Preto no Branco

26679 POSTS 18 COMENTÁRIOS

Produtores de frutas do Vale do São Francisco acreditam em uma solução para impasse com o STTAR

0

 

O Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), anunciou, na tarde desta quinta-feira (9), que acredita em uma solução para o impasse com o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Assalariados Rurais de Petrolina (STTAR).

O anúncio foi feito após uma reunião da diretoria com o conselho jurídico da entidade, que trouxe ao município o advogado e professor, Renato Saraiva, jurista reconhecido nacionalmente e ex-procurador do Ministério Público do Trabalho.

Durante o encontro, o renomado jurista lembrou que o impasse foi gerado após a divulgação de uma circular pelo STTAR, propondo mudanças nos acordos firmados, entre os dois sindicatos, durante a última Convenção Coletiva do Trabalho – CCT/2023.

“Vamos participar, no próximo dia 14, em Recife – PE, de uma audiência com a superintendência do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE – PE), e no dia 28, de uma audiência de mediação, no Ministério Público do Trabalho, em Petrolina. Nas duas ocasiões, iremos defender o cumprimento fiel da CCT/2023, que tem vigência até o próximo dia 31 de dezembro, com ênfase para a cláusula 75ª, que legisla sobre o desconto de mensalidade sindical”, ressaltou.

Ainda durante a reunião, o conselho jurídico, formado pelos advogados Fábio Schnorr, Arthur Faustino e Alexandre Torres, ex-presidente da OAB Petrolina, alertou que a mudança nos acordos firmados pode gerar um passivo trabalhista milionário para os produtores rurais.

O Vale do São Francisco conta hoje com mais de 3.500 pequenos, médios e grandes produtores de frutas, que emprega cerca de 70 mil trabalhadores rurais em municípios, a exemplo de Juazeiro, Sento-Sé, Curaçá, Casa Nova, Sobradinho e Abaré, na Bahia e Petrolina, Santa Maria da Boa Vista, Lagoa Grande e Belém do São Francisco, Cabrobó e Orocó, em Pernambuco.

CLAS

Imposto de Importação para carros elétricos será retomado em 2024

0

 

A partir de janeiro de 2024, carros elétricos, híbridos e híbridos plug-in comprados fora do país voltarão a pagar Imposto de Importação. As alíquotas serão gradualmente recompostas até chegarem a 35% do valor de importação em julho de 2026. Nesse período, haverá cotas iniciais para compras do exterior com isenção.A decisão foi aprovada nesta sexta-feira (10) pelo Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex). Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), a medida pretende ajudar a indústria nacional, desenvolvendo a cadeia produtiva do setor e acelerando a descarbonização (redução de emissões de gás carbônico) da frota brasileira.

O cronograma de recomposição das alíquotas para carros elétricos é o seguinte: 10% de Imposto de Importação em janeiro de 2024; 18% em julho de 2024; 25% em julho de 2025; e 35% em julho de 2026.

Para carros híbridos, cujas baterias se recarregam nas freadas ou no funcionamento do motor a combustão, a tarifa será restabelecida da seguinte forma: 12% em janeiro de 2024; 25% em julho de 2024; 30% em julho de 2025; e alcança os 35% apenas em julho de 2026

Os carros híbridos plug-in, também movidos a combustíveis fósseis e recarregados na tomada, serão tarifados em 12% em janeiro de 2024; 20% em julho de 2024; 28% em julho de 2025; e 35% em julho de 2026.

Há ainda uma quarta categoria, a de “automóveis elétricos para transporte de carga”, ou caminhões elétricos, que começarão com taxação de 20% em janeiro e chegarão aos 35% já em julho de 2024. Nesse caso, a retomada da alíquota cheia é mais rápida porque existe uma produção nacional suficiente.

Cotas

A portaria com a distribuição de cotas para compras do exterior com isenção só será publicada em dezembro. Segundo o Mdic, o governo pretende preservar a possibilidade de atendimento a novos importadores, enquanto a indústria nacional de veículos elétricos se desenvolve.

Para híbridos, as cotas serão de US$ 130 milhões até junho de 2024; de US$ 97 milhões até julho de 2025; e de US$ 43 milhões até 30 de junho de 2026.

