Preto no Branco

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“Inaceitável!”: Das 50 bicicletas apreendidas em operação da AMMPLA/Petrolina, apenas 2 eram motorizadas, diz Vereador Gilmar Santos

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O Vereador Gilmar Santos (PT), através das redes sociais, manifestou sua indignação com o resultado da operação realizada em Petrolina, Sertão de Pernambuco, no último dia 27 de julho, que tinha como objetivo recolher bicicletas motorizadas que estariam sendo utilizadas de forma irregular. A ação foi da Secretaria Municipal de Segurança Pública e da Autarquia Municipal de Mobilidade que levaram os equipamentos o pátio da AMMPLA.

Segundo o vereador, das 50 bicicletas devolvidas, apenas duas eram motorizadas.

“Mesmo assim, muitos jovens sofreram violência e humilhação. Teve mãe chorando, perdendo o dia de trabalho, jovem sendo tratado como criminoso. A gente reconhece a importância de fiscalizar infrações e impedir que jovens, não habilitados, usem bicicletas motorizadas. Mas apreender bicicletas não motorizadas, e de forma violenta, é inaceitável! Não queremos um Estado que só chega para PUNIR. Cadê as ações de prevenção, com esporte, cultura, lazer? Cadê a escuta das periferias?”, questionou Gilmar Santos.

Operação

De acordo com a AMMPLA, a operação visava prevenir o uso das bicicletas motorizadas por adolescentes. Ao todo, 45 termos de compromisso, documento assinado pelos pais dos jovens, foram emitidos. A Operação contou com o apoio da Guarda Civil Municipal (GCM), da Vara da Infância e da Juventude de Petrolina, do Ministério Público e  do 2º Batalhão Integrado Especializado (2º BIESP) e do 5° Batalhão da Polícia Militar (5° BPM).

Reação de Gilmar Santos

Logo após a operação, o parlamentar destacou sua importância: “Apoiamos sim a fiscalização e o controle sobre quem faz essa barulheira. Você não pode querer se divertir, ir e vir, tirando o sossego das outras pessoas. E nesse sentido nós apoiamos a operação”.

No entanto, Gilmar Santos fez algumas questionamentos sobre a ação.

“As perguntas que não querem calar: por que apreender as bicicletas não motorizadas? Quais as infrações? Quais as provas? Por que apreender as bicicletas desses adolescentes sem que órgãos de proteção de direitos, como o Conselho Tutelar, Defensoria Pública, Ministério Público, estivessem presentes fazendo as devidas mediações? Nós temos conhecimento de que um jovem autista foi abordado e teve sua bicicleta apreendida sem qualquer consideração do agente de segurança sobre a sua condição especial”, questionou.

O Vereador chamou atenção ainda para a falta de opções de lazer e esporte dirigidas aos jovens das periferias.

“O que a prefeitura tem ofertado na área de esporte e lazer para essa juventude que gosta de bicicleta? Criem um programa para ocupação de algumas vias nos finais de semana ou criem um centro voltado para esses encontros. Isso vai evitar muito tanto a perturbação, os riscos e a criminalização dos jovens das periferias. Nossos jovens não praticam infração ou até crimes simplesmente porque querem. A ausência do poder público com educação, cultura, esporte e lazer, muitas vezes abre caminho para essa cultura da violência. Nunca é demais lembrar que a juventude que faz esse ‘rolezinho’ de bicicleta pela cidade é a juventude periférica, negra, pobre, que busca através dessa ação fazer o que o poder público não faz, que é oportunizar alguma diversão para quem convive com o abandono. Quer dizer então que violentos e desordeiros são apenas os jovens das nossas periferias? Quando o poder público, a prefeitura, organiza a orla, garante segurança na orla e abandona as nossas periferias, isso não é violência, isso não é promover a desordem? Nós não queremos deixar de reconhecer a importância dessa ação sobre os condutores das bicicletas motorizadas. mas compreendo que essa ação poderia ter sido melhor construída, evitando, portanto, violações de direitos desnecessárias”, observou Gilmar.

Ele concluiu se solidarizando com os jovens alvos da operação, afirmando que está buscando explicações junto aos órgãos responsáveis.

