Redação

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Dia do economista terá programação especial na FACAPE

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A Faculdade de Ciências Sociais e Aplicadas de Petrolina (Facape) está com inscrições abertas para as atividades em comemoração ao Dia do Economista. Os eventos acontecerão nos dias 18 e 19 de agosto e toda comunidade acadêmica está convidada a participar.

Na quinta-feira (18), às 19h, haverá a palestra ‘Crise Econômica no Brasil e seus impactos no mercado de trabalho’, com o economista Laumar Souza e a professora Socorro Macedo. Às 20h, a promotora do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Ana Rúbia de Carvalho, abordará o tema ‘Economia Circular: Como está a responsabilidade social da sua empresa’. Na sexta-feira (19), às 19h, está programada a palestra ‘A construção de uma política educacional de conhecimento e inovação para o Brasil’, com o senador Cristovam Buarque.

Os interessados podem se inscrever no Colegiado de Economia até a próxima quarta-feira (17), das 15h às 22h. O investimento é um quilo de alimento não perecível. Todos os estudantes receberão certificado de atividade complementar.

Ascom Facape

Após um ano da Chacina de Osasco e Barueri, acusados não foram julgados

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Neste sábado, 13 de agosto, parentes e amigos completam um ano sem as 19 vítimas da chacina de Osasco e Barueri, cidades da Grande São Paulo. Até o momento, somente quatro réus, sendo três policiais militares e um guarda-civil, foram denunciados à Justiça Estadual por homicídio doloso. Eles estão presos e aguardam decisão se serão julgados por um júri popular ou se o processo será arquivado. Todos negam a autoria dos crimes.

Os assassinatos teriam sido cometidos por vingança por causa das mortes de um policial militar e de um guarda civil ocorridos dias antes.

Na quarta-feira (10), ocorreu a última audiência de uma série realizadas no Fórum de Osasco, nas quais testemunhas e réus prestaram depoimento, acompanhados do promotor designado para o processo, Marcelo Oliveira; da representante da Defensoria Pública como assistente de acusação, Maíra Coraci Diniz; e dos advogados dos acusados.

O promotor Marcelo Oliveira, em entrevista à Agência Brasil, disse que o próximo passo do processo é a entrega de manifestações por escrito do Ministério Público de São Paulo, da defensoria e dos advogados dos réus. “O Ministério Público vai se manifestar, a defesa de cada um dos réus vai se manifestar, claro que a defesa vai pedir a impronúncia. Eu vou pedir a pronúncia, e a juíza vai decidir. Eu vou expor os motivos pelos quais o Ministério Público entende que eles devem ser submetidos a julgamento pelo Tribunal do Júri”, disse.

São Paulo - Famílias das vítimas das chacinas nas cidades de Osasco, Itapevi e Barueri, fazem um ato no vão-livre do Masp (Rovena Rosa/Agência Brasil)
Famílias das vítimas da chacina nas cidades de Osasco, Itapevi e Barueri fazem ato no vão-livre do Masp Rovena Rosa/Agência Brasil

Se a juíza do caso decidir pela impronúncia, significa que não ficou convencida da existência de provas suficientes para levar o caso para júri popular, e com isso, o processo é arquivado. A aceitação da pronúncia é quando a juíza reconhece que existem indícios suficientes de autoria ou de participação dos réus, e o caso vai a júri popular.

A decisão deve sair em cerca de três meses, prevê o promotor.

Segundo o promotor, se os réus forem para júri popular, o desafio será convencer os jurados, já que há um histórico de absolvição de policiais militares em Osasco. “O principal de tudo vai ser convencer os jurados. Porque indícios, eu penso que existem e são mais do que suficientes para que [os réus] sejam levados ao júri. A questão é se os jurados, principalmente os jurados aqui de Osasco, vão condená-los”, afirmou Oliveira.

“Eles [jurados], do nada, serão chamados e vão se deparar com uma situação que desperta, naturalmente, o medo em quem não trabalha e não convive com isso”, disse.

Outro motivo para a absolvição, segundo promotor, é a sociedade considerar tolerável esse tipo de conduta policial, pois a polícia estaria matando bandidos.