Para híbridos plug-in, US$ 226 milhões até julho de 2024, US$ 169 milhões até julho de 2025 e de US$ 75 milhões até 30 de junho de 2026.

Para elétricos, nas mesmas datas, respectivamente US$ 283 milhões, US$ 226 milhões e US$ 141 milhões. Para os caminhões elétricos, US$ 20 milhões, US$ 13 milhões e US$ 6 milhões.

Produtos químicos

Na reunião desta sexta, a Camex também decidiu restabelecer a alíquota de importação de 73 produtos químicos cujo Imposto de Importação tinha sido reduzido em 10% em maio do ano passado. As tarifas subirão entre 0,4 e 1,4 ponto percentual, dependendo do produto a partir da publicação no Diário Oficial, prevista para os próximos dias.

Segundo o Mdic, a decisão foi tomada para reverter os impactos negativos causados à indústria nacional por causa do forte aumento das importações e da forte variação de preços. De janeiro a agosto deste ano, o volume de importações sobre a demanda interna cresceu 47% em relação ao mesmo período do ano passado.

Hospital Dom Malan em Petrolina implanta novos berços aquecidos para recém-nascidos

0

Referência no atendimento de gravidez de alta complexidade, o Hospital Dom Malan em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, administrado pelo Instituto Social Medianeiras da Paz (ISMEP), adquiriu cinco novos berços aquecidos. O equipamento é indispensável para o atendimento aos bebês prematuros.

O Hospital atende pacientes de 53 municípios na Rede PEBA (dos hospitais de Pernambuco e Bahia), realizando quase 600 partos por mês. “Por sermos de alta complexidade, nossa demanda é grande. E com o passar dos anos, alguns equipamentos ficam obsoletos e nós precisamos de equipamentos mais modernos.

Os berços aquecidos estão atendendo bebês da Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) é uma área onde se prestam cuidados a bebês que apresentam potencial risco, necessitando de uma vigilância contínua e intensiva, “explicou a diretora geral do HDM ISMEP, Carolina Lemos.

Os berços vão melhorar o atendimento também dos bebês do centro cirúrgico do hospital, que ao nascer de cesarianas precisam de temperatura adequada. “Isso vai beneficiar muito o bloco cirúrgico onde não tínhamos berço aquecimento e a gente usava manta. Mas os bebês precisam de temperaturas mais altas para depois irem para o clima ambiente. É um ganho e mais qualidade para os nossos pacientes. Melhoram a qualidade do atendimento, ” completou Carolina.

Ascom

Supremo valida julgamento de civil pela Justiça Militar

0

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta sexta-feira (10) que a Justiça Militar pode julgar civis em tempos de paz. O caso começou a ser analisado em 2018 e foi concluído com voto de desempate do ministro Alexandre de Moraes.

Por 6 votos a 5, o entendimento foi obtido no julgamento virtual de um empresário que foi processado pela justiça castrense por ter oferecido propina a um oficial do Exército para obter autorização para comercializar vidros blindados.

Antes de chegar ao Supremo, o Superior Tribunal Militar (STM) negou a transferência do processo para a Justiça comum e confirmou a competência para julgar casos específicos de crimes cometidos por civis contra as Forças Armadas.

Ao desempatar o julgamento, Alexandre de Moraes argumentou que a Justiça Militar é responsável pelo julgamento de crimes conforme determinação da lei.

“Da mesma maneira que crimes de militares devem ser julgados pela Justiça comum quando não definidos em lei como crimes militares, crimes militares, mesmo praticados por civis, devem ser julgados pela Justiça Militar quando assim definidos pela lei e por afetarem a dignidade da instituição das Forças Armadas’, afirmou.

GLO

Outra discussão que está pendente no Supremo diz respeito à competência da Justiça Militar para julgar militares por crimes cometidos durante operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Não há previsão para retomada do julgamento.

O julgamento é motivado por uma ação protocolada em 2013 pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para contestar um trecho da Lei Complementar 97/1999. A lei ampliou a competência da Justiça Militar para julgamento de crimes que não estão diretamente ligados às funções típicas das Forças Armadas, como operações de GLO, combate ao crime e para garantir a segurança das eleições.

