Redação

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Carro fumacê continua atuando nos bairros de Juazeiro

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A Prefeitura de Juazeiro continua fortalecendo os trabalhos de combate à muriçoca com inseticida no município.  Os trabalhos da semana iniciam nesta segunda-feira (15) no bairro Alto da Maravilha; na terça-feira (16), Alagadiço e na quarta (17), o bairro Centenário recebe a passagem do carro. Na quinta (18), o fumacê passa pelo São Geraldo, na sexta (19) no Jardim Universitário e o trabalho da semana é encerrado no sábado (20) no bairro João XXIII.

As equipes trabalham com o fumacê das 18h às 20h30. O Programa de Controle do inseto segue até 30 de agosto quando a Secretaria da Saúde divulgará nova programação. O trabalho de combate a muriçoca tem como objetivo reduzir o incomoda da muriçoca, a ação também controla a proliferação da dengue.

Programação

Alto da Maravilha 15/08/2016

 

18h às 20h30
Alagadiço 16/08/2016 18h às 20h30
Centenário 17/08/2016 18h às 20h30
São Geraldo 18/08/2016 18h às 20h30
Jardim Universitário 19/08/2016 18h às 20h30
João XXIII 20/08/2016 6h às 8h

 Ascom

 

Delegado fala sobre o assassinato da rua Antônio Pedro em Juazeiro-BA

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John Elder Oliveira Souza tinha apenas 23 anos quando foi assassinado no último Sábado (13) em Juazeiro-BA. O crime aconteceu em uma casa que fica localizada na rua Antônio Pedro, no centro comercial da cidade.

Em entrevista ao Portal Preto no Branco, o delegado responsável pela Delegacia de Homicídios do município, Barcos Aira, declarou que o crime foi passional. “Houve um desentendimento entre a vítima e o acusado por ciúmes, já que os dois tinham um relacionamento amoroso com o dono da casa”, disse o delegado.

Barcos declarou ainda que o acusado, cujo o nome segue em sigilo, ainda está foragido. ” Já fomos na residência dele, mas não o achamos. Acredito que ele deva se apresentar com o advogado até o fim da semana”, acrescentou Barcos.

A vítima foi assassinada com golpes de punhal, que provocaram grave lesão pulmonar e hemorragia interna. A arma do crime foi encontrada no local e apreendida pelos peritos.

A previsão é que o acusado seja preso ainda essa semana. “O crime já está esclarecido, só estamos formalizando o procedimento com os guias e laudos e assim que ele se apresentar ou a gente conseguir prende-lo, ele vai ser indiciado e encaminhado para a justiça”, finalizou o delegado.

Tanto a vítima como o acusado são naturais de Juazeiro. Com esse crime, o município registra o 61º homicídio de 2016.

Pedro Oliveira participa de encontro com jovens em Curaçá

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Um grupo de estudantes organizou na manhã do último sábado (13), na Churrascaria Velho Chico, em Curaçá, um encontro com Pedro Oliveira (PSC), pré-candidato a prefeito, e outras lideranças políticas da comunidade que estão juntas no mesmo projeto, a fim de debater ideias e contribuir na construção de um plano político para desenvolvimento da cidade, pautando, sobretudo, a participação da juventude.

Os jovens, a maioria deles “eleitores de primeira viagem”, após uma breve apresentação de suas biografias, fizeram diversos questionamentos aos políticos presentes. A discussão foi voltada para atender as necessidades e anseios da juventude curaçaense, que sugeriu propostas para serem incluídas no programa de governo de Pedro Oliveira. As temáticas mais debatidas foram educação, saúde, esporte, cultura, meio ambiente e lazer.

Pedro Oliveira parabenizou os organizadores e garantiu estimular o protagonismo juvenil. “Vocês estão parabéns por organizar momentos como esse. Eu fico muito fez em ver pessoas jovens preocupadas com o desenvolvimento de Curaçá, participando, cobrando e sugerindo propostas. Estamos aqui ouvindo e, certamente, vamos ampliar, melhorar e enriquecer o nosso plano de governo com a participação de vocês. No nosso governo vocês serão protagonistas”, disse.

