Preto no Branco

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Tolerância zero aos sujões: “Não tem vergonha de sujar a cidade e não honra a classe de carroceiro” critica leitor

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Mais um. Mais um flagrante de descarte irregular de lixo, no Bairro Alto do Cruzeiro, em Juazeiro, problema recorrente e abominado pela maioria dos munícipes.

“Não tem vergonha de sujar a cidade?”, questionou o leitor.

Segundo informação do leitor, o mesmo carroceiro já costuma fazer o descarte no local. Ele pediu ações mais enérgicas do poder público e protestou: “Rapaz, isso não existe não. A SESP limpou tudo aí, até no feriado trabalharam e deixaram tudo limpo”.

 

Redação PNB

Senhor do Bonfim: Segunda noite do São João, Minha Paixão 2025 é marcada por shows inesquecíveis; confira prgramação completa

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A segunda noite do São João, Minha Paixão 2025 foi mais uma prova de que Bonfim é, de fato, a capital baiana do forró. Nesta sexta-feira (20), o Parque da Cidade foi palco de uma programação vibrante com shows de Hebert Lopes, revelado no Festival de Música Bonfinense, Léo Foguete, Lara Amélia e o aguardado Zé Vaqueiro, que levantou o público com um espetáculo emocionante.

O prefeito Laércio Júnior celebrou o sucesso e reforçou o ritmo da programação: “Amanhã a festa começa cedo lá no Polo Assis do Acordeon, na Praça Nova do Congresso, e vai até a madrugada no Parque. Em Bonfim é assim: da praça pro parque e do parque pra praça! Aqui é a cidade da maior sanfona do mundo e do melhor São João da Bahia!”

O cantor Zé Vaqueiro, pela terceira vez consecutiva na festa, agradeceu. “É sempre um prazer fazer parte do São João de Senhor do Bonfim. Cada vez é um show mais lindo!” Já Lara Amélia comemorou a energia do público. “Até a chuva deu uma trégua pra deixar a festa ainda mais animada!”

Aprovação

E não foram só os artistas que avaliaram a festa  de forma positiva, o público também aprovou. Bonfinense de coração, Leandro Rocha destacou a organização e diversidade da festa. “Amo o São João de Bonfim. É tudo bem feito e tem atração pra todo gosto!”. Já a comerciária Iolanda Lisboa não escondeu a empolgação. “Vim só pra ver Zé Vaqueiro de perto, e valeu a pena cada minuto!”

A festa em Senhor do Bonfim é realizada pela Prefeitura Minicipal, através da Secretaria Municipal de Cultura e conta com a parceria do Governo do Estado, por meio da Superintendência de Fomento ao Turismo (Sufotur). Confira a programação dos próximos dias:

21/06 (Sábado)

Espaço Assis do Acordeon

13h – Banda de Pífano

13h30 – Ballet Cynthia Ramos

14h – Mylla Christie

16h – Sandrinho do Acordeon

18h – Santana

Espaço Gonzagão

21h – Dhessica Menezes

23h – Seu Desejo

01h – Ávine Vinny

03h30 – Xand Avião

22/06 (Domingo)

Espaço Assis do Acordeon

13h – Banda de Pífano

13h30 – Samba de Lata

14h – Samuel Bernardo

15h – Guilherme Dantas

17h – Forró dos Plays

19h – Cicinho de Assis

Espaço Gonzagão

20h30 – Thyago Oliveira

22h – Calcinha Preta

00h – Jonas Esticado

02h – Mari Fernandez

23/06 (Segunda-feira)

Espaço Assis do Acordeon

13h – Banda de Pífano / Garotas da Melhor Idade

13h30 – Ballet Katiane Lima

14h – Dois Amores

15h – Dudu Negreiro

16h – Chambinho do Acordeon

18h – Flávio José

Espaço Gonzagão

20h30 – Adriano Lira

22h – Pablo

00h – Vitor Fernandes

02h – Fulô de Mandacaru

04h – Murilo Huff

24/06 (Terça-feira)

Espaço Assis do Acordeon

13h – Banda de Pífano / Garotas da Melhor Idade

13h30 – Grupo Urupês – Casamento Matuto

14h – Henrique Sanfoneiro

16h – Eline Martins

18h – Dorgival Dantas

20h – Guilherme Dantas

22h – Menina Forrozeira

Ascom/PMSB

 

Força invisível, mas essencial: Por trás do palco centenas de trabalhadores fazem o São João de Petrolina acontecer

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Enquanto artistas sobem ao palco e o público vibra com cada apresentação no Pátio de Eventos Ana das Carrancas, uma força invisível, mas essencial, movimenta a engrenagem que faz do São João de Petrolina um dos maiores do Brasil. São centenas de trabalhadores envolvidos diretamente na realização do evento, atuando em diferentes frentes para que cada noite de festa ocorra com segurança, organização e sucesso.