“Expresso aqui a minha solidariedade aos jovens que tiveram seus direitos violados. Nós estamos notificando os órgãos responsáveis para que nos apresentem explicações. Vamos acionar também a Defensoria Pública, o Ministério Público. Vamos auxiliar juridicamente os jovens envolvidos nessa operação e exigir que a nossa juventude tenha mais oportunidade e que a nossa população conviva com uma cultura de respeito, igualdade e de paz”, concluiu.

 

 

Redação PNB 

 

Além da prisão de Bolsonaro, PF faz buscas na casa do ex-presidente e confisca todos os celulares presentes na residência; ele está proibido de receber visitas

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A Polícia Federal está cumprindo, na noite desta segunda-feira (4), a medida do Ministro Alexandre de Moraes (STF), que prevê o confisco de todos os celulares presentes na residência do ex-presidente Bolsonaro.

Moraes decretou a prisão domiciliar de Bolsonaro, que também está proibido de receber visitas.

O motivo foi o descumprimento de medidas cautelares, incluindo a não aparição em redes sociais. Neste domingo (3), durante as manifestações, Bolsonaro apareceu em diversos perfis e vídeos fazendo acenos aos apoiadores.

“Não há dúvidas de que houve o descumprimento da medida cautelar imposta a Jair Messias Bolsonaro”, escreveu Moraes.

Redação PNB

Ministro Alexandre de Moraes decreta prisão domiciliar de Jair Bolsonaro

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (4) a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O motivo foi o descumprimento de medidas cautelares, incluindo a não aparição em redes sociais. Neste domingo (3), durante as manifestações, Bolsonaro apareceu em diversos perfis e vídeos fazendo acenos aos apoiadores.

“Não há dúvidas de que houve o descumprimento da medida cautelar imposta a Jair Messias Bolsonaro”, escreveu Moraes.

Redação PNB

Oportunidade: 1º Feirão de Empregos de Juazeiro acontece dia 12 de agosto com expectativa de mais de 500 vagas para a população

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A Prefeitura de Juazeiro, por meio da Agência de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (ADEER), definiu uma nova data para o 1º Feirão de Empregos de Juazeiro – Conectando Talentos ao Mercado. O evento será realizado no dia 12, das 10h às 19h, no Juá Garden Shopping e foi pensado para oferecer uma estrutura ainda mais confortável e dinâmica, fortalecendo a conexão entre candidatos e empregadores.

O objetivo do evento é aproximar candidatos e empresas, oferecendo vagas de emprego, cadastro de currículos, intermediação para estágios e primeiro emprego, além de orientação profissional e outros serviços voltados à empregabilidade e qualificação. Para participar, os interessados devem comparecer ao local portando um documento de identificação com foto e o currículo impresso. O Feirão é gratuito e aberto a toda a população.

A expectativa da ADEER é a de que mais de 500 pessoas compareçam ao evento ao longo do dia, em busca de uma nova oportunidade profissional. A iniciativa é voltada tanto para quem busca o primeiro emprego, quanto para profissionais que desejam mudar de área ou crescer na carreira.

De acordo com Tércio Tolentino, diretor-presidente da ADEER, o evento foi pensado para alcançar o maior número de pessoas e fazer essa ponte entre candidatos e empresas. “Nós preparamos tudo com muito cuidado para acolher quem está em busca de novas oportunidades. Essa é uma iniciativa que valoriza o trabalhador e fortalece a economia do município”, destacou.

Realizado pela Prefeitura de Juazeiro, o Feirão conta com o apoio de entidades representativas do setor produtivo e comercial, como CDL, AEDISF, ACIAJ, SINDILOJAS e SPRJ, além de parceiros como o Juá Garden Shopping, TV São Francisco/Rede Bahia, IEL e SINE Bahia.

Credenciamento das Empresas-Empresas de todos os portes, com vagas abertas para empregos formais, estágios e oportunidades para o primeiro emprego, podem se inscrever. O novo prazo para inscrição vai até o dia 7 de agosto, e pode ser feita de forma presencial, na sede da ADEER ou por meio de formulário eletrônico: https://forms.gle/haxJCDHKH162MHrJ7.

Para mais informações, os interessados podem procurar a sede da agência ou acompanhar os canais oficiais da Prefeitura de Juazeiro.

