Após denúncia de uma cliente que ficou trancada por mais de uma hora, supostamente de forma intencional, por um funcionário da Milimetrar Comunicação Visual, no bairro Gercino Coelho, em Petrolina, quando foi até o local cobrar por um serviço contratado, pago, e não realizado, a empresa se manifestou em nota enviada ao PNB.
Confira nota
A Milimetrar Comunicação Visual, através do seu sócio Starlley Rodrigues, vem a público REPUDIAR veementemente a circulação de notícias e vídeos à qual atribuem ao sócio da empresa a responsabilidade em suposto cárcere privado denunciado pelos interlocutores dos vídeos, conforme ocorrido na noite do último dia 09/10/2024.
As informações prestadas desconsideram a cronologia dos fatos, além de inobservar a realidade existente, cujas declarações foram prestadas de forma unilateral, sem qualquer observância da versão da empresa prestadora do serviço.
É valido ressaltar, ainda, que o serviço já estava em fase final de execução, com previsão e anuência expressa do proprietário da loja contratante para que fosse finalizado ainda no decorrer desta semana.
Deve ser consignado que através das imagens que serão fornecidas a autoridade policial bem como ao Judiciário, jamais houve qualquer encarceramento da pessoa referenciada no vídeo, não passando, quando muito, de tentativa de denegrir a imagem empresarial, sem observância, inclusive, do contraditório e da ampla defesa.
Por fim, a Milimetrar reitera seu dever de justiça e, com objetivo de reestabelecer a verdade dos fatos, adotou medidas legais para identificar e punir os responsáveis, além de responsabilizar civilmente àquele a qual denegriu a imagem da mesma.
Atenciosamente,
Starlley Rodrigues
Diretor
Denúncia
A cliente de uma loja no bairro Gercino Coelho, em Petrolina, a Stanley Starling, foi trancada, supostamente de forma intencional, por um funcionário da loja, ficando presa no estabelecimento por mais de uma hora, após ir até o local cobrar por um serviço que foi contratado, pago, e não realizado pela empresa.
“Os donos de uma loja voltada pro ramo masculino, em Petrolina, contrataram um cidadão pra fazer a identidade visual da loja, a placa da entrada. O cara sumiu sem realizar o serviço e nem dar satisfação. No final da tarde de hoje (9), a proprietária da loja foi até a empresa contratada solicitar explicação porque eles não estavam atendendo as ligações e nem respondendo mais as mensagens. Simplesmente, trancaram a cliente dentro da loja e saíram, deixando-a desesperada. Um funcionário da empresa, trancou a cliente dentro da loja e ela ficou trancada por cerca de uma hora e vinte minutos”, contou ao PNB o advogado da família.
Nossa fonte contou ainda que a cliente conseguiu entrar em contato com o marido e com seu advogado, enviando mensagens desesperadas e relatando que estava passando mal.
“Pelo amor de Deus venha me tirar daqui. Estou trancada. Aqui tá muito quente, eu não tenho água, estou passando mal. Eu estou morrendo de dor de cabeça, querendo já vomitar. Estou sem aguentar”, suplicava a mulher em áudios enviados pela mulher enquanto estava presa no estabelecimento e que o PNB teve acesso.
O marido da vítima acionou o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar que tentaram acessar o estabelecimento, até que apareceu um outro funcionário e abriu a loja. A cliente foi encontrada desmaiada. A mulher foi encaminhada para atendimento médico.
“Minha mulher foi encontrada desacordada, no chão. Ficou trancada na loja escura, no calor, por quase uma hora e meia. Estamos revoltados e muito abalados com essa violência e estupidez, disse ao PNB, o marido da vítima.
O proprietário da empresa foi autuado em flagrante pelo crime de cárcere privado, segundo o advogado da família. O funcionário que apareceu para abrir a loja também foi encaminhado para a delegacia.
Ontem mesmo, o PNB entrou em contato com os proprietários da loja, mas não obteve resposta.
Redação PNB




O que significa dizer denegrir?
“Denegrir”: Sinônimo de difamar, possui na raiz o significado de “tornar negro”, como algo maldoso e ofensivo, “manchando” uma reputação antes “limpa”
O termo hoje já não deve ser usado por se tratar de palabra com cunho racista.
A cliente não quis “denegrir” a imagem da empresa, só expôs o que havia ocorrido com ela.