O promotor ressalta, porém, que algumas das vítimas não tinham nenhuma ligação com o crime.

Indenização

Além do processo na Justiça, a Defensoria Pública protocolou na quinta-feira (11), na Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo, os pedidos de indenização para as famílias das vítimas.

Em nota, a defensoria disse que “continuará as tratativas para a obtenção das indenizações, visando evitar a judicialização desses casos”.

Reparação

“Eu espero que a Justiça olhe por nós, por essas famílias, porque o que fizeram foi uma atrocidade, mataram sem motivo, sem nada. Chegaram simplesmente e mataram, não vejo motivo para ter feito tamanha barbaridade, tamanha atrocidade. Não consigo entender, mas acho que a justiça tem que olhar por nós, tem que reparar o erro deles”, disse Aparecida Assunção, mãe de Leandro Pereira Assunção, 36 anos, assassinado enquanto estava sentado em um bar, em Osasco.

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Ele era pai de três filhos, tinha um irmão de 18 anos, morava com a mãe e trabalhava como mecânico industrial. Fazia um mês que o pai tinha morrido. “Tem uma família por trás. Mataram o filho da gente, mas mataram a gente também. Acabou com a vida da gente”, disse Aparecida, com a voz embargada.

“Ontem eu vi uma reportagem em uma rede de televisão que disse que talvez ou iria arquivar o caso ou iria para júri popular, mas com tanta prova que tem, como vai arquivar? A gente fica perdido, porque a gente não quer dinheiro, a gente quer justiça. Dinheiro nenhum vai trazer a vida do meu irmão de volta”, disse Jorge Henrique Lopes dos Santos, 32 anos, à Agência Brasil.

Henrique é irmão de Deivison Lopes Ferreira, 26 anos, morador de Osasco, que foi assassinado pelas costas, alvo de oito tiros e morreu na hora. Um dos disparos atingiu a nuca do rapaz.

Deivison trabalhava em um galpão de carregamento, era um bico. Naquela semana, ele havia feito uma entrevista de emprego e começaria no novo trabalho na terça-feira seguinte, dessa vez, com registro na carteira de trabalho.

“Ele arrumou um emprego ontem, ele fez a entrevista, o rapaz ficou de ligar pra ele, pra ele já segunda-feira levar os documentos”, disse a mãe de Deivison, Sidineia Ferreira, no dia do velório, há um ano. Ela contou da preocupação que tinha com o futuro do jovem: “Eu falei pra ele: ‘você tem que arrumar um serviço registrado, quando for a época de você se aposentar, não se aposenta e você é novo ainda’”.

O jovem teve o mesmo destino do pai, que morreu assassinado quando Deivison tinha 9 anos. A investigação, na época, não revelou culpados e o crime ficou sem solução. “Eu socorri meu pai baleado. Passam-se os anos e acontece com o meu irmão. Eu já não sei o que é pior pra mim”, lembrou Henrique.

“Hoje eu estou na rua, só que pensa o medo que eu tenho de sair. Eu não tenho para onde ir, eu não posso vender minha casa, com a minha mãe, e ir para outro lugar. Eu tenho que viver, eu tenho o meu comércio. Tenho medo de sair para a rua e sofrer alguma represália ou sei lá, eu tenho medo”, desabafou.

Jorge Henrique é casado e tem um filho de 6 anos, que também tem medo de sair de casa por causa do assassinato do tio Deivison.

Defesa

Todos os acusados da chacina negam a autoria e participação no crime. O policial militar Fabricio Emmanuel Eleutério disse que estava na casa da namorada no momento em que as mortes ocorreram. Ele relata que ficou sabendo das ocorrências após receber telefonema de sua advogada, e teria voltado para casa.

O guarda-civil Sérgio Manhanhã disse que estava em serviço, cumprindo uma escala das 15h à meia-noite. Sobre o intervalo entre das mortes, ele alegou que estava fazendo um patrulhamento em uma área distante dos locais onde ocorreram os crimes.

O policial militar Thiago Barbosa Heinklain disse que saiu do batalhão, após o expediente, e foi para a casa. Segundo ele, no momento dos assassinatos, estava com a família.

