“Em alguns países, os casos parecem ter atingido o pico, o que dá esperança de que o pior desta última onda tenha passado, mas nenhum país está fora de perigo ainda”.
Estão foi a declaração animadora do diretor-geral da Organização Mundial de Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus, feita nesta terça-feira (18), afirmando que a pior fase da atual onda do novo coronavírus, ocasionada pela variante Ômicron, esteja passando. Contudo, ele alertou que a “pandemia está longe de terminar”.
Dados da OMS expõe que mais de 18 milhões de novos casos do novo coronavírus foram confirmados em todo o mundo na última semana. “Essa pandemia está longe de terminar e, com o incrível crescimento da Ômicron globalmente, é provável que surjam novas variantes, e é por isso que o rastreamento e a avaliação permanecem críticos”, afirma.
O diretor da OMS contestou as afirmações de que a variante Ômicron poderia ser encarada com menos preocupação por apresentar menor mortalidade.
“Ômicron pode ser menos grave, em média, é claro, mas a narrativa de que é uma doença leve é enganosa. Prejudica a resposta geral e custa mais vidas. Não se engane, a Ômicron está causando hospitalizações e mortes, e mesmo os casos menos graves estão inundando as unidades de saúde”, completou.
Redação PNB