A operação começa bem antes da abertura dos portões. Técnicos de som, iluminação e montagem, eletricistas, carregadores, motoristas, equipes de limpeza, segurança, saúde e apoio geral formam uma estrutura robusta que funciona como um verdadeiro espetáculo à parte. Somam-se a esse time os servidores municipais de diversas secretarias, como Turismo, Social, Saúde, Trânsito e Comunicação, além de agentes das forças de segurança municipal e estadual, e empresas terceirizadas.

Entre os profissionais que vivem a rotina intensa da estrada e dos palcos está Otávio Simões Marinho, roadie da banda do cantor Léo Santana. “A minha função é organizar os instrumentos em cima do palco e montar toda a bateria da banda. Somos os primeiros a chegar no evento. Hoje foi por volta das 19h, e somos os últimos a sair. Às vezes a gente já vem direto para a festa. Tenho que deixar tudo na perfeição para quando Léo chegar, só subir no palco e fazer uma belíssima apresentação”, destaca Otávio. Ele ressaltou ainda que Petrolina está de parabéns pela forma como recebe os artistas e as equipes técnicas.

Outro que conhece bem os bastidores é Jonathan Cardoso, segurança que atua no apoio direto aos artistas, na área dos camarins. Segundo ele, a logística e o respeito ao trabalho de quem está por trás das cortinas são fundamentais para o sucesso da festa. “Trabalho nessa área há anos e posso dizer que o São João de Petrolina é um dos mais organizados que já participei. A gente se sente valorizado e isso reflete na segurança e tranquilidade dos artistas e da equipe”, comenta Jonathan.

Nos bastidores, a dedicação dessas equipes é constante. São eles que enfrentam longas jornadas, lidam com imprevistos e operam silenciosamente para que o público possa aproveitar a festa com tranquilidade. Mesmo longe dos holofotes, esses profissionais são protagonistas de uma festa que se tornou referência em todo o Brasil.

Ascom/PMP -Luzete Nobre/Fotos: Alexandre Justino

Restaurante de Juazeiro participa do Panela de Bairro neste sábado (21); votação popular define prato vencedor

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O município de Juazeiro (BA) é uma das estrelas na edição junina do Troféu Panela de Bairro, competição gastronômica promovida pela TV Bahia. O programa, que visa apresentar as riquezas turísticas e culinárias da cidade, vai ao ar neste sábado (21), às 11h45. Como parte da disputa, o projeto contará com votação popular para escolher o prato vencedor.

Representando Juazeiro, a chef comunitária Virnna Larissa, do restaurante Dona Dendê, apresenta o peixe cari, típico da região do São Francisco, em três preparos: ensopado, moqueca e frito.

A votação será aberta neste sábado (21) e segue até a próxima semana, dia 27. O link para votação será disponibilizado no site do programa: https://redeglobo.globo.com/redebahia/panela-de-bairro/

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O apresentador Dalton Soares desembarcou na cidade em maio, realizando gravações em pontos tradicionais, como o bairro Angari e a comunidade do Rodeadouro. Na tela da Globo, o Panela de Bairro vai apresentar o Samba de Véio, tradição centenária da região, e contará com a participação do forrozeiro e secretário de Cultura, Turismo e Esportes de Juazeiro, Targino Gondim.

A receita juazeirense concorre com mais dois fortes candidatos: os municípios de Curaçá, representado por Adelmário Coelho – que chega com uma receita de “sushi nordestino”, feito com carne de bode e macaxeira – e de Ipirá, onde o cantor Verlando Gomes, da banda Flor Serena, apresentou a receita de paleta de cordeiro com farofa d’água.

A votação popular será aberta logo após a exibição do programa e o prato vencedor será revelado ao vivo em uma edição especial do Panela de Bairro, no dia 5 de julho.

Ascom PMJ

Caminhada de mulheres lésbicas protesta contra violências e racismo

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Como parte das atividades da semana da diversidade que precede a 29ª edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, foi realizada neste sábado (21) a 23º Caminhada de mulheres lésbicas e bissexuais de São Paulo. Com concentração no Largo do Paissandú, às 13h, o grupo caminhou até a Praça da República com o objetivo de trazervisibilidade às lutas das mulheres lésbicas e bissexuais para direitos, cidadania e reconhecimento de sua existência.O evento contou com saudações de organizações, coletivos lgbt+, feministas, representantes do poder público, de entidades da sociedade civil, além de atrações musicais.

