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Maria da Penha: lei foi eficiente, mas precisa ampliar serviços, diz educadora

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A gota d´água para que Maria* buscasse ajuda a fim de romper o ciclo de violência em que vivia foi ter sido estuprada pelo companheiro com quem está há dez anos. Mas, para ela, esse episódio não foi o pior que enfrentou. Antes disso, Maria viveu anos do que hoje reconhece como tortura psicológica.

Segundo ela, Roberto* nunca foi um homem carinhoso, mas atribuía isso ao fato de ele ser 22 anos mais velho que ela, que tem 54. Ela disse que desde o início da relação, ele se mostrou muito ciumento e machista. “Mas eu achava o namoro normal, até que começou o desrespeito total, depois de uns quatro anos juntos”.

Roberto agredia Maria de diversas maneiras. “Me jogava para baixo, dizia que eu não servia para nada, que eu fazia tudo errado, que eu não era uma boa mulher e que ele ia procurar outras. Se passava uma mulher atraente, ele a cantava na minha frente”. Os xingamentos foram se tornando cada vez mais frequentes. “Até que um dia ele começou a ejacular nas cuecas que eu tinha que lavar e me dizia que tinha sido fulana ou sicrana quem havia provocado o desejo dele”, conta, indignada.

Depois de tanta humilhação, Maria percebeu que estava adoecendo e decidiu tomar uma atitude por conta própria. “Parei de fazer sexo com ele. Disse ao Roberto que ele não me tocaria mais. A briga foi feia. Ele me castigou parando de me dar dinheiro, além de parar de pagar meu aluguel. Eu moro com a minha filha de 18 anos no mesmo prédio que ele, mas não é no mesmo apartamento. Três meses depois, fui despejada. Passei um período na casa de uma vizinha mas, nesse ínterim, peguei uma pneumonia e afundei numa depressão. Era muita pressão, vergonha, tudo. Depois de um tempo não vi saída, tive que me humilhar e acabei voltando com ele.”

Maria limpa, lava, passa e cozinha para Roberto, mas ele insiste em dizer que ela não trabalha. Ele sempre lembra quem paga as contas e, logo, quem manda. “Como se o que eu faço não fosse trabalho. A única diferença é que não sou remunerada, porque trabalho e muito. E é essa a única razão, eu continuo com ele porque dependo financeiramente dele.”

Ela relatou que há alguns meses apareceu uma moça na sua vizinhança que passava todos os dias em frente à loja de Roberto, a caminho da academia. “Ele ficou fascinado por ela e não fazia questão nenhuma de esconder isso. Dizia que sonhava com ela, que ela era mulher de verdade. De novo, aquilo me feriu muito. Agora, já parei de chorar, mas estava tão doente que não conseguia nem falar dos meus problemas.”

A máquina de lavar do prédio de Roberto é coletiva e fica no corredor para uso comunitário. “Eu fui à casa dele lavar as roupas e estava deitada na cama enquanto a máquina funcionava. De repente, ele subiu, minutos depois da hora que eu sabia que a moça passava e me estuprou. Aí, eu me toquei do que ele estava fazendo, ele estava com tesão por outra e me usou. Para mim, foi o fim.”

Após o episódio, Maria procurou o Centro Especializado em Atendimento à Mulher para buscar um psicólogo. “Fui bem atendida por uma equipe multidisciplinar. Perguntaram se eu queria fazer a denúncia, mas eu disse que não podia. Por que eu não posso? Ele é muito conhecido e eu preciso dele. Eu quero é me curar e me livrar dele.”, disse.

Maria continua com Roberto, mas está se preparando para deixá-lo. “Eu penso em ter a minha independência, por isso estou me reciclando e me empenhando, porque preciso dessa estabilidade.” Aos 54 anos, está fazendo o curso de recepcionista ofertado gratuitamente na Casa da Mulher Brasileira (CMB), em Brasília. “O amor acabou, não tinha como durar. Eu tenho vontade de amar de novo e ter uma relação saudável, mas o trauma é muito grande.”

A história de Maria é um caso clássico de violência doméstica, mas até a Lei Maria da Penha o senso comum dizia que era um problema de foro íntimo e, portanto, não cabia interferência.