O pré-candidato Pedro Oliveira também comentou sobre as prioridades da sua gestão, caso seja eleito nestas eleições. “Uma de nossas metas é investir corretamente os recursos públicos entram no nosso Município, prezando sempre o pilar da transparência. Teremos um cuidado com todas as áreas, mas vamos priorizar, especialmente, a educação e a saúde, que representam as maiores necessidades do nosso povo”, discursou Pedro. Ele ainda afirmou estar pronto para o desafio de gerir Curaçá. “Estamos preparados para o desafio de fazer uma gestão equilibrada, planejada para atender as necessidades da população. Vamos buscar mecanismos para atrair investimentos no município e contribuir para geração de emprego e renda, dando oportunidade a todos”, garantiu.

O evento também contou com a participação de Murilo Bonfim (PRB), pré-candidato a vice-prefeito; José Valberto Leite (DEM), Estéfano Pereira (PCdoB) e Celso Júnior (PSC), ambos postulantes às cadeiras da Câmara dos Vereadores; Fátima Fernandes, professora e ex-secretária de educação; Michelle Nunes, presidente da Associação de Estudantes de Curaçá (ASSEC): Fernando Ferreira, músico e agente cultural; Paulo César Torres, gestor educacional; e Betinho Possídio, presidente do PCdoB. Aproximadamente 50 pessoas estiveram envolvidas nas discussões.

 

Ascom – PSC Curaçá/BA

Restaurante Popular fecha a partir de hoje para mudança de prédio

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O Restaurante Popular que funcionava temporariamente na Rua Antônio Pedro, Centro de Juazeiro, estará fechado durante toda essa semana, devido à mudança para o antigo prédio que foi reformado. Esse tempo é necessário para que se faça a limpeza geral, dedetização, desinstalação e instalação de equipamentos. A inauguração será na sexta, dia 19 de Agosto, às 11h, na Rua Oscar Ribeiro, s/n, no Centro.

O Restaurante Popular é uma ação afirmativa da Prefeitura Municipal de Juazeiro, através da Secretaria de Desenvolvimento e Igualdade Social (Sedis). Cerca de 650 pessoas são atendidas por dia nos dois equipamentos, pagando apenas o valor de R$1,50 pela refeição.

Ascom

Câmera desaba no Parque Olímpico e deixa três feridos, sem gravidade

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Uma câmera de TV suspensa, instalada no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, desabou e deixou três mulheres feridas na tarde desta segunda-feira. As vítimas tiveram ferimentos leves. Uma delas machucou o nariz, que sangrava bastante no momento em que foi atendida. Outra foi atingida de raspão pelo equipamento.

As três mulheres feridas estavam conscientes e foram levadas para uma área atrás da Arena Carioca 1, para receberem atendimento médico. Uma delas foi logo liberada. As outras duas não foram removidas para hospital por enquanto, e seguem sendo atendidas.

Duas das três pessoas feridas na queda de uma câmera de TV suspensa no Parque Olímpico – Reprodução

O público que passava pelo local no momento do acidente ouviu um estrondo. A câmera despencou por volta das 14h30m.

Antes de o equipamento despencar totalmente, parte da área já tinha sido isolada, porque o cabo de aço tinha se rompido mais cedo.

Área onde caiu a câmera que estava pendurada por cabos no Parque Olímpico é isolada após acidente – Eduardo Zobaran / Agência O Globo

 

Chris Adams, técnico britânico de ginástica artística, testemunhou o acidente:

– Eu estava na ponte, tirando fotos, e vi um fita amarela, indicando que não era possível passar. E tinha um cabo ligado às câmeras. Já havia ocorrido algum problema. De repente escutei um barulho, e quando percebi havia gente gritando e cercando pessoas. Você podia ver sangue, e acho que as pessoas têm muita muita sorte, porque a câmera caiu a 15 ou 20 milhas por hora ( de 24 a 32 km/h). Foi muito chocante que a principal câmera do parque tenha caído – contou.

O equipamento é de responsabilidade da empresa Olympic Broadcasting Service (OBS), que pertence ao Comitê Olímpico Internacional (COI), geradora das imagens na transmissão oficial dos Jogos do Rio. As câmeras fazem imagens em todas as arenas da Olimpíada do Rio.