“A ideia da caminhada surgiu em 2003 a partir do Seminário Nacional de Lésbicas que decidiu sair das discussões e fazer um ato publico. Mulheres saindo em caminha para visibilizá-las dentro desse semana da diversidade, porque até então não eram tão vistas. Foi para lutar por visibilidade que seguimos carregando a nossa bandeira em um dia de luta e diversão para celebrar nossa existência, nossa, vida e reivindicar nossos direitos”, disse Cinthia Abreu, organizadora da caminhada.

De acordo com a organização, em sua 23ª edição, a Caminhada de Mulheres Lésbicas e Bissexuais de São Paulo se consagra como um dos principais marcos de luta e visibilidade de mulheres lésbicas e mulheres bissexuais no mês do Orgulho LGBTQIA+ na cidade, consolidando-se como um potente ato político de resistência e insurgência.

“Seguimos ocupando as ruas em defesa intransigente da democracia e contra todas as formas de opressão: o patriarcado, o sexismo, o racismo, a lesbofobia e a bifobia. Caminhamos firmes, coletivamente, afirmando nossas existências, nossas resistências e nossas conquistas. Exigimos  justiça, dignidade e plenos direitos para todas as mulheres lésbicas e bissexuais”.

Manifesto

Durante o ato, foi lançado o Manifesto 23ª Caminhada de Mulheres Lésbicas e Bissexuais de São Paulo 2025 Por uma vida livre das violências e do racismo! Em defesa da democracia e sem anistia aos golpistas!, dizendo que“a lesbofobia e o racismo não apenas se entrecruzam, mas operam como forças estruturais de exclusão que violentam diariamente, principalmente as mulheres negras lésbicas e nossa comunidade como um todo, negando-lhes o acesso à educação de qualidade, ao mercado de trabalho e à cidadania”.

Segundo do manifesto, as políticas públicas não protegem e ignoram essas pessoas, já que casos de lesbocídios crescem exponencialmente a cada ano. “Nesses casos, o silêncio e a invisibilidade imperam permitindo e também promovendo crimes de ódio com requintes de crueldade. Vamos honrar suas memórias tanto neste manifesto quanto em todas as nossas lutas diárias, como mulheres que poderiam, e ainda podemos, ter o mesmo destino que elas. Recusamos esse cenário para as nossas vidas e para toda a sociedade”, afirma o texto.

Direitos

A diarista Luciana Cabral, 42 anos, participou da caminhada ao lado da companheira e professora de educação física Paloma Cesáreo Cabral, de 39 anos.

Elas são casadas há duas décadas e entendem como essencial a participação em atos públicos.

Paloma também lembra da importância do diálogo com as famílias. Ela conta que alguns parentes invalidam o sentimento existente entre mulheres lésbicas: “Estamos casadas há 20 anos e eles ainda estão esperando a gente virar amiga.”

Para a cineasta Alice Leal Chiappetta, 24 anos, a caminhada é uma oportunidade de levar para as ruas uma luta que não pode ficar restrita às redes sociais. “Precisamos dessa união política, essa humanização de nós mesmas, nos conhecermos para fora das redes, entender tudo que as mais velhas já lutaram e não perder isso”, ressalta.

Agência Brasil

“Não foi a comida, foi a ignorância – um chamado à união diante da ofensa”, por Rivelino Liberalino

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Hoje, ao percorrer as redes sociais, me deparei com uma cena que, mais do que surpreender, feriu. Uma backing vocal da banda dos artistas Zezé de Camargo e Luciano, ao referir-se à comida servida na querida cidade de Floresta, ousou classificá-la como “lavagem”.

Não escrevo movido por vaidade de representar um povo, mas por gratidão a ele. Falo como alguém que conhece o solo quente e generoso do Sertão pernambucano, que já foi recebido nas casas humildes e altivas daquele povo que serve com fartura o que tem – e o que é. Em Floresta, não se serve comida: serve-se dignidade em forma de sustança, afeto no tempero, acolhimento em cada colher. Lavagem? Só se for de alma.

A criatura infeliz que lançou tal impropério talvez ignore que palavra dita e pedra lançada não voltam atrás. E lançada foi, no instante mais delicado da cultura nordestina, num momento em que tantos de nós sentimos a perda de espaço, o desdém pelas nossas raízes, o silenciamento das nossas vozes. A fala não foi só infeliz – foi cruel. Porque despreza, numa frase, séculos de resistência, sabores herdados, histórias cozidas em fogo lento, sob o céu de Floresta.