Já o também policial militar Vitor Cristilder Silva dos Santos disse que ficou até cerca de 22h30 no batalhão, apesar de a escala de serviço ter encerrado no início da noite, 18h ou 19h. De acordo com o policial, ele resolveu ficar no batalhão até mais tarde, porque tinha pedido um livro emprestado para Manhanhã, que o levaria até o batalhão.

Apesar de negarem o crime, o promotor de Justiça, Marcelo Oliveira, afirma existirem provas contra os acusados.

Segundo ele, uma vítima que sobreviveu à chacina e está em um programa de proteção reconheceu Eleutério. Uma testemunha também reconheceu Cristilder no local do crime.

Contra o terceiro policial, Heinklain, há relato de que ele discutiu com a esposa, porque ela teria o reconhecido em imagens mostradas por emissoras de televisão sobre o caso. A discussão foi ouvida por uma vizinha, que relatou o caso para uma pessoa próxima, que, por sua vez, testemunhou à Polícia Civil.

Sobre Manhanhã, foi identificada ligação com o policial Cristilder. Enquanto Cristilder teria permanecido no batalhão após o fim da jornada de trabalho, conforme seu depoimento, houve uma troca de símbolos por meio de aplicativo no celular. Essa troca de sinais via celular, de acordo com o promotor, ocorreu no horário em que os crimes foram cometidos.

Cristilder mandou um desenho de uma mão fazendo sinal de positivo para o guarda-civil, que respondeu com o mesmo símbolo e com outro simbolizando um braço forte. A troca de mensagens foi descoberta após apreensão do celular pela polícia.

Agência Brasil

Baiano campeão brasileiro de karatê, será homenageado na Assembléia Legislativa em São Paulo

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Convidado para fazer parte da 8ª edição do livro ‘Grandes Mestres das Artes Marciais do Brasil’, o professor de Karatê da cidade de Santo Antônio de Jesus, Marcius Piropo, será homenageado na Assembleia Legislativa de São Paulo, no dia 2 de setembro.

Marcius é conhecido por seu envolvimento em projetos sociais da cidade, onde através do esporte (Karatê), ajuda a meninos e meninas, tirando essas crianças das ruas e afastando-as das drogas.

“Não tenho palavras para descrever o sentimento em fazer parte desta grande obra literária das artes marciais do país”, disse o professor.

Marcius que é um verdadeiro campeão dentro do tatame e que sempre representa a Bahia por todo o país, tem em seus projetos sociais, sua maior conquista. Um verdadeiro exemplo de um desportista, que deveria ser seguido por todos.

Ascom

Incêndio na favela de Paraisópolis deixa 40 desalojados

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O incêndio que atingiu a favela de Paraisópolis, zona sul da capital paulista, deixou 40 pessoas desalojadas, informou a Defesa Civil. Na noite de ontem (13), Oofogo consumiu uma área de 100 metros quadrados, destruindo dez barracos. Ninguém ficou ferido.

O Corpo de Bombeiros informou recebeu um chamado às 21h30 para atender à ocorrência na Rua Itajubaquara, número 50. Foram enviadas 12 viaturas para ajudar no combate às chamas.

Segundo a Defesa Civil, as famílias desalojadas foram acolhidas na casa de parentes. “A Coordenadoria Municipal de Defesa Civil foi acionada e irá atuar com seus engenheiros e agentes cadastrando as famílias atingidas. O sinistro será alvo de perícia pelo Instituto de Criminalística”, informou.

Histórico

A comunidade de Paraisópolis é uma das maiores da cidade de São Paulo e já registrou vários casos de incêndio. Em maio deste ano, 100 barracos ficaram destruídos deixando ao menos 440 famílias sem moradia. Em fevereiro do ano passado, outro incêndio destruiu 60 barracos deixou 280 pessoas desalojadas.