O Globo

Sobre a manifestação na Univasf: Mendonça Filho diz que respeita, mas acha incoerente

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O ministro da Educação, Mendonça Filho, assinou hoje a liberação de R$ 16,7 milhões para a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) e o Instituto Federal de Pernambuco Sertão. Os recursos são destinados à conclusão de obras paralisadas por vários anos e à aquisição de equipamentos. R$ 9,75 milhões foram liberados para a Univasf e R$ 7 milhões para o IF Sertão para obras e equipamentos nos campus de Petrolina, Serra Talhada, Salgueiro, Floresta, Ouricuri e de Santa Maria da Boa Vista. Desde maio, quando assumiu o MEC, já foram liberados mais de R$ 2,5 bilhões para as federais em todo o País. Após colocar em dia o repasse para custeio, o foco agora é retomar as obras paralisadas em todo o País.

Em Petrolina, o ministro da Educação, Mendonça Filho, abriu diálogo com manifestante e garantiu que não tem corte de recursos para as universidades. A execução orçamentária de 2017 será a mesma deste ano. “Estou aqui pra liberar R$ 16,7 milhões para a Univasf e para o Instituto Federal do Sertão. Com isso, estamos retomando obras paradas há mais de 02 anos, como a Policlínica, e há cinco anos como a do auditório, ambas na Univasf”, afirmou o ministro. Mendonça Filho destacou que respeita os protestos, mas considera incoerência fazê-los contra supostos cortes, justamente quando o MEC regulariza repasse de verba pra custeio e retoma liberações para obras paralisadas em todo o País. Na atual gestão foram retomadas obras na UFRPE, na Federal de Santa Catarina, na Federal do Tocantins, no Amazonas, Sergipe e institutos federais de diversos estados. E liberados mais de R$ 2,6 bilhões para o ensino superior, em 03 meses. “Não vi protestos contra a paralisação dessas obras”, afirmou.

Ascom MEC

ESCONDIDINHO? Protesto pacífico derruba máscara do desajuste fiscal e moral do governo “INTERINO”

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Escondidinho?

Não. Não se trata do popular prato no Nordeste. Trata-se de uma visita do MEC do governo interino, num dia de feriado e pleno fim de semestre da Universidade Federal do Vale do São Francisco, no campus Petrolina. Mais “escondidinho” da comunidade universitária, “impossível”.

De um lado, estudantes e professores, organizados em protesto pacífico – mas contundente – contra o golpe nas universidades federais, anunciado oficialmente pela INTERINA equipe do MEC para 2017 (entre outras medidas regressivas) quatro dias atrás (11/8). Um inesquecível presente no Dia do Estudante! Em resumo: 45% das verbas para investimentos e 18% das verbas para custeio em 2017 serão menores em relação ao orçamento de 2016 (já drasticamente fragilizado). O que os discentes e docentes da Univasf tinham como “arma” eram os argumentos, forjados em meses de organização e mobilização, cartazes de cartolina e papel metro, caixa de som e microfone.

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Do outro lado, temos não só um ministro que veio quase em sigilo para a Univasf, ou que se posicionou contra políticas de ampliação do acesso à universidade como as cotas para negros e indígenas (as públicas) ou o PROUNI (as privadas). Não. Tínhamos um aparato de “segurança” nunca dantes visto na Univasf, composto por Guarda Municipal e Polícia Militar (!), passando por cima da autonomia universitária, desconsiderando a história e ignorando que força de segurança numa universidade federal (dentro da legalidade e normalidade) só a Polícia Federal.

A visita do MEC seria para “anunciar” liberação de recursos. Liberação que já faz parte do fluxo administrativo normal. Todavia, tentou se transformar um corriqueiro ato burocrático num evento. E, sem dúvida, 15/8/2016 ficará enquanto um evento na Univasf.

Pois estudantes e servidores da própria Univasf não tiveram acesso ao auditório da BIBLIOTECA da Univasf para se manifestar. Algo absolutamente normal em países supostamente democráticos, hoje, no espaço que é um dos corações de qualquer universidade, não pôde acontecer. Não somente univasfianos estavam lá para se manifestar democraticamente, ao fim e ao cabo, pela volta da democracia. Também fortaleceram o movimento nobres colegas da UPE (Petrolina), da UNEB e dos IF’s.