A secretária especial de Políticas para as Mulheres, Fátima Pelaes, destacou que a Lei Maria da Penha foi criada justamente para mudar esse cenário. “Hoje, aquele chavão ‘em briga de marido e mulher ninguém mete a colher´, perdeu o sentido. Mete e devemos meter porque temos uma lei já conhecida por 98% da população, que sabe que quem comete atos de violência contra a mulher será punido”.

A Lei 11.340 foi sancionada no dia 7 de agosto de 2006 com o objetivo de coibir a violência doméstica e familiar no país. A legislação foi batizada em homenagem à farmacêutica cearense Maria da Penha, que ficou paraplégica após levar um tiro do marido, pai de suas três filhas, em sua segunda tentativa de homicídio contra ela, em 1983.

A história de Maria da Penha ganhou repercussão internacional quando ela acionou a Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) em busca de uma solução, após aguardar a Justiça brasileira por 15 anos. O caso mostrou a fragilidade enfrentada pelas brasileiras que eram vítimas de violência e não eram acolhidas pelo Estado.

Diretora de Conteúdo do Instituto Patrícia Galvão, organização social sem fins lucrativos que atua no direito das mulheres, a psicóloga Marisa Sanematsu avalia que a lei é bem formulada e completa, uma vez que define claramente as formas de violência doméstica como moral, sexual ou patrimonial. “Muita gente nem sabia que violência psicológica era um crime enquadrado, passou a saber com a divulgação da lei. Antes, a sociedade só considerava a violência contra a mulher aquela violência física. E não bastava ser simples, tinha que deixar a mulher com muitas marcas para as pessoas aceitarem que, dessa vez, o marido exagerou”, disse.

A coordenadora da Casa da Mulher Brasileira de Brasília, Iara Lobo, concorda. “Ter essa tipificação que a lei traz dos tipos de violência clareou a mente das pessoas, que antes nem percebiam que algumas agressões se configuram crimes.”

A socióloga e educadora Carmen Silva, da organização SOS Corpo e da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB), considera que a divulgação da Lei Maria da Penha foi muito eficiente nos últimos anos, mas precisa se transformar em mais serviços, especialmente para as mulheres de baixa renda. “Todo mundo conhece a lei. Mas isso tem favorecido especialmente as mulheres mais esclarecidas, dos setores médios e que têm mais recursos financeiros, a maioria branca, que têm mais possibilidade de sair do ciclo de violência. A violência contra as mulheres brancas diminuiu, mas contra as negras, que estão na base da pirâmide e têm menos acesso à informação, a trabalho e aos serviços públicos, não.”

Serviços especializados

Na última semana, a ONU Mulheres, entidade das Nações Unidas para a igualdade de gênero, o Instituto Maria da Penha e o Consórcio de Organizações Não Governamentais Feministas pela Lei Maria da Penha divulgaram nota pública em defesa da lei e da institucionalização das políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres. No documento, a ONU diz que o aniversário da Lei Maria da Penha traz à tona “o desafio urgente de implementar de maneira mais efetiva as políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres com perspectiva de gênero”.

Como principais obstáculos, o manifesto cita a necessidade de ampliar a dotação de recursos financeiros e humanos em serviços especializados para atendimento com perspectiva de gênero, promover ações preventivas nas escolas por meio do ensino da igualdade de gênero, criar e implementar os serviços de responsabilização para homens agressores, aprimorar a produção de informação nacional e garantir a expansão de serviços especializados em municípios no interior do país.

O documento considera que a Lei Maria da Penha é um “legado feminista para o Brasil” e que a necessidade de “enfrentar a violência machista com o pleno atendimento de mulheres negras, jovens e rurais, por exemplo, mostra os rumos que a Lei Maria da Penha tem de seguir, de maneira implacável, nos próximos anos”. Segundo a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), no entanto, ainda não há ações planejadas nesse sentido.

Além da Lei Maria da Penha, a organização destaca a criação de mais dois instrumentos fundamentais para o combate à violência – a Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, instituída em 2005, e a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180.