 

 

Ascom PMJ/ADEER

Travessia Urbana de Juazeiro: Demolição da banca será iniciada no dia 22 de setembro, informa DNIT

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Na última quinta-feira (31), uma reunião entre representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), da CLC, empresa responsável pela obras da Travessia Urbana de Juazeiro, e da gestão municipal definiu o cronograma para demolição da banca que divide o centro e o bairro Santo Antônio, na extensão da cabeceira da Ponte Presidente Dutra, em Juazeiro.

De acordo com o DNIT, a demolição da banca será iniciada no dia 22 de setembro e a partir do dia 15 de setembro serão realizados testes operacionais nas rampas de acesso à ponte, sentido Petrolina, e na rampa de descida para a Avenida Raul Alves, Juazeiro.

No período de testes a sinalização já estará instalada e haverá restrição para o tráfego de veículos pesados, informou o departamento.

A previsão é que esta etapa da obra tenha duração aproximada de um ano.

Na reunião, informou o DNIT, “os participantes discutiram um plano de ação para minimizar os transtornos causados pelas mudanças no tráfego, principalmente de veículos pesados, e avaliaram rotas alternativas e a implantação de sinalização para garantir a segurança viária durante o período das intervenções”.

Redação PNB, com informações Ascom/ DNIT

Leitor questiona: “Estabelecimentos comerciais podem recusar pagamento em Pix ou cartão?”; Advogado responde

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Um leitor do PNB fez contato com nossa redação para questionar o fato de uma empresa de odontologia em Juazeiro não aceitar pagamentos via Pix ou cartão. Ele criticou a empresa por recusar essas formas de pagamentos amplamente usadas na atualidade.

“Considero um descaso com o consumidor e uma total falta de preocupação em facilitar a experiência do cliente. Atualmente, Pix e cartões são os meios mais utilizados pela população brasileira, sendo aceitos até por pequenos comerciantes e ambulantes. É inadmissível que um estabelecimento fixo, com estrutura, imponha apenas o pagamento em dinheiro físico, especialmente quando todos os outros comércios da região já se adequaram à realidade atual. Uma clínica que a gente conversa e parece que o cliente não tem vez e nem voz”.

Para ele, “recusar formas de pagamento amplamente utilizadas hoje, sem oferecer alternativa compatível com a realidade atual, pode ser caracterizado como prática abusiva, além de excluir consumidores que não utilizam ou não andam com dinheiro em espécie por segurança ou conveniência — o que, convenhamos, é cada vez mais comum. Espero que essa mensagem sirva como alerta para uma urgente revisão da política de pagamento da empresa, pois, do contrário, fica evidente o desinteresse em acompanhar as necessidades básicas dos consumidores que sustentam o negócio de vocês. Como cliente me vejo no direito de cobrar algo que é muito fácil de ser resolvido pela gerência e financeiro da unidade, pois o que me transparecer é que os clientes não têm sequer o direito de opinar a respeito de algo que é extremamente justo e comum em todo o Brasil. Diversos clientes reclamam da forma de pagamento da unidade, e não tem nada solucionado pela gerência, já entrei em contato com a gerente da unidade, a mesma não se quer responde as mensagens enviadas”, concluiu.

Estabelecimentos comerciais são obrigados a aceitarem cartão de crédito, débito ou Pix?

Fomos atrás de uma resposta para o leitor junto ao advogado Yuri Fontes, que atua em Direto ao Consumidor e, segundo o especialista, “o ordenamento jurídico brasileiro não impõe aos estabelecimentos comerciais a obrigatoriedade de aceitarem cartão de crédito, débito ou Pix como formas de pagamento, ainda que tais meios sejam amplamente utilizados pela população na atualidade. Trata-se, portanto, de uma faculdade do fornecedor, que tem autonomia para definir quais modalidades de pagamento serão aceitas, desde que observadas certas limitações legais”.

O advogado orientou ainda que: “Se os clientes tiverem feito contrato com o estabelecimento e foi estipulado que o pagamento seria feito por dinheiro, Pix ou cartão, a empresa tem que respeitar a cláusula. É importante destacar que o pagamento em espécie (dinheiro em moeda corrente nacional) não pode ser recusado, salvo nas hipóteses excepcionais, como no caso de cédulas danificadas ou com indícios de falsificação. Alegações como ‘falta de troco’ não justificam a recusa do pagamento em dinheiro, nestes casos, o comerciante deve providenciar o troco devido ou, alternativamente, arredondar o valor da compra para baixo, em favor do consumidor. Além disso, caso o estabelecimento opte por aceitar pagamentos via cartão ou Pix, deve informar claramente essa possibilidade ao consumidor, além de respeitar algumas diretrizes legais e consumeristas, tais como: não exigir valor mínimo para pagamento no cartão; não recusar pagamentos com determinada bandeira de cartão que já seja aceita no estabelecimento; não omitir informações relativas a taxas, juros ou encargos adicionais, caso sejam repassados ao consumidor.

