Preto no Branco

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Mandados de busca terão nome e endereços dos alvos, diz ministro da Justiça

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O ministro da Justiça, Torquato Jardim, afirmou nesta terça-feira (20) que os mandados de busca e apreensão durante as operações das Forças Armadas no Rio serão estabelecidos “conforme a operação” e rejeitou o uso do termo “coletivo”.

“Não há mandado coletivo. Há mandado de busca e apreensão, que, conforme a operação, se dedicará a um número maior de pessoas”, afirmou o ministro ao comparecer a uma reunião no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro nesta terça-feira (20).

No dia anterior, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que as operações durante a intervenção federal na segurança do Rio vão precisar de mandados de busca e apreensão coletivos. Jungmann justificou que a “realidade urbanística” do Rio de Janeiro favorece deslocamento de eventuais alvos dos mandados.

Para Torquato, o termo coletivo é “impróprio tecnicamente” e dá “ideia de generalidade”. “O mandado de busca e apreensão não pode ser genérico, isso a Constituição não permite […] Portanto, esses mandados de busca e apreensão conterão um número maior ou menor de pessoas em razão do objetivo do inquérito que estará sendo realizado”, disse o ministro.

“Esses mandados conterão nomes ou apelidos, terão que indicar outros requisitos de lei, o endereço provável, o endereço imaginado, porque nas horas de baixo conflito você não tem rua, avenida, a urbanização é desorganizada. E portanto você terá que ter outras referências geográficas, talvez o GPS, o perímetro de atuação”, afirmou.

Ao G1, Jungmann negou recuo do governo e afirmou que Torquato está alinhado com o Ministério da Defesa. “Ele diz o mesmo que nós com outras palavras.”

Questionado sobre a declaração de Torquato de que usar o termo coletivo é “tecnicamente impróprio”, Jungmann não respondeu.

Polêmica
Em conversa com o colunista do G1 Gerson Camarotti, a advogada-geral da União, Grace Mendonça, defendeu o uso de mandados coletivos, mas admitiu que trata-se de um tema controverso e afirmou que, caso necessário, levará o caso até ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ), por sua vez, estuda meios legais para impedir que sejam aprovados e expedidos os mandados coletivos. Segundo a OAB-RJ, esses mandados representam “grave ameaça aos direitos e garantias dos cidadãos do Rio de Janeiro”.

Sobre o posicionamento da OAB, Jardim afirma que “não é muito diferente” da opinião dele.

“Eu sou advogado. Se a OAB tem uma posição, não é muito diferente da minha. A posição clássica da OAB é justamente a garantia dos direitos individuais. Insisto, serão assegurados todos os direitos fundamentais. A intervenção federal, ao contrário do estado de defesa, não inibe as garantias fundamentais. Eles serão todos observados no trato concreto de caso a caso, conforme o mandado de busca e apreensão seja necessário para eixo aquele caso concreto”, disse o ministro.

Mandados coletivos nas comunidades do Rio
Mandados coletivos já foram autorizados e também suspensos pela Justiça em ações nas comunidades do Rio em anos interiores.

Em agosto de 2017, após solicitação da Defensoria Pública do RJ, o plantão do Judiciário do Rio determinou a suspensão imediata do mandado judicial de busca e apreensão coletiva no Jacarezinho, na Zona Norte, e em quatro favelas vizinhas.

O mandado coletivo havia sido expedido por uma juíza do Plantão Judiciário Noturno dez dias antes e autorizava a polícia a entrar em qualquer casa das comunidades. Segundo a Defensoria, o desembargador João Batista Damasceno aceitou o pedido por considerar que o mandado coletivo é uma grave violação do direito dos moradores dessas localidades.

Em 2014, quando as Forças de Segurança ocuparam o conjunto de favelas da Maré, na Zona Norte do Rio, policiais civis foram autorizados pela Justiça, por meio de mandado coletivo, a revistar casas no Parque União e Nova Holanda.

Em 2011, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) autorizou mandados de busca e apreensão coletivos para localidades da Vila Cruzeiro, na Penha, e do Complexo do Alemão.

G1

Dia Mundial da Justiça Social lembra 150 milhões de trabalhadores migrantes

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(foto: reprodução)

Tendo os trabalhadores migrantes como tema deste ano, celebra-se nesta terça-feira (20) a nível internacional o Dia Mundial da Justiça Social. Segundo o diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, o registro da data é importante porque “muitos dos 150 milhões de trabalhadores migrantes enfrentam exploração, discriminação, violência, e não têm acesso as mais básicas das proteções.” A informação é da ONU News.