Mas não confundamos um ato isolado com um povo. Não se responda a ignorância com ódio. Ao insensato, dá-se a estrada – mas ao Brasil, oferece-se consciência. Não é hora de cavarmos abismos entre “nós” e “eles”. Não é Nordeste contra Sul, não é sertão contra cidade. Antes de sermos sulistas, nortistas, do centro-oeste ou do litoral, somos um só povo: o povo brasileiro. Um povo que sofre junto, que chora junto, que reparte a pouca farinha quando um irmão tem fome. Foi assim quando o Sul precisou. Foi assim quando o Norte gritou. É assim que o Brasil é bonito.

Floresta e seu povo são a síntese do que há de mais nobre em nós. Em cada panela no fogo, há mais que sustento – há memória, afeto, fé e resistência. Porque o que se cozinha no Sertão não é só comida: é pertencimento. E quem despreza isso, despreza muito mais do que um prato – despreza um país inteiro.

É hora de acordar. De enxergar como somos manipulados, fragmentados, distraídos enquanto desmontam nossos valores. Há um projeto em curso – e ele não quer apenas dividir regiões. Ele quer separar irmãos. Quer zombar da nossa arte, da nossa música, da nossa cozinha, da nossa fé. Mas não permitiremos. Não com silêncio. Não com indiferença.

Euclides da Cunha, do alto de sua lucidez, já nos advertia: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte”. E é com essa fortaleza que respondemos – com altivez, com ternura, com dignidade.

Que esse episódio, tão pequeno diante da grandeza do povo nordestino, sirva como espelho. Para que reflitamos. Para que despertemos. Para que, ao invés de alimentar a discórdia, reacendamos o que temos de mais precioso: nossa consciência de povo.

E que Floresta, com sua beleza autêntica, sua mesa farta e sua alma quente, siga sendo exatamente o que sempre foi: um santuário de afeto no coração do Brasil.

Por Rivelino Liberalino, advogado

Arraiá do HU-Univasf: alegria da festa junina é compartilhada com pacientes e acompanhantes

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O Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf) se transformou em um verdadeiro arraial nesta quarta-feira (18), trazendo a alegria e o calor das festas juninas para pacientes, acompanhantes, estudantes e colaboradores.

O tradicional “Arraiá do HU” proporcionou momentos de leveza e descontração em meio à rotina hospitalar, com a participação especial de músicos, dançarinos e profissionais voluntários que doaram seu talento para a causa.

A iniciativa, que é organizada pelo Comitê de Humanização e já se tornou um marco no calendário do hospital, teve como objetivo principal oferecer um respiro e um ambiente mais acolhedor para aqueles que passam longos períodos internados ou que dedicam suas vidas ao cuidado com o próximo. Corredores e áreas comuns foram tomados por bandeirolas coloridas, balões e elementos típicos da festa de São João, criando uma atmosfera festiva e convidativa.

O cantor e acordeonista Elisson Castro apresentou um repertório típico junino, incluindo forró pé de serra, xote e baião, contando com o apoio do farmacêutico Silvio Leandro Gonçalves e do residente em Enfermagem Antonio Celestino nos instrumentos musicais e da médica Teresa Lacerda que se caracterizou especialmente para a ocasião. As melodias contagiantes animaram a todos, com pacientes e acompanhantes batendo palmas e até arriscando alguns passos de dança, dentro de suas possibilidades e sob o encantamento das coreografias de membros da Quadrilha Junina Danado de Bom. “Esses momentos trazem até mais tranquilidade para o paciente, sei bem o quanto é importante essa ação, ultimamente passo mais tempo no HU do que em casa, pelo fato de meu esposo estar internado. Gratidão por tudo, pelo acolhimento, profissionais super atenciosos”, agradeceu Inês Menezes, acompanhante de paciente internado no HU-Univasf.

Além da música, o Arraiá contou com uma variedade de comidas típicas juninas, como milho cozido, cuscuz, mungunzá e paçoca, gentilmente preparadas por profissionais da cozinha hospitalar. A distribuição dos quitutes trouxe um gostinho de casa e de celebração para todos os presentes. “É maravilhoso participar mais uma vez deste momento transformador, fazendo esta contribuição com a música. Saio presenteado também com muita emoção e carinho de toda a comunidade hospitalar. É um compromisso que eu não abro mão, pois sei da importância na vida das pessoas que aqui se encontram”, reconheceu Elisson Castro.