Yuri Fontes concluiu reforçando: “Em relação ao ponto principal da dúvida apresentada: sim, o estabelecimento pode recusar o pagamento via Pix ou cartão, desde que aceite o pagamento em dinheiro e informe previamente os consumidores sobre os meios de pagamento aceitos. Ainda assim, recomenda-se que o comerciante avalie eventuais reclamações recorrentes sobre essa política e considere, dentro da viabilidade jurídica e contábil, ampliar as formas de pagamento oferecidas, sempre com o devido acompanhamento de profissionais especializados”.

Redação PNB

 

Lula descarta desafiar EUA, mas diz que Brasil não é republiqueta

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O Brasil não deve abrir mão de procurar viabilizar uma alternativa ao dólar como moeda para fazer comércio internacional, afirmou neste domingo (3) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante discurso sobre o tarifaço de 50% que os Estados Unidos (EUA) impuseram contra o país. Cerca de 36% das exportações brasileiros foram taxadas pela Casa Branca. “Eu não vou abrir mão de achar que a gente precisa procurar construir uma moeda alternativa para que a gente possa negociar com os outros países. Eu não preciso ficar subordinado ao dólar”, afirmou o presidente brasileiro.

Apesar de os EUA não citarem diretamente a substituição do dólar no comércio global como motivo para taxação do Brasil, analistas têm apontado que essa proposta em discussão no Brics está por trás da ação de Donald Trump.

Durante a Cúpula do Brics, no Rio de Janeiro (RJ), entre 6 e 7 de julho, Trump fez críticas ao bloco e prometeu retaliar países que substituam o dólar no comércio. O uso do dólar como moeda internacional concede uma vantagem competitiva para os EUA na economia global.

Em convenção do Partido dos Trabalhadores (PT), em Brasília,Lula destacou que o Brasil não quer desafiar os EUA, mas que o país tem interesses estratégicos que precisa defender. O presidente afirmou que o Brasil não é uma “republiqueta” e que quer negociar em igualdade de condições.

Lula fez referência às críticas dos EUA ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado, um dos motivos apontados por Trump para taxar o Brasil.

Relações diplomáticas 

O presidente brasileiro, por outro lado, acrescentou que o governo segue aberto a negociações com os EUA e que, apesar de o país norte-americano não ter mais a mesma importância econômica que já teve para o Brasil, as relações diplomáticas devem ser preservadas.

“O Brasil hoje não é tão dependente como já foi dos Estados Unidos. O Brasil tem uma relação comercial muito ampla no mundo inteiro. A gente está muito mais tranquilo do ponto de vista econômico. Mas, obviamente, que eu não vou deixar de compreender a importância da relação diplomática com os Estados Unidos, que já dura 201 anos”, afirmou.

Lula disse ainda que o governo vai trabalhar para defender as empresas e os trabalhadores afetados pelo tarifaço enquanto deixa a porta aberta para negociações com a Casa Branca.

“Vamos dizer o seguinte, ‘olha, quando quiser negociar, as propostas estão na mesa. Aliás, já foram apresentadas propostas pelo [vice-presidente] Alckmin e pelo [ministro das relações exteriores] Mauro Vieira. Então, é simplesmente isso”, finalizou.

Negociações

Após a formalização do tarifaço, a Secretaria de Tesouro dos EUA entrou em contato com o Ministério da Fazenda para iniciar negociações. Na última sexta-feira (1º), o presidente Donald Trump disse que está disposto a conversar com o presidente Lula.

Segundo Haddad, o governo deve anunciar, nos próximos dias, um pacote de medidas com linhas de crédito para empresas afetadas pelo tarifaço de Trump.