Rede integrada

A delegada Ana Cristina Melo atua à frente da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher do Distrito Federal desde novembro de 2011. Ela é uma defensora da ampliação dos espaços especializados para o acolhimento dessas vítima. Segundo Ana Cristina, quem trabalha com a temática percebe o caráter essencialmente cultural da violência de gênero. “E quando você tem um caráter cultural, ele perpassa toda a sociedade, sejam homens ou mulheres. Os agentes públicos, como integrantes dessa sociedade, têm também muitos preconceitos, valores e esteriótipos que demandam capacitação, trabalho e tempo para serem desconstruídos. É preciso sim um espaço especializado para o acolhimento das mulheres”, argumenta.

De acordo com a SPM, atualmente existem no Brasil 502 delegacias especializadas, 45 defensorias da mulher, 95 promotorias especializadas, 238 centros de referència de atendimento à mulher, 80 casas-abrigo e 596 serviços especializados de saúde, números considerados inexpressivos para o tamanho da violência que se vive no país. São 1.651 serviços especializados de atendimento à mulher disponíveis para atender a todas as brasileiras, mais de 70% deles concentrados nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul.

Enquanto o Distrito Federal tem 18 núcleos da Deam, uma casa-abrigo, 19 varas especializadas, um núcleo de Defensoria Pública Especializada, 39 promotorias, 51 serviços especializados de saúde e uma Casa da Mulher Brasileira, que reúne inúmeros serviços, em Alagoas, por exemplo, só existem quatro delegacias especializadas, uma casa abrigo, uma vara especializada, um núcleo da Defensoria Pública, uma promotoria e dois serviços especializados de saúde para atender a mulheres de todo o estado.

A secretária Fátima Pelaes reconhece que é preciso “romper algumas questões com os estados” e aumentar o número limitado de delegacias especializadas, definir como viabilizar que as mulheres que fazem uma denúncia possam ter acesso a medida protetiva imediata, nos casos em que as mulheres devem ser afastadas imediatamente do agressor. Para isso, é necessária a atuação integrada da polícia com os órgãos da Justiça”, afirma.

A delegada Ana Cristina Melo contou que quando conversa com colegas de outros estados, se ressente da realidade do país. Segundo ela, sem uma atuação em rede entre os órgãos públicos, não é possível combater esse tipo de violência. “Porque colocar na mão só da polícia e dar esse caráter só repressivo não é o caminho. A repressão é muito importante para a responsabilizar o agressor, é extremamente importante, mas a violência doméstica tem muita coisa que a circunda”, disse. Ela explicou que muitas mulheres dependem de outros serviços do estado para sair do ciclo de violência. “Muitas têm demandas jurídicas, questões das quais dependem para que a situação seja resolvida. Aqui em Brasília é muito comum. Um casal por exemplo tem um lote, é a única coisa que aquela mulher tem. Eles não estão vivendo mais juntos, mas estão dentro da casa. Aí começam os atritos, mas ela não tem acesso aos serviços jurídicos para resolver o problema e continua lá, o que pode acabar em morte”.

Para enfrentar os problemas, Fátima Pelaes lembrou que no fim de maio foi criado o Núcleo de Proteção à Mulher pelo Ministério da Justiça – desde que o governo interino assumiu, a SPM deixou de ser subordinada à Presidência da República e passou para o Ministério da Justiça. Já foram feitas duas reuniões, mas as agenda de trabalho ainda não foram definidas. “Com o núcleo, estamos trabalhando propostas como o protocolo único de atendimento às mulheres, para que possamos reproduzir boas experiências em nível nacional”, disse a secretária.

Casa da Mulher Brasileira

Uma das políticas mais bem-sucedidas nesse sentido é a Casa da Mulher Brasileira, que reúne diversos serviços públicos em um só espaço para fazer um atendimento integral às mulheres vítimas de violência. “A CMB foi idealizada para atender de forma plena uma única vez. Quando chega aqui, ela tem a delegacia, a Defensoria Pública, o Ministério Público e uma equipe multidisciplinar para fazer o atendimento psicossocial e ajudá-la a ter uma vida mais ou menos normal, porque a violência doméstica de todos os tipos, seja física, moral, psicológica ou patrimonial, deixa sequelas na alma”, afirma a subsecretária de Políticas para as Mulheres do Distrito Federal, Lúcia Bessa. A casa também oferece brinquedoteca e cuidadores para as crianças.