Para o chefe da agência da ONU, a maioria das migrações atuais acontece devido à busca de oportunidades de trabalho, segurança e sobrevivência. Mas muitos trabalhadores migrantes “acabam presos a salários baixos, condições pouco saudáveis e seguras, e trabalho informal, onde não há respeito, muitas vezes, pelos direitos humanos”.

Ryder disse que estes desafios são especialmente verdadeiros para as mulheres, que compõem 44% dos trabalhadores migrantes. Um tratamento justo, segundo ele, “é essencial para preservar o tecido social e o desenvolvimento sustentável,” dos países que os acolhem.

Oportunidades para os dois lados

O diretor-geral da OIT lembrou a recente decisão da Assembleia Geral da ONU de criar um Pacto Global sobre Migração Segura, Regular e Ordenada como um fator positivo. Para ele, documentos como estes são necessários para responder aos desafios que as migrações colocam.

Ryder acredita que “se a migração de trabalhadores for bem justa, eficiente e bem administrada, pode trazer benefícios e oportunidades para os migrantes, as suas famílias, e as comunidades de acolhimento.”

O chefe da OIT disse ainda que este tipo de migração equilibra a procura e oferta de trabalho, contribui para os sistemas de proteção social, incentiva a inovação empresarial e enriquece as comunidades cultural e socialmente.

Agência Brasil

Lula apresenta recursos contra condenação no caso do tríplex

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A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva apresentou nesta terça-feira (20) embargos de declaração ao TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), corte que aumentou a pena do petista no caso do tríplex em Guarujá (SP) para 12 anos e um mês de prisão.

O recurso foi colocado no último dia permitido pelo tribunal, que já afirmou que a prisão de Lula será pedida com o fim do julgamento dos embargos, ainda na segunda instância. Agora, cabe ao relator, juiz federal João Pedro Gebran Neto, aceitar o recurso, elaborar o relatório e colocar os embargos para julgamento pela corte. Não há prazo determinado.

Os embargos de declaração pedem, apenas, esclarecimentos sobre a sentença, não podendo reverter a condenação. Como os três juízes federais responsáveis pelo julgamento – João Pedro Gebran Neto, Leandro Paulsen e Victor Laus- votaram de forma unânime, não foi possível apresentar embargos infringentes.

No dia 9 de fevereiro, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, relator da Lava Jato na corte, decidiu enviar ao plenário pedido de habeas corpus de Lula, após negar a solicitação em caráter liminar para evitar a prisão.

A decisão pode obrigar o Supremo a discutir novamente a possibilidade de prisão após a condenação em segunda instância. Cabe à presidente Cármen Lúcia marcar a data do julgamento.

Nesta quarta-feira (21), Lula realiza o primeiro ato de lançamento da sua candidatura em Belo Horizonte. A caravana na região Sul deve começar na cidade de Bagé (RS), no dia 19 de março.

CASO TRÍPLEX

Na ação apresentada pelo Ministério Público Federal, Lula foi acusado de receber R$ 3,7 milhões de propina da empreiteira OAS em decorrência de contratos da empresa com a Petrobras. O valor, apontou a acusação, se referia à cessão pela OAS do apartamento tríplex ao ex-presidente, a reformas feitas pela construtora nesse imóvel e ao transporte e armazenamento de seu acervo presidencial (este último ponto rejeitado pela Justiça).

Em julho de 2017, o petista foi condenado pelo juiz Sergio Moro a nove anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. No julgamento em que aumentaram a pena de Lula, em janeiro de 2018, os juízes federais do TRF-4 afirmaram que o conjunto das provas sustenta a acusação.

Folha Press

Após decisão do STJ, Wesley Batista deixará prisão, mas Joesley fica preso

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(foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu substituir a prisão preventiva dos irmãos Joesley e Wesley Batista por medidas cautelares. Na prática, com a decisão, Wesley deixará a prisão, já Joesley, para quem a defesa também pediu habeas corpus, continuará preso por ter um segundo mandado de prisão contra ele no STF ainda não julgado. A decisão é da sexta turma do STJ.

Wesley Batista está preso há cinco meses em São Paulo. A decisão judicial vai transferi-lo para a prisão domiciliar. Pela decisão do STJ, Wesley terá de “comparecer em juízo e manter endereço atualizado; ficará proibido de se aproximar e ter contato com outros réus e testemunhas; ficará proibido de ocupar cargo no conjuntos de empresas envolvidas no caso; ficará proibido de deixar o Brasil sem autorização; será submetido a monitoração eletrônica”.

