O Ministério Público estadual, por meio do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça Cíveis, Fundações e Eleitorais (Caocife) lançou nesta quinta-feira (8), uma campanha para reforçar a paternidade responsável, que traz como referência o cantor Léo Santana.
A campanha está sendo veiculada por meio de vídeos; spots nas rádios; cards nas redes sociais; banners de lona; e adesivo nas sedes da instituição, além de material que será enviado para todos os promotores de Justiça, servidores e estagiários do MP.
Conceituada com a frase do cantor baiano para a filha ‘Liz’, de 2 anos, “Ela trouxe mais música para a minha vida”, a campanha tem o objetivo de ampliar o número de reconhecimentos formais de paternidade, assegurando o direito à filiação às crianças e aos adolescentes baianos.
Paternidade responsável
O princípio da paternidade responsável significa responsabilidade que se inicia desde a concepção e se estende até que seja necessário e justificável o acompanhamento dos filhos pelos pais, respeitando-se assim, o mandamento constitucional do art. 227, que nada mais é do que uma garantia fundamental.
Os principais princípios da paternidade responsável
- estar presente e ser participativo ativamente na vida dos filhos em todos os âmbitos (educação, emocional, lazer, entre outros);
- acolher a criança;
- ser complacente com as falhas, educando de forma adequada, em vez de aplicar punições desproporcionais ao problema;
- equilibrar uma boa proximidade sem perder a autoridade;
- assumir responsabilidades, inclusive jurídicas, em relação à guarda da criança (por exemplo, a necessidade de prover alimentos, segurança, bem como outros direitos que o ECA garante a elas);
- respeitar o desenvolvimento emocional e de aprendizagem da criança.
Os cuidadores de uma criança influenciam diretamente na formação daquele indivíduo por toda uma vida. Por isso, o desenvolvimento familiar é uma parte essencial para que a criança se torne um adulto saudável e feliz.
Ambientes inseguros e instáveis podem proporcionar, inclusive, o desenvolvimento de depressão infantil, quadros de ansiedade, além de problemas de aprendizagem e sociabilização.
Redação PNB, com informações Cecom MPBA