Atualmente, só existem duas casas da Mulher Brasileira em funcionamento no país – em Brasília e em Campo Grande, e três em construção – em São Paulo, Fortaleza e Curitiba. O plano é criar uma casa em cada capital. Lúcia defende a ampliação desse instrumento o quanto antes. “Esses locais permitem que as mulheres se sintam acolhidas, amparadas, respeitadas e dignas. Quando a mulher é obrigada a ir a vários órgãos públicos para contar e recontar a sua história, ela vai revivendo tudo o que passou e isso é uma forma de violência institucional”.

Números da violência

A eficiência da Lei Maria da Penha no combate à violência doméstica é difícil de ser medida em números, pois sabe-se que na maior parte dos casos os agressores não são denunciados. Mas os dados do Mapa da Violência de 2015 indicam impacto positivo. Enquanto o índice de crescimento do número de homicídios de mulheres no Brasil foi de 7,6% ao ano entre 1980 e 2006, quando a Lei Maria da Penha entrou em vigor, entre 2006 e 2013 o crescimento foi de 2.6% ao ano.

Mesmo com os avanços, as estatísticas mostram que a violência de gênero ainda é comum. O Mapa da Violência de 2015 revela que, entre 2003 e 2013, o número de vítimas de homicídio do sexo feminino passou de 3.937 para 4.762, um aumento 21% na década. Essas 4.762 mortes em 2013 representam 13 homicídios femininos diários.

Em 2015, a Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180 recebeu 76.651 relatos de violência. Entre esses relatos, 50,16% corresponderam à violência física; 30,33% à violência psicológica; 7,25% à violência moral; 2,10% à violência patrimonial; 4,54% à violência sexual; 5,17% a cárcere privado; e 0,46% ao tráfico de pessoas.

A violência doméstica é uma realidade mundial. Números recentes da Organização Mundial da Saúde com a London School de Higiene e Medicina Tropical e pelo Conselho de Pesquisa Médica, com base em dados de mais de 80 países, estimam que uma em cada três mulheres (35%) no mundo já foi vítima de violência física ou sexual pelo menos uma vez, e que em 30% dos casos, os agressores eram os parceiros.

Ajuda

A delegada especializada em violência de gênero, Ana Cristina Melo, garante que a violência doméstica não escolhe idade, renda ou aparência física, todas as mulheres estão sujeitas. Apesar de o ideal ser buscar ajuda antes que a violência se agrave, segundo a delegada não é possível definir o que leva cada mulher a ter coragem de fazer uma denúncia para tentar colocar um ponto final na violência. “Há mulheres que buscam logo no início, em situações que não são vistas ainda como graves pelo senso comum, como por exemplo um xingamento do tipo “sua vagabunda”. Há mulheres que relatam que sofreram violência por mais de 20 anos antes de denunciar e outras que já fizeram várias ocorrências, muitas mesmo, mas ainda não conseguiram sair desse ciclo de violência”. Ela alerta que “quanto antes denunciar, melhor”.

A especialista Iara Lobo sugere que as mulheres fiquem atentas aos sinais, como excesso de ciúme e controle, que podem indicar uma relação doentia. Quem vive relacionamentos em que o parceiro controla a roupa, o comportamento ou o celular, deve ficar atenta. “Muitos desses sinais estão dentro de nós. A consciência de que isso não está fazendo bem é um sinal”, observa.

Segundo Iara, as mulheres precisam refletir e levar em conta que “a gente também tem o machismo dentro da gente”, o que pode dificultar o reconhecimento de que algo vai mal.