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O ministro cancelou o evento no auditório e se restringiu à reitoria, quando os manifestantes se dirigiram para o prédio da administração central. Lá chegando, inicialmente foram barrados, depois tiveram tremenda dificuldade para entrar. Inclusive, dado o óbvio desvio de função da Guarda Municipal, habilitada para segurança patrimonial, houve momentos de tensão muito sérios e queixas de agressão que estamos averiguando.

Qual a estatura moral de uma administração interina que depende de tanta segurança contra educadores, estudantes e cartazes de papel? Seria de surpreender, já que em 35 dias iniciais três ministros embaraçosamente tiveram que sair? Seria de surpreender o conteúdo profundo do ajuste fiscal, que é antes um “desajuste”? O corte de 45% integra um movimento mais amplo de avanços de pautas conservadoras e de retirada ou regressão de direitos sociais.

A austeridade fiscal é antes um austericídio da nação brasileira. A “austeridade” na área de educação é gravíssima. A imagem que chocou (negativamente) o mundo de um ministério composto pela exclusivamente por homens, brancos e totalmente descolados dos setores populares, acompanhado de um discurso voltado de forma subalterna ao “deus” “mercado”, revela as entranhas de um bloco de poder que ficaram ainda mais expostas depois de hoje.

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Este “evento” na Univasf integra o titular-interino [sic] do MEC ao “gabinete de notáveis” de Michel Temer. Que essa tormenta e esse tormento passem logo. Em prol da universidade e da educação públicas, gratuitas, de qualidade e laicas, foi que servidores e discentes levantaram bem cedo para recepcionar a missão governamental.

Estamos alertas. E convocamos nossos colegas, a população do Vale e do Brasil a se juntarem na resistência ao risco que corremos. Com um ministério e um MEC desses, nosso risco não é de retrocesso à República Velha, como pensaram alguns. Sejamos firmes e avancemos. O risco é de o Brasil recuar à Idade da Pedra.

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Sem Assistência Estudantil, deixa-se de investir na permanência (sim, investir) de talentos preciosos no futuro da universidade e da nação. Junte-se a nós. Educação não é favor. É direito de todos e DEVER DO ESTADO.

COMITÊ UNIFICADO DE MOBILIZAÇÃO DA UNIVASF.

Denúncias de violência a moradores de rua crescem 60% no Rio, diz defensoria

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“Semana passada, eu estava dormindo, eles chegaram, me tiraram [à força]. Eu perguntei: – Moço, por que o senhor vai fazer isso?”, desabafou a travesti Luisa ao padre Adailson Santos, que coordena projeto que oferece comida e agasalho à população de rua no centro do Rio de Janeiro, todas as terças-feiras.

Desde o fim de julho, o padre conta que vários moradores foram retirados da rua e levados para outros locais e relatos como o de Luisa se tornaram frequentes. Para o padre, a retirada estaria relacionada à uma ação de “limpeza”, promovida por órgãos da prefeitura, na Lapa – um dos pontos turísticos da cidade, por reunir monumentos, bares, boates e uma infinidade de albergues – para a Olimpíada. “Posso falar concretamente que ouve um esvaziamento, essas pessoas foram retiradas das ruas, levadas a abrigos distantes, muitas vezes, até a força”, disse à Agência Brasil.

A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro informou que, entre março e julho, houve um aumento de 60% das denúncias de constrangimentos e violência contra moradores de rua. O órgão diz ainda que as ações se intensificaram com a proximidade dos Jogos, uma prática considerada “higienista”.

Integrante de um grupo de defensores da União e das comissões de direitos humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Câmara Municipal, a defensora pública Carla Beatriz Nunes Maia, do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos, diz que os moradores são obrigados a ir para abrigos.

“Quem não é compulsoriamente levado [a abrigos], não permanece [na rua], se recolhe, se esconde, tem medo. Porque, além de ser levado à força, é agredido, tem todo o patrimônio, geralmente, um papelão para o frio, uma muda de roupa e os documentos, confiscados”, disse. O grupo faz rondas periódicas nos locais de concentração dessa população.