 

Ascom

Terminais do BB passam a fornecer comprovantes por WhatsApp

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Agências da Caixa abrirão neste sábado para saque do FGTS

Os clientes do Banco do Brasil que usarem os caixas eletrônicos podem contribuir para a preservação do meio ambiente. Os terminais de autoatendimento do banco passaram a fornecer o comprovante de depósito em dinheiro pelo WhatsApp.

A opção é facultativa. O cliente, ao depositar dinheiro nos terminais, pode escolher se receberá o comprovante impresso ou pelo WhatsApp.

Após fazer o depósito, o cliente deverá selecionar a opção “Enviar por WhatsApp” e, em seguida, escolher o número de celular cadastrado no BB para envio do comprovante da operação. A mensagem será enviada ao número escolhido.

A nova funcionalidade integra a agenda ambiental, social e de governança (ASG) do banco.

“A iniciativa está alinhada às diretrizes sustentáveis do banco, que busca constantemente soluções que gerem valor para a sociedade e para o planeta”, informou o BB em nota.

Segundo ainda o BB, a solução tecnológica reforça a integração entre os canais físicos e digitais da instituição financeira. Além de fornecer mais comodidade, agilidade e segurança, o envio dos comprovantes pelo aplicativo de mensagens mais usado pelos brasileiros fortalece a inclusão digital.

O principal benefício, de acordo com o banco, será para o meio ambiente. Ao reduzir o consumo de papel, a iniciativa diminui a necessidade de reposição de insumos nos terminais e barateia os custos para a instituição financeira.

 

Agência Brasil

Universidades apresentam produção científica durante International Coop Semiárido (ICS)

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As universidades vêm contribuindo significativamente para o desenvolvimento de tecnologias e promoção do desenvolvimento social, econômico e cultural do Semiárido Brasileiro. Durante o International Coop Semiárido (ICS), que vai acontecer em Juazeiro-BA e Petrolina-PE, entre os dias 31 de julho e 02 de agosto, professores de universidades, a exemplo da UNIVASF, UNEB e UPE vão coordenar workshops e moderar painéis sobre o desenvolvimento e adaptação às mudanças climáticas no Semiárido brasileiro. As palestras, seminários, dinâmicas paralelas (workshops) e painéis de discussão, que serão apresentadas no Complexo Multieventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco – UNIVASF, em Juazeiro, vão tratar de temas como tecnologia e inovação para o crescimento sustentável, mudanças climáticas, educação, economia e avanços sociais. Participam também das discussões, especialistas em recursos hídricos, agricultura, energia renovável e desenvolvimento sustentável de vários países.

Segundo a professora da Universidade do Estado da Bahia – UNEB, Herbênia Cruz, o ICS promete ser uma oportunidade para discussão dos desafios do Semiárido em áreas diversas do conhecimento. “Até o final do evento, vamos participar da elaboração do documento final, o manifesto ICS, a ser apresentado na 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em Belém (PA), em novembro de 2025”, ressaltou.

A bacharel em Ciências Biológicas/Ciências Ambientais e docente da Universidade de Pernambuco (UPE) campus Petrolina, Elâine Maria dos Santos Ribeiro, também aguarda o ICS com as melhores expectativas. “O setor cooperativo é uma das bases da economia solidária, sua atuação promove a melhoria da qualidade de vida dos envolvidos e desenvolvimento local. Espero que o evento maximize a valorização do setor, especialmente no que diz respeito ao papel da educação para valorização da cultura e biodiversidade que geralmente fazem parte dos produtos dos cooperados”.

O analista Ambiental Sênior do Núcleo de Ecologia e Monitoramento Ambiental da Universidade Federal do Vale do São Francisco (NEMA/Univasf), Fabricio Santos, destacou ainda a importância do evento, evidenciando que será um momento de reunir quem está pesquisando, vivendo e atuando no Semiárido para pensar soluções reais e aplicáveis. “Espero que os debates e oficinas contribuam com propostas concretas que reflitam a diversidade e a força da região, em consonância com os grandes desafios globais”, frisou.

O International Coop Semiárido (ICS) faz parte do conjunto de projetos e iniciativas brasileiras em comemoração ao Ano internacional das Cooperativas (2025), proclamado pela Organização das Nações Unidas (ONU). O evento é realizado pela WEX com apoio das instituições do Sistema OCB, em Pernambuco e Bahia. Site para Inscrições e mais informações: www.ics.coop.

CLAS Comunicação & Marketing