A secretária Fátima Pelaes defende que combater o machismo é o passo mais importante para combater a violência contra as mulheres. “Ao mesmo tempo em que trabalhamos para que essa rede de enfrentamento atenda à grande demanda, temos que trabalhar a prevenção e entrar na raiz do problema, que é essa cultura machista que vem de muitos anos. Temos que atuar nas escolas e sensibilizar a sociedade como um todo. E temos que trabalhar com o agressor, porque muitos vezes ele está reproduzindo um comportamento, não reconhece como violência.”

Em caso de dúvida sobre como buscar ajuda ou ajudar vítimas de violência doméstica, Ligue 180.

Agência Brasil

Utilização de “Pokémon Go” é proibida na cabina de votação

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pokemonAs eleições municipais 2016 já se aproximam e o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) lembra aos mais de 10,5 milhões de eleitores baianos sobre a proibição do uso de celulares dentro da cabina de votação. O alerta foi trazido por meio de postagem feita quinta-feira (4/8) na fanpage oficial do Tribunal no Facebook.

A publicação, que simula a utilização de um smartphone com o jogo “Pokémon Go” na cabina de votação, já obteve mais de 40 mil visualizações em cerca de 24 horas. O game foi lançado no Brasil quarta-feira. O objetivo é alertar os eleitores acerca da proibição, que obedece ao estabelecido no artigo 91, da Lei 9.504/97, a Lei das Eleições, que veda o uso do aparelho no momento do registro de voto.

De acordo com o artigo, em seu parágrafo único, “fica vedado portar aparelho de telefonia celular, máquinas fotográficas e filmadoras, dentro da cabina de votação”. Por consequência, ficam proibidos o registro de fotos e a utilização de aplicativos, a exemplo do “Pokémon GO” dentro das cabinas.

Essa não é a primeira vez que o Tribunal baiano usa as mídias sociais para divulgar as regras do processo eleitoral. Nas eleições de 2014, a moda dos selfies foi trazida na rede para alertar sobre a mesma proibição.

TRE-BA

Paulo Bomfim é recebido com festa nas Convenções do PT, PP e PDT

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O pré-candidato a prefeito de Juazeiro, Paulo Bomfim (PCdoB), foi recebido em clima de festa e vitória pelos militantes e diretorianos do PT, PP e PDT, durante as Convenções, realizadas nesta sexta-feira (05).

Convenção PDT-PP 01 (1)

A Convenção do Partido dos Trabalhadores aconteceu na Arena Canal na Vila Jacaré, e contou com participação do deputado estadual Roberto Carlos (PDT). O presidente municipal do PT, Paulo Enrique Galdino, destacou as conquistas de Juazeiro na gestão do prefeito Isaac Carvalho, e a parceria com o ex-presidente Lula, a presidente Dilma, o ex-governador Jaques Wagner e o governador Rui Costa. “Precisamos fazer Paulo Bomfim prefeito de Juazeiro. Ele esteve ao lado de Isaac o tempo todo, trabalhando e buscando melhorias para a nossa cidade. O PT sempre caminhou junto com o PCdoB, e vamos continuar nesta aliança forte, que tem mudado a vida das pessoas. Confiamos e acreditamos em você Paulo, vamos à vitória”, disse o presidente do PT. 

Os 13 pré-candidatos a vereadores do PT falaram da importância do partido no desenvolvimento de Juazeiro e dos pais, dos avanços de Juazeiro na atual gestão e reafirmaram o apoio a Paulo Bomfim. “Estou feliz e com a sensação de dever cumprido em ter contribuído com a gestão do prefeito Isaac. Agora é a vez do PDT indicar o vice de Paulo Bomfim para contribuir com este projeto vitorioso, e Juazeiro continuar no rumo certo.”, ressaltou o vice-prefeito Francisco Oliveira.

Convenção PDT e PP (1)

Em coro, os militantes do PT gritavam a cada intervalo dos discursos, “Eu quero sim Paulo Bomfim”. O pré-candidato agradeceu as manifestações de carinho e destacou a importância desta aliança. “O PT é um partido histórico, que revolucionou o nosso pais, com Lula e Dilma na presidência. Aqui em Juazeiro o nosso Governo, em parceria com o governo Federal e Estadual, também mudou a história da nossa cidade”, ressaltou Paulo.

