Em contato com nossa redação, a jornalista Clarice Alves compartilhou um flagrante que registrou no ponto das barquinhas, em Petrolina: a falta de acessibilidade para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Ela ressaltou que o ponto das embarcações que trafegam diariamente entre as duas cidades, também do lado de Juazeiro, não respeita, minimamente as normas de acessibilidade.
Clarice Alves registrou a dificuldade de um cadeirante para descer da barca. Ele se depara com um terreno totalmente desnivelado e precisa de ajuda para sair dos buracos. A falta de estrutura nos dois pontos é um transtorno enfrentando cotidianamente por pessoas com deficiência física, idosos e demais usuários do serviço que correm riscos de acidentes.
“Um registro da falta de acessibilidade das barquinhas em ambos os lados da cidade. Esse é o lado de Petrolina, uma cidade que cresce sem algo simples: acessibilidade de um transporte que leva munícipes das duas cidades 24 horas do dia, seja para lazer ou a trabalho,” observou a jornalista.
Ela também criticou a poluição do rio, situação visível na margem do São Francisco na cidade pernambucana.
“Petrolina investe absurdamente em infraestrutura urbana e esquece o que é meio ambiente. As margens do rio, em Petrolina, mostram a ausência de saneamento básico, pois o volume de plantas aquáticas, as baronesas, é enorme e se percebe o mal cheiro. Tanta beleza e tanto poder, mas não conseguem enxergar o mais importante: a vida do São Francisco, a riqueza maior que sustenta essas duas cidades e outras cidades ribeirinhas”, criticou a jornalista.
Estamos encaminhando as observações para a Prefeitura de Petrolina.
Redação PNB