Feira do Bode de Pinhões celebra tradição e impulsiona a economia rural com grande público no fim de semana

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O final de semana em Juazeiro foi marcado pela força da tradição, cultura e desenvolvimento rural com a realização da 16ª edição da Feira do Bode no distrito de Pinhões. Um dos eventos mais tradicionais da caprinovinocultura local, a feira reafirma o protagonismo da agricultura familiar e o papel decisivo do homem e da mulher do campo na economia do município. Desde a sexta-feira (1), o Parque José Hugo Félix Borges recebeu um grande público, reunindo produtores, comerciantes, artesãos, estudantes e visitantes de diversas regiões.

Criadores de várias localidades participaram com exposições de raças diversas, promovendo o intercâmbio de experiências e o estímulo ao melhoramento genético. A programação contou com atividades técnicas como o uso de drones rurais, ultrassonografias para diagnóstico de gestação, exames em pequenos ruminantes, ordenha do torneio leiteiro, ações do SEBRAE, emissão de CAF pela Bahiater e orientações sobre crédito rural com o Banco do Nordeste/BNB, um dos patrocinadores do evento.

Para Jardel Pereira, presidente da Associação de Pinhões, a feira vai além da tradição. “A nossa Feira do Bode é um motor que movimenta toda a economia do nosso distrito. Ela promove o melhoramento genético dos nossos animais, incentiva a venda e impulsiona a competitividade entre os criadores”, afirmou.

A participação da comunidade foi um dos destaques. Escolas locais promoveram apresentações culturais com danças, desfiles e músicas que encantaram o público. Também foram expostos projetos educativos sobre sustentabilidade e a vida no campo. A programação musical incluiu muito forró, animando os visitantes durante todo o evento.

O diretor-presidente da ADR, Ailton Batista, destacou o planejamento e o empenho na organização. “Começamos a planejar a feira há quatro meses. Essa construção coletiva valoriza a zona rural, fortalece a economia local e preserva uma cultura que é símbolo da identidade de Juazeiro”, enfatizou.

A feira também funcionou como vitrine para pequenos produtores e cooperativas da região. “É a 16ª vez que participamos e essa é uma grande oportunidade para divulgar os produtos do território do Sertão do São Francisco”, avaliou Tiago Cruz, técnico da Central da Caatinga. O criador Solimar Souza, da raça White Dorper, ressaltou o impacto econômico. “A feira é excelente para negócios, vendas e troca de experiências com outros criadores. A expectativa para este ano é ainda melhor”.

Promovida pela Prefeitura de Juazeiro, por meio da Agência de Desenvolvimento Rural/ADR, em parceria com a Associação Comunitária dos Produtores Rurais de Pinhões/ACPRP e a Associação de Desenvolvimento e Ação Comunitária/ADAC, a Feira do Bode se consolida como um símbolo de resistência cultural, dinamismo econômico e valorização da identidade rural juazeirense.

Ascom PMJ

Casa Nova assume protagonismo no debate sobre os impactos da nova tributação na fruticultura

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O município de Casa Nova, maior produtora de manga do Vale do São Francisco, assumiu papel de destaque na articulação por medidas que amenizem os efeitos da nova tributação que ameaça a fruticultura da região. Em agenda estratégica, neste domingo, 3 de agosto, o prefeito Anisio Viana, acompanhado do vice-prefeito Galdinho Araújo e do secretário municipal de Agricultura, João Honorato, se reuniu com o presidente da Abrafrutas (Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados), Guilherme Coelho, para discutir alternativas concretas e urgentes.

No encontro, foram compartilhadas as preocupações dos produtores agrícolas de Casa Nova, que já enfrentam perdas significativas. O objetivo central é buscar caminhos que preservem a competitividade da produção e garantam a continuidade de um setor que sustenta milhares de famílias e movimenta a economia de toda a região.

“A agricultura é a base da nossa economia. É dela que vêm os empregos, o sustento e o desenvolvimento do nosso povo. Vamos lutar por quem produz, gera renda e fortalece o Vale do São Francisco, para que tenham opções e caminhos que garantam a viabilidade do setor rural,” afirmou o prefeito Anisio Viana.

A atuação firme da gestão municipal reforça o compromisso da Prefeitura de Casa Nova com quem faz a economia acontecer no campo. Em um momento de instabilidade e incertezas, o município se posiciona como voz ativa e protagonista na defesa da fruticultura, mostrando que o futuro do Vale do São Francisco também passa por diálogo, articulação e coragem para proteger quem produz.

Ascom PMCN