O pré-candidato destacou os principais avanços realizados pelo Governo Municipal. Foram inúmeros investimentos na Educação, beneficiando mais de 27 mil alunos da Rede Pública de Ensino, hoje a melhor da Bahia; fortalecemos o desenvolvimento econômico, com a atração de várias empresas, consolidando Juazeiro como a cidade que mais gerou emprego no país em 2016. E uma das maiores conquistas do nosso Governo, foi a realização do sonho da casa própria, com 11 mil casas, beneficiando 50 mil pessoas que viviam no aluguel ou não tinham onde morar”, pontou Paulo Bomfim.

Convenção PT

 A Convenção do PT foi marcada por várias manifestações de repúdio ao presidente interino da República. Em vários momentos os militantes do PT e de partidos aliados gritavam ‘Fora Temer’.

Em seguida, Paulo Bomfim acompanhado do Deputado Roberto Carlos, do presidente e dirigentes do PT,  foram para a sede da APLB, onde centenas de pessoas o esperavam para a Convenção do PDT e PP.”Que festa linda, estou emocionado com tantas manifestações de apoio e carinho a nossa pré-candidatura. Agora com o PDT temos 12 partidos aliados, que vão nos ajudar a melhorar ainda mais a nossa cidade. Obrigado Roberto, a diretoria e aos pré-candidatos do PDT pela confiança. Tenho certeza que estou preparado para ser o melhor prefeito de Juazeiro, e não irei decepcioná-los, nem a vocês, nem ao povo da nossa cidade”, afirmou Paulo Bomfim.

O deputado Roberto reafirmou que a aprovação entre os pré-candidatos a vereadores do partido a Paulo Bomfim foi quase unanime. “Com a força do PDT e toda militância você está mais forte, Paulo. Estamos à sua disposição e do prefeito Isaac para caminharmos juntos nesse projeto. Entendemos que você reúne as condições ideias para administrar Juazeiro e acreditamos que será o melhor prefeito que a nossa cidade já teve”, finalizou Roberto Carlos.

Estavam presentes, o presidente do PR, Pedro Alcântara, o vice-prefeito, Francisco Oliveira (PT) e os pré-candidatos a vereador do PDT e do PP. 

Ascom Paulo Bomfim

Esporte é ferramenta na luta por igualdade de gênero, diz ONU Mulheres

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Meninas que praticam esportes estudam por mais tempo e têm menos chance de ter uma gravidez precoce, afirma a Organização das Nações Unidas (ONU) para as Mulheres. A entidade reuniu hoje (6) adolescentes, ex-atletas e executivas do Comitê Olímpico Internacional (COI), no Rio de Janeiro, para discutir o papel do esporte no empoderamento de jovens.

Segundo a ONU Mulheres, apesar do poder de incentivar a auto-estima, confiança e resistência, na adolescência, período em que meninas procuram se encaixar na cultura e tradições locais, metade abandona o esporte nesse período, índice 6 vezes maior que entre os meninos.

Foi o que quase aconteceu com Marcelly Vitória de Mendonça, de 16 anos, que treina handebol, no projeto Uma Vitória Leva à Outra, desenvolvido pela ONU Mulheres, no Rio.

Moradora de Cidade de Deus, uma comunidade pobre no Rio, por causa de dificuldades financeiras e de outros interesses, ela quase desistiu. Foram as colegas de time e o técnico de handebol que a encorajaram a permanecer no projeto, exaltando seu potencial como atleta e buscando apoio para que fosse às aulas. “Cheguei a sair, mas meu treinador conseguiu passagens [de ônibus] para ir e, assim, decidi ficar”, disse a moça, que tem mais de 1,7 metros e mora com a mãe e mais cinco irmãos. “Olha, minha mãe é sozinha, as contas são apertadas”, disse.

Buscar apoio nas amigas mais próximas, nos momentos difíceis, e cobrar políticas públicas de esporte são medidas importantes para incentivar que mais meninas pratiquem esportes, afirmou Donna De Varona, ex-nadadora olímpica, que participou do evento.