Agência Brasil

Encontro realizado pela UPB e TJBA discutiu precatórios de dívidas municipais

0

 

Prefeitos e equipes técnicas dos municípios baianos participaram nesta quinta-feira (9/11) do Encontro Baiano de Precatórios de Dívidas Municipais. A iniciativa inédita no Brasil é fruto da parceria entre o Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) e a União dos Municípios da Bahia (UPB).  No evento, que reuniu mais de 300 participantes no auditório da UPB, em Salvador, foi possível aprimorar o conhecimento sobre o regime de processamento, a organização e o pagamento de precatórios no âmbito do TJBA.

Precatórios são requisições de pagamento expedidas pelo Judiciário para cobrar de municípios, estados ou da União a execução de dívidas transitadas em julgado. Para o presidente da UPB, prefeito Quinho de Belo Campo, a realização do encontro é um marco no debate sobre o tema e sinaliza a construção de uma via de mão dupla com o TJBA para trabalhar na solução das dívidas.

“Muitos municípios têm dificuldades de pagar, mas sabemos que na ponta também têm pessoas com direito de receber. Então, vamos fazer com que o planejamento dos municípios aconteça para trazer viabialidade nas ações dos Tribunais de Justiça”, destacou o gestor. Quinho também apontou que muitos gestores não têm conhecimento aprofundado sobre os precatórios. “Estamos dando essa oportunidade de discutir a melhor forma possível de fazer o pagamento desses valores”, acrescentou.

Segundo o presidente do TJBA, desembargador Nilson Castelo Branco, a inadimplência dos municípios na maioria das vezes é decorrente de falta de organização orçamentária e contábil a respeito de noções constitucionais e administrativas sobre os precatórios. “No curso das atividades do Núcleo de Precatórios observou-se a imperiosa necessidade de qualificação dos entes devedores, sobretudo os municipais, no que diz respeito à compreensão de aspectos regimentares sobre o conceito de precatórios, regime e regras procedimentais da rotina do núcleo”.

O evento, realizado por meio da Universidade Corporativa Ministro Hermes Lima (Unicorp), ofereceu além de palestras, uma série de tutorias individualizadas aos gestores e técnicos municipais sobre a situação de cada município, tirando dúvidas e dando orientação sobre os procedimentos.

A organização com palestrantes da Bahia e de outros estados foi conduzida pelo Comitê Gestor de Contas Especiais, presidido pelo Desembargador Raimundo Sergio Sales Cafezeiro, e pelo Núcleo Auxiliar de Conciliação de Precatórios (NACP), gerido pelo Juiz Assessor Especial da Presidência, Sadraque Oliveira Rios Tognin. Ambos fizeram parte da mesa de abertura, que contou ainda com a presença do desembargador José Aras, também palestrante; do conselheiro do Tribunal de Contas da Bahia (TCM-BA), Ronaldo Sant’Anna; e da presidente da Comissão de Precatórios da OAB-BA, Ilana Kátia Vieira Campos.

Ascom

Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez: UPAE Petrolina promove conscientização

