniciativa tem o propósito de capacitar micro e pequenos donos de negócio do Vale do São Francisco que buscam adquirir novos conhecimentos para desenvolver e fortalecer o seu empreendimento. Inscrições podem ser feitas neste link.

A palestra gratuita será ministrada pelo administrador Danilo Caixeta, que também é consultor empresarial especializado. Ele abordará várias vertentes que facilitam o gerenciamento dos negócios, apresentando estratégias inovadoras que fazem a diferença. Durante duas horas, os participantes irão descobrir o caminho para transformar o seu time em uma equipe de alta performance, capaz de entregar resultados reais, com engajamento, foco e colaboração.

Serviço

O quê: Palestra ‘Como Construir Equipes que Entregam Resultados’

Quando: 10 de junho, às 19 horas

Onde: Sebrae Juazeiro na Avenida Carmela Dutra, 840, Orla 1, Centro, Juazeiro (BA)

Inscrições gratuitas: clique aqui 

Ascom

Solidariedade: São João do Projeto Vida Nova será realizado neste domingo (8)

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O clima junino está no ar e o tradicional Arraiá do Projeto Vida Nova realiza uma programação solidária em Petrolina (PE), neste domingo (8). A festa tem entrada gratuita e será comandada pelo sanfoneiro Luiz Rosa e sua banda, a partir das 17h, na sede da instituição, que fica na rua Ilha Solteira do bairro José e Maria.

Além do forró pé-de-serra, o evento também contará com uma barraca de comidas típicas, apresentações de quadrilha e um divertido bingo. Entre as premiações, estão uma bicicleta, bode e eletrodomésticos.

“Nosso objetivo é cultivar a cultura nordestina, promover atividades que contribuem para a boa autoestima das crianças e adolescentes e angariar recursos financeiros para garantia da continuidade das atividades realizadas”, diz Irmã Joelma Gomes de Meneses, diretora-presidente da Associação Madre Maria das Neves.

O valor arrecadado pelo evento será destinado para a manutenção do projeto, pelo qual as Irmãs Carmelitas atendem cerca de 200 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. São oferecidas diversas atividades, como aulas de música, informática, esportes e formação humana.

Mais destalhes sobre o Arraiá do Projeto Vida Nova podem ser obtidos nas redes sociais:  no Instagram @pvn_ammn e no Facebook @pvn.ammn.

 

Virabólica