EBC

Se fosse governador há 30 anos, Rui diz que defenderia legalização das drogas

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Rui Costa, governador da Bahia, é entrevistado por Patrícia França do jornal A Tarde. Fotos Mateus Pereira/GOVBA

Rui Costa, governador da Bahia, é entrevistado por Patrícia França do jornal A Tarde. Fotos Mateus Pereira/GOVBA

O governador da Bahia, Rui Costa (PT), afirmou, nesta sexta-feira (12), que defenderia a legalização das drogas há 30 anos, pois o único narcótico usado era a maconha, que tem “efeito tênue e passageiro”.
“Na minha época de faculdade, a droga era a maconha e isso nunca impediu as pessoas de seguirem estudando. Mas você já viu os efeitos do crack? Eu não posso defender legalização das drogas com isso”, afirmou, ao ser perguntado se seu governo tinha algum interesse em debater o tema.
Bocão News

Centenas de Produtores Rurais de Uauá participaram do Primeiro Encontro de Criadores de Caprinos e Ovinos do Município

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“O encontro foi bom, valeu a pena ter vindo”. As palavras de Advaldo Neves Pereira, mostra a satisfação de quem participou do primeiro encontro de Caprinos e Ovinos de Uauá. O evento realizado na última quinta-feira, dia 11 de agosto, no Colégio Estadual Nossa Senhora Auxiliadora em Uauá, reuniu produtores rurais, engenheiros agrônomos, zootecnistas, técnicos em agropecuária, técnicos em zootecnia e admiradores da cadeia produtiva de caprinos e ovinos.

Foram realizadas várias palestras durante o encontro. Um dos palestrantes foi Robério Araújo, analista do SEBRAE e coordenador do Programa Bioma Caatinga. Programa do SEBRAE, com o Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil e outros. Robério mostrou aos participantes a metodologia de trabalho do Projeto.

O médico veterinário e supervisor do Bioma Caatinga, Rafael Sene, destacou em sua palestra a importância da Palma Forrageira para suprir o alimento dos animais durante a seca. O zootecnista e também supervisor do Programa Bioma Caatinga, André Campelo, falou sobre os procedimentos que o produtor deve adotar para colocar no mercado um bode ou um carneiro com cinco meses de nascido. Atualmente, quem cria sem orientação técnica, leva até um ano e meio para aprontar um animal para a venda.

Um dos palestrantes mais exigidos pela plateia foi o gerente do Banco do Brasil de Uauá. Edvânio Clementino foi explicar como vai funcionar a linha de crédito que o Banco está disponibilizando para os produtores rurais que são assistidos pelo o Programa Bioma Caatinga. Em Uauá o Banco do Brasil está colocando a disposição 3,6 milhões de reais para quem cria cabras e ovelhas e é assistido pelo Bioma Caatinga e 400 mil reais para os comerciantes que vendem carne e outros produtos da caprinovinocultura.

Para Carlos Cointeiro, gerente regional do Sebrae, um encontro como o que aconteceu em Uauá é um momento para troca de experiências e de aquisição de conhecimento para a melhoria da cadeia produtiva da caprinocultura e da ovinocultura. “Esses encontros possibilitam aos produtores rurais um ganho maior de conhecimento técnico, uma interação maior entre eles e faz com eles tenham uma conscientização coletiva mais apurada, ou seja, os produtores passam a ter a consciência de que quanto mais organizados eles estejam mais fácil fica de obter mais lucro com os seus produtos” destacou o gerente regional do SEBRAE. Carlos Cointeiro frisou ainda que outros encontros como esse vão acontecer também em Juazeiro, Curaçá, Casa Nova e Remanso, municípios atendidos pelo Programa Bioma Caatinga.

Josenaldo Rodrigues – Coapseri/ Programa Bioma Caatinga

Joseph Bandeira e Wank Medrado registram candidatura na justiça eleitoral

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Na manhã desta sexta-feira (12) foi devidamente registrada a candidatura majoritária composta por Joseph Bandeira (SDD) e Wank Medrado (PMDB) no Tribunal Regional Eleitoral de Juazeiro/BA.

“A Cara de Juazeiro” foi o nome eleito pelos candidatos, ambos juazeirenses. A população mostra interesse e entusiasmo pela chapa.

“Avante, Juazeiro! Verás que os filhos teus não fogem à luta!” Bradou Joseph Bandeira com seu grito de guerra.