0
A Unidade de Pronto Atendimento e Atenção Especializada de Especializada (UPAE) busca promover, neste 10 de novembro, uma conscientização a respeito do Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez. A data comemorativa foi instituída pela Portaria de Consolidação MS nº 1/2017, art. 527, como símbolo de luta cujo propósito principal é educar e prevenir a população brasileira para os problemas advindos da surdez, que afeta, em algum grau, aproximadamente 5,8 milhões de pessoas.
De acordo com dados de 2015 da OMS (Organização Mundial da Saúde), 10% da população mundial tem alguma perda auditiva, seja adquirida ou congênita. No Brasil são mais de 28 milhões de pessoas nessa situação. Surdez é o nome dado à impossibilidade ou à dificuldade de ouvir. Uma pessoa pode desenvolver uma deficiência auditiva de várias formas. “Quando é congênita, significa que a pessoa já nasceu com essa deficiência. A deficiência congênita pode ser detectada nos primeiros dias de vida e ser tratada com sucesso. Quando é adquirida, a pessoa passou por alguma situação durante sua vida que ocorreu um dano em seus sistemas auditivos”, esclarece o otorrinolaringologista da UPAE, Dr. Lucas Macedo.
Há alguns tratamentos que visam compensar a perda da audição, com o uso de  próteses auditivas, que amplificam o som ou até o implante coclear, no qual um equipamento eletrônico implantado cirurgicamente transmite o sinal sonoro. Quando o médico opta por aparelho auditivo, o fonoaudiólogo  entra em ação para verificar o tipo de aparelho auditivo mais indicado para cada paciente, acompanha o momento de adaptação, fazendo os ajustes necessários e orientando a melhor forma de cuidar do seu aparelho. Esse profissional também é o responsável por reabilitar a função auditiva, a fala ou a linguagem, por meio de treinamentos específicos para os casos que necessitarem. “É um trabalho multidisciplinar que visa o restabelecimento de funções e melhora na qualidade de vida”, reforça o médico.
A perda auditiva pode ser detectada num percentual de 80% a 90 % com um simples teste auditivo, que deve ser feito mesmo que seu filho tenha passado na triagem auditiva para recém-nascido. A perda auditiva genética ou progressiva pode manifestar-se quando seu filho é bebê ou quando está mais velho. É recomendado aos pais observarem, de um modo crítico, o dia a dia do desenvolvimento na criança, os quais funcionam como detectores de perda auditiva. “O sintoma mais importante que indica a possibilidade de perda auditiva é atraso de aquisição de fala e ausência de diálogo”, destaca.
A deficiência auditiva adquirida pode ser causada por variados motivos, entre eles acúmulo de cera de ouvido, infecções (otite), imobilização de um ou mais ossos do ouvido, viroses, meningites, uso de certos medicamentos ou drogas, propensão genética, exposição ao ruído de alta intensidade, presbiacusia, traumas na cabeça, defeitos congênitos, alergias, problemas metabólicos ou tumores. “Por isso o conhecimento é tão importante. É preciso prevenir e conscientizar”, finaliza Macedo.
Ascom

Campanha de Multivacinação: Secretaria de Saúde de Juazeiro retoma vacinação aos sábados até final de novembro

0

Para facilitar o acesso da população e ampliar a cobertura vacinal do município, a Secretaria de Saúde de Juazeiro retomou a programação da Campanha Multivacinação aos sábados. Foi montado um cronograma de aplicação de doses em algumas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).Todas as vacinas incluídas no calendário de vacinação do Ministério da Saúde estão sendo disponibilizadas. “A Campanha Multivacinação tem por objetivo atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. O Brasil, ao longo dos anos, teve uma redução da cobertura vacinal, o que ocasionou no retorno de muitas doenças imunopreveníveis, que podem, inclusive, levar à morte. Por isso é muito importante que pais ou responsáveis observem a caderneta de vacinação dos filhos para que elas estejam em dias”, explicou a superintendente de Vigilância em Saúde, Caroline Morais.Confira quais UBSs estarão abertas à vacinação aos sábados, das 8h às 12h:11.11- CSU, Jardim Flórida18.11: Alagadiço, João Paulo II, Alto da Aliança, Angari, Mussambê e Argemiro.25.11: João XXIII, Itaberaba, Alto da Maravilha e Nossa Senhora das GrotasDocumentosÉ preciso levar RG ou Certidão de Nascimento, carteira de vacinação e Cartão SUS da criança ou do adolescente com menos de 15 anos.Além dos sábados, a vacinação é realizada de segunda a sexta-feira, em todas as UBSs, das 8h às 12h e das 13h30 às 16h30, na zona urbana, e das 7h às 13h, na zona rural.

Ascom/ Sesau PMJ

Ataque a hospitais de Gaza dificulta saída de brasileiros do enclave

0

Ataques aéreos de Israel atingiram ao menos três hospitais na Faixa de Gaza nesta sexta-feira (10), segundo informes do Ministério da Saúde local e da Sociedade do Crescente Vermelho Palestino (PRCS). Como a saída dos brasileiros e demais estrangeiros está condicionada à transferência dos feridos da Faixa de Gaza ao Egito, os confrontos em torno dos hospitais podem dificultar a logística para saída das ambulâncias.  Entre os hospitais atacados nesta sexta-feira está o maior da Faixa de Gaza, o Al-Shiva, que fica na cidade de Gaza. “As forças de ocupação israelenses atacaram o Complexo Médico Al-Shifa cinco vezes consecutivas e ainda têm como alvo as proximidades do hospital”, informou a entidade palestina.