Sócios da JBS, os empresários são acusados de usarem de modo indevido informações privilegiadas para lucrar no mercado.

Correio Braziliense

PTB desiste de indicar Cristiane Brasil para o Ministério do Trabalho

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(foto: reprodução/internet)

O PTB anunciou há pouco a desistência da indicação da deputada federal Cristiane Brasil (RJ) para o comando do Ministério do Trabalho. Em nota à imprensa divulgada hoje (20) no Twitter, o presidente nacional do partido e pai da deputada, Roberto Jefferson, atribuiu a retirada da indicação à “indecisão da ministra [do Supremo Tribunal Federal] Cármen Lúcia em não julgar o mérito neste primeiro semestre”.

Segundo a nota, a decisão do partido “visa a proteger a integridade de Cristiane e não deixar parada a administração do ministério”. O PTB ainda não anunciou o nome que substituirá Cristiane Brasil na indicação ao comando da pasta.

Atualmente, a pasta é comandada pelo secretário-executivo, Helton Yomura, que tem acumulado as duas funções.

Indefinição

A nomeação de Cristiane Brasil foi anunciada pelo presidente Michel Temer no dia 3 de janeiro, mas a deputada foi impedida de tomar posse por força de uma decisão liminar do juiz Leonardo da Costa Couceiro, da 4ª Vara Federal de Niterói, proferida em 8 de janeiro.

O magistrado acolheu os argumentos de três advogados que, em ação popular, questionaram se a deputada estaria moralmente apta a assumir o cargo, após ter sido revelado pela imprensa que ela foi condenada pela Justiça do Trabalho a pagar mais de R$ 60 mil a um ex-motorista, em decorrência de irregularidades trabalhistas. Em seguida, a posse também foi suspensa por decisões da segunda instância da Justiça Federal no Rio de Janeiro e pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia.

Na semana passada, Cármem Lúcia definiu que cabe à Corte decidir sobre a posse de Cristiane Brasil no Ministério do Trabalho. Essa decisão, no entanto, não provocou mudança da indicação por parte do governo. Na quarta-feira (14), o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, reafirmou que o governo não desistiria do nome da deputada para a pasta do Trabalho.

Agência Brasil

Temer já roubou muita coisa, mas meu discurso não vai roubar, ataca Bolsonaro

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Defensor da intervenção militar e do porte de arma, o pré-candidato à Presidência da República, deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), acusou o presidente Michel Temer (PMDB) de roubar seu discurso. “Temer já roubou muita coisa, mas meu discurso não vai roubar”, alfinetou.

Um dos votos favoráveis ao decreto da intervenção federal no Rio de Janeiro, Bolsonaro acredita que a medida seria apenas paliativa e defendeu o que chamou de “retaguarda jurídica”. “Votei a favor, mas se fosse eu teria feito diferente. Tem que ter retaguarda jurídica, que antes mesmo de levar o tiro, você almeja o inimigo”, afirmou.

Segundo ele, as Forças Armadas não terão como exercer adequadamente o seu trabalho. “É uma medida paliativa que vai durar entre 20 e 30 dias e depois vai voltar a tudo como é. Mas o que Temer fez foi uma intervenção politica. Ele agora esta sentado, deitado… Vou torcer que dê certo. Se der errado, vai jogar no colo das Forças Armadas”.

Bocão News

Rui anuncia editais com R$ 98 milhões para agricultura familiar

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(foto: divulgação)

Quatro editais de apoio à agricultura familiar, por meio do Projeto Bahia Produtiva, serão lançados na próxima semana. A informação foi divulgada pelo governador Rui Costa, ao lado do secretário de Desenvolvimento Rural, Jerônimo Rodrigues, durante o #PapoCorreria, transmitido ao vivo pelo Facebook, nesta terça-feira (20). Os editais representam um investimento de R$ 98 milhões.

Dois editais são voltados às agroindústrias da agricultura familiar, com lançamento marcado para a próxima segunda (26), no Salão de Atos da Governadoria, em Salvador. O primeiro vai investir R$ 20 milhões em projetos para recuperação de agroindústrias. Já o segundo destinará R$ 60 milhões ao apoio à formação de alianças produtivas territoriais.

“Nós fizemos um levantamento daquelas agroindústrias que estão paradas há pelo menos 20 anos e vamos apoiar para que volte a funcionar, gerando emprego e renda. São casas de farinha, unidades de mel, laticínios. Queremos colocar tudo para funcionar”, afirmou Rui.