As ações, segundo a defensora, são feitas pela Guarda Municipal, Secretaria de Ordem Pública ou pela Polícia Militar, com conhecimento da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.

“As provas de violação por parte desses órgãos é contundente”, afirmou Carla. “Agentes públicos pagos para resguardar nossa integridade espancam e agem com truculência contra uma população indefesa”, completou. A defensoria estuda ingressar com medidas jurídicas para coibir as práticas.

Os dados sobre as denúncias foram apresentados em audiência pública realizada em 3 de agosto. Na ocasião, os órgãos de assistência social e de segurança estaduais e municipais não enviaram representantes, segundo a defensoria.

O padre Adailson, que espera voltar ao trabalho em setembro, também cobra dignidade no tratamento aos moradores de rua. “Essas pessoas não têm nada. Não ficam nos abrigos por falta de condições básicas. Não podemos lhes tirar até o direito de ir e vir”, criticou.

Prefeitura

A prefeitura do Rio nega que as abordagens tenham aumentado às vésperas da Olimpíada e diz que não recebeu, oficialmente, denúncias de agressões.

Em nota, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social afirma “que não há nem haverá qualquer tipo de violação de direitos de pessoas em situação de rua na cidade do Rio de Janeiro”.

A Secretaria de Ordem Pública e a Guarda Municipal informaram que apenas prestam apoio às ações da prefeitura, quando solicitadas, e que “os agentes são orientados a agir de forma respeitosa”.

A Polícia Militar não se manifestou.

Agência Brasil

Feira de Caprinos e Ovinos do distrito de Massaroca encerra hoje

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FEIRAEncerra hoje a 9ª Feira de Caprinos e Ovinos, na sede do distrito de Massaroca, localizado às margens da BR 407 a 62 km do município de Juazeiro.

A Feira é uma realização da Prefeitura Municipal de Juazeiro, sob a organização da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA) em parceria com o Comitê das Associações Comunitárias e Agropecuárias de Massaroca.

Com a economia voltada para a agricultura de subsistência o distrito de Massaroca destaca a caprinovinocultura como seu grande sustentáculo. A Feira de Caprinos e Ovinos proporciona à comunidade oportunidades de integração, troca de experiência, permuta de reprodutores e oportunidades de negócios que engloba todo o segmento comercial local, melhorando a renda e a qualidade de vida dos trabalhadores.

Parte integrante do calendário de eventos agrários da região, a feira atrai empresários da área gastronômica, donos de frigoríficos, comerciantes de carnes e futuros criadores, cuja meta é fazer com que a comercialização ocorra diretamente com os produtores. Além de promover oportunidades de negócios e de transferência de tecnologias, o evento propicia a divulgação das atividades culturais e econômicas local.

Para um dos coordenadores da feira e técnico da SEAPA, José Wilson Chaves (Chaveco), o evento “promove a integração entre as comunidades, possibilita a troca de experiência e aumento da autoestima dos produtores, além da comercialização e da abertura de contatos para futuros negócios, com isso ocorre conquista de novos mercados”, observou.

A organização aguarda para esse ano a participação de 60 expositores, com aproximadamente 500 animais entre caprinos e ovinos, com a participação de exemplares de vacas de leite – uma atividade que surge como mais uma alternativa de geração de renda em propriedades isoladas, porém com expectativa de crescimento. Estima-se um público de cerca de 7.000 pessoas durante os três dias de evento.

A feira também conta, com a integração mais efetiva de outros segmentos como escolas, comércio, comunidade local e comunidades circunvizinhas. “Espera-se transformar o distrito em um centro de referência de produção e comercialização dos produtos da cadeia produtiva da caprinovinocultura, como também de outros produtos”, afirmou o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Jorge Cerqueira.

O evento conta com a parceria da ADAB, SEBRAE, UNIVASF, Governo da Bahia, IRPAA, COOAFJUR, Banco do Nordeste, Embrapa Semiárido, Policia Militar, Cesol, UNEB, STRJ, Rádio Juazeiro, ADAC e Governo Federal.

Ascom