Em uma rede social, o secretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, Martin Griffiths, comentou sobre os “relatos horríveis” que estão chegando sobre o ataque ao Al-Shiva e destacou que as vidas de milhares de pacientes, funcionários e civis deslocados, estão em risco.

De acordo com o direito humanitário internacional, atacar unidades de saúde configura crime de guerra.

Também nesta sexta-feira, a PRCS informou em uma rede social que “as forças de ocupação israelenses abriram fogo contra a unidade de terapia intensiva do hospital Al-Quds”. O hospital Al-Quds, na cidade de Gaza, está sob os cuidados dessa organização.

“Um mártir e 28 feridos entre os deslocados no Hospital Al-Quds, a maioria crianças, com dois deles em estado crítico devido aos atiradores de elite da ocupação que visavam o hospital. Além disso, há ferimentos causados ​​por estilhaços de artilharia a oeste do hospital”, publicou hoje o PRCS.

Israel tem defendido que o grupo Hamas constrói túneis embaixo das unidades da saúde, colocando os civis em risco. Todos esses hospitais ficam na parte norte do enclave palestino, onde Israel informa que tem concentrado as batalhas contra o Hamas. A Embaixada de Israel no Brasil foi procurada para comentar as informações, mas não respondeu aos questionamentos.

Além do hospital Al-Shiva, há relatos de confrontos em torno dos hospitais infantis Al-Rantisi e Al-Nasr, ambos no centro da cidade de Gaza, o que teria levado a incêndios no Al-Rantisi e a suspensão de serviços prestados pelas unidades. “As forças de ocupação israelitas sitiam os hospitais infantis Al-Rantisi e Al-Nasr, expondo as vidas de milhares de pacientes, pessoal médico e pessoas deslocadas”, diz a comunicado do Ministério da Saúde de Gaza.

Além disso, o Escritório de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) informou que o único hospital psiquiátrico de Gaza deixou de funcionar “depois de sofrer danos devido a um ataque do dia 5 de novembro”.

Brasileiros em Gaza

Os 34 brasileiros ou familiares foram autorizados a deixar a Faixa de Gaza, mas não conseguiram atravessar a fronteira de Rafah com o Egito porque há um entendimento entre os atores responsáveis pela evacuação dos estrangeiros de que as pessoas de outras nacionalidades só podem sair da zona de guerra depois dos feridos, segundo informou nesta sexta-feira o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Viera.

Hoje passaram ao menos 12 crianças com câncer ou outras doenças para o Egito e Jordânia, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Porém, ainda há dezenas de feridos retidos no norte de Gaza, segundo o Escritório da Representação do Brasil em Ramala, na Cisjordânia ocupada. O embaixador do Brasil no local, Alessandro Candeas, disse que a forte presença militar israelense e os combates ao redor de hospitais impedem ou dificultam a saída das ambulâncias.

Em nota, a Embaixada de Israel no Brasil disse que, “apesar dos muitos esforços de Israel e do Brasil, o Hamas impediu hoje a abertura da passagem de Rafah e impediu que os cidadãos brasileiros saíssem da Faixa de Gaza”.

Agência Brasil

Secretaria de Meio Ambiente de Juazeiro é invadida e atendimento ao público é suspenso

0

 

De acordo com a Assessoria de Comunicação da Secretaria de Meio Ambiente e Ordenamento Urbano de Juazeiro, a sede do órgão foi alvo de uma invasão criminosa na madrugada desta sexta-feira (10).

“Diversas salas foram arrombadas, resultando no furto de equipamentos. As autoridades tomaram medidas imediatas para lidar com a situação, reportando o delito à Polícia Civil (PC) com Boletim de Ocorrência (BO),” informou a Ascom.

Ainda de acordo com as informações “a PC vai investigar o caso por esse ataque ao patrimônio público. O local foi isolado e a perícia foi chamada. Diante disso, o atendimento ao público está suspenso temporariamente.”

Redação PNB