Agenda de hoje será em uma reunião no distrito de Itamotinga- NH3, na Associação dos Moradores.

Ascom Joseph Bandeira

Caps I passa a funcionar em novo endereço a partir de segunda-feira (15)

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A Secretaria de Saúde de Juazeiro informa que o Caps Infantil – Caps I, passa a funcionar a partir de segunda-feira, 15 de Agosto em novo endereço localizado na Rua 2 Nº 251, Bairro Alto da Maravilha.

 

A Rede de Saúde Mental em Juazeiro é formada pelo Centro de Atenção Psicossocial (CAPS II), pelo Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD) e o Centro de Apoio Psicossocial Infantil – CAPS I, que prestam assistência, respectivamente, aos usuários portadores de transtornos psíquicos graves e aos pacientes com problemas com uso abusivo de álcool, drogas e transtornos mentais decorrentes de substâncias psicoativas.

 

No CAPS II são feitos 400 atendimentos por mês na área da Saúde Mental e o CAPS AD realiza cerca de 300 atendimentos por mês, contribuindo para as melhorias das condições de saúde e bem estar da comunidade. O Centro de Apoio Psicossocial Infantil (CAPS I) é voltado para crianças e adolescentes que tenham problemas psicológicos decorrentes ou não do uso de drogas. Atende 465 crianças e adolescentes com idades entre 0 e 18 anos com transtornos mentais, como autismo, psicose e TDHA (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).

 

PCdoB-BA aumenta em 20% o número de candidaturas majoritárias em 2016

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Com o fim do prazo para a realização das convenções, na última sexta-feira (05/08), o Comitê Estadual do PCdoB fechou o balanço de candidaturas majoritárias que vai liderar no estado, nas eleições de outubro. Serão 50 municípios com candidatados a prefeito/prefeita do partido, o que significa um aumento de 20% em relação a 2012, quando 42 candidaturas comunistas estiveram na disputa eleitoral.

O balanço foi apresentado pelo presidente estadual do PCdoB, deputado Daniel Almeida, nesta sexta-feira (12), durante a reunião do Comitê Estadual, em Salvador. Além do crescimento de candidaturas, Daniel também destacou o aumento do eleitorado que será atingido este ano, a partir das disputas em municípios com alto índice populacional.

O PCdoB terá candidaturas majoritárias em cinco dos maiores e mais importantes municípios da Bahia: Salvador (a capital – maior colégio eleitoral), Vitória da Conquista (sudoeste – terceiro maior colégio eleitoral), Itabuna (sul), Camaçari (região metropolitana de Salvador) e Juazeiro (norte). “Desta vez, teremos a disputa em um número substancialmente maior de eleitores em relação a 2012.  Do ponto de vista da qualidade, tivemos um grande salto”, garantiu o presidente.

Em cenário de dificuldades para a construção de projetos eleitorais, Daniel acredita que o crescimento do PCdoB é motivo de comemoração. “Alcançamos o auge da disputa política na Bahia”, disse. Segundo ele, o número poderia ainda ser maior, se algumas pré-candidaturas não tivessem que ser retiradas “para composição com outras forças ou por dificuldades materiais”.

O levantamento feito ainda não contemplou os candidatos a vice-prefeito e a vereador, mas o presidente também espera um crescimento. “Não temos ainda compilados os números, mas temos segurança de um razoável crescimento. Em relação aos vices, teremos candidatos em municípios como Ilhéus, Feira de Santana, Alagoinhas, Brumado, Caetité e muitos outros”, destacou.

Impeachment

Na reunião, também esteve em debate o processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff e as ações do governo interino de Michel Temer. O entendimento foi de que a agenda apresentada por Temer e aliados é regressiva e coloca em risco direitos historicamente conquistados pela população, a partir das propostas como as de entrega do pré-sal, de terceirização e de arrocho e desmonte do serviço público.

“A luta contra o golpe se mantém. Devemos mobilizar o povo para enfrentar o retrocesso”, conclamou o presidente. O Comitê Estadual do PCdoB é formado por 63 lideranças que representam diferentes categorias e regiões da Bahia.