Outros dois editais, cada um com investimento de R$ 9 milhões, vão selecionar projetos socioambientais para comunidades quilombolas e povos indígenas. O lançamento será realizado na terça (27), no auditório da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), no Centro Administrativo da Bahia (CAB).

Os editais estarão disponíveis no site da SDR após o lançamento. As propostas podem ser apresentadas a partir do dia 1º de março. “Todos os projetos terão o crivo técnico para serem aceitos”, acrescentou Rui.

Desenvolvimento rural

Na ocasião, Jerônimo destacou o impacto que o Governo do Estado vem provocando no rural baiano, levando desenvolvimento para todos os Territórios de Identidade. “Estamos fazendo uma agenda muito positiva com prefeitos, cooperativas, associações e consórcios. É uma alegria estar convidando o povo para a gente lançar mais quatro editais”.

Nos últimos três anos, nove editais do Bahia Produtiva foram lançados, no valor de R$ 163 milhões. O projeto é executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa vinculada à SDR, por meio de acordo de empréstimo entre o Governo do Estado e o Banco Mundial.

Secom-BA

Intercâmbio técnico sobre caprinovinocultura é realizado na comunidade de Cipó, distrito de Juremal

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(foto: divulgação)

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Pecuária Tiano Felix, e equipe técnica participaram nesta segunda-feira (19), na comunidade de Cipó, distrito de Juremal de treinamento e boas práticas voltadas para os caprinovinocultores da associação de Lagoa do Boi (Juazeiro) e de Tanque Novo (Casa Nova).

A ação que é uma iniciativa do Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA) em parceria com a ADEAP, teve como objetivo apresentar atividades de sucesso de produção de forragem e fabricação de queijo de cabra, para servir de modelo para as comunidades convidadas. “Estamos vivenciando experiências de sucesso que servirão de modelos para as comunidades que estão participando desse intercâmbio. A secretaria é parceira dessa ação, através do suporte técnico e das ações implantadas e já encaminhadas na zona rural do município”, explicou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Pecuária, Tiano Felix.

Durante o encontro, o grupo conheceu o quintal produtivo de palma forrageira, implantado na localidade e que integra o programa municipal ‘Palmas Para Juazeiro’ e, segundo o diretor de Pecuária, José Wilson Chaves (Chaveco), “o projeto tem oportunizado aos produtores locais, suplemento alimentar para os animais em período de forte estiagem”. O grupo também visitou uma plantação de milho – cuja finalidade é a produção de silagem para alimentação dos rebanhos, e receberam informações de boas práticas sobre a ordenha higiênica e a fabricação de queijo com leite de cabra, além de conhecerem as instalações da Casa de Rações da comunidade.

Na ocasião, o vice-presidente da Associação Comunitária de Cipó, José Lindomar Nunes Pereira falou sobre o nível de organização e as conquistas alcançadas na comunidade. “São 31 anos de associação, beneficiando cerca de 35 famílias. Focamos no setor da caprinovinocultura, em especial na produção de forragens (milho, sorgo, leucena, palma) que garantem a alimentação dos nossos rebanhos durante o ano. É um prazer poder servir de modelo para as associações de outras comunidades”, disse.

O encontro foi finalizado com a explanação sobre o Selo de Inspeção Municipal (SIM) de Juazeiro. “O projeto de lei foi aprovado e passou pelo clivo do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS). A ADEAP possui parte da equipe que atuará no SIM, agora estamos aguardando a nomeação do médico veterinário, através do processo seletivo para iniciarmos o trabalho – condicionante do MAPA para o funcionamento do serviço”, informou o secretário Tiano Felix.

Lene Radina/ADEAP

Dois corpos carbonizados são encontrados dentro de veículo na zona rural de Petrolina

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(foto: reprodução/TV Grande Rio)

Dois corpos carbonizados foram encontrados na manhã desta terça-feira (20), dentro de um veículo em uma estrada de terra, nas proximidades do Projeto de Irrigação N-9, na zona rural de Petrolina.

De acordo com as informações do site G1, a polícia suspeita que as duas pessoas não tenham sido mortas no local onde os corpos foram localizados. Os criminosos atearam fogo no carro, que tem placa de Juazeiro, usando uma substância inflamável tipo gasolina.

 

O Instituto Médico Legal (IML) de Petrolina esteve recolhendo os corpos carbonizados. A identidade das vítimas é desconhecida.

Da Redação