Assessora do Comitê Olímpico Internacional (COI) para igualdade de gênero e uma referência mundial no tema, de Verona ressaltou que as mulheres ainda lutam pelas mesmas condições de igualdade no esporte, como apoio para treinamento e cargos nas organizações. Ela acredita que muito já foi feito para que as atletas atuais tenham melhores condições que as antecessoras.

A norte-americana citou a luta, em seu país, para que universidades recebessem atletas mulheres, oportunidade dada somente aos homens. “Foi preciso passar uma lei”, disse. “A medida abriu as portas para que pudéssemos ser advogadas, médicas, executivas e atletas. Sou muito orgulhosa de que Nawal [El Moutawakel], possa ir para os Estados Unidos treinar”, lembrou, sobre a atual vice-presidenta do COI e ex-corredora olímpica, que frequentou a Universidade Estadual de Iowa.

No evento, a primeira mulher a integrar o Comitê Executivo da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Lydia Nsekera, que foi presidente da associação no Burundi, aproveitou para passar um recado às mães de meninas: “Da mesma maneira que vocês levam suas filhas à escola, levem para o esporte. Elas podem ser atletas, quando jovens, mas também aprender a ocupar vagas administrativas mais tarde como executivas, ajudando a sociedade com mais mulheres em posições importantes no esporte e dando exemplo para que outras ocupem espaços na política”.

No Rio, o programa Uma vitória leva à outra oferece, duas vezes por semana, além de práticas esportivas, aulas de liderança, saúde e direitos sexuais e reprodutivos, combate à violência de gênero, educação financeira e planejamento para meninas entre 10 e 18 anos. É realizado em 16 das 22 vilas olímpicas da cidade do Rio. A ideia é alcançar 2,5 mil jovens até 2017.

Agência Brasil

Proibições de propaganda eleitoral no rádio e na TV começaram hoje (06)

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As emissoras de rádio e TV estão proibidas, a partir de hoje (6), de veicular imagens de realização de pesquisa ou de qualquer outro tipo de consulta popular de cunho eleitoral, em que seja possível identificar o entrevistado ou que haja manipulação de dados.

Além disso, segundo a Lei das Eleições, estão vedadas a veiculação de propaganda política e a difusão de opinião de candidato, partido ou coligação que concorrerão às eleições minicipais de outubro, quando serão escolhidos prefeitos, vice-prefeiros e vereadores.

Estão proibidas ainda a transmissão e divulgação de novelas, filmes ou qualquer outro programa que faça crítica ou alusão a candidatos e partidos. A exceção se refere a programas jornalísticos e debates políticos.

A legislação também veda a divulgação de nome de programa que se refira a candidato escolhido em convenção. “Sendo o nome do programa o mesmo que o do candidato, fica proibida a sua divulgação, sob pena de cancelamento do respectivo registro”, destaca a lei.

As regras previstas valem tanto para a programação diária normal quanto para noticiários veiculados em rádio e televisão.

Agência Brasil

Justiça do Rio nega habeas corpus a boxeador acusado de tentativa de estupro

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O desembargador Wilson do Nascimento Reis negou, na madrugada deste sábado (6), habeas corpus ao boxeador marroquino Hassan Saada, preso na quinta-feira (4). O atleta foi acusado de assédio sexual por duas camareiras que limpavam o quarto dele na Vila Olímpica, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.
De acordo com o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), na decisão, que saiu no plantão judiciário, o desembargador afirma que não encontrou na prisão de Hassan Saada qualquer irregularidade que justificasse o deferimento do habeas corpus.
A prisão temporária de Hassan foi decretada pela juíza Larissa Nunes Saly, do Juizado do Torcedor e Grandes Eventos do TJRJ.
Cambismo
Em outra decisão do Juizado do Torcedor e Grandes Eventos, o juiz Rodrigo Faria de Souza decretou ontem (5) a prisão temporária do irlandês Kevin James Marlen, acusado de venda irregular de ingressos para a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, no Maracanã, na zona norte do Rio.
O TJRJ informou que o irlandês foi preso em flagrante no hotel Next Flat, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Uma diligência de agentes da Polícia Civil constatou que ele estava com vários ingressos. No hotel, foram encontradas várias pessoas que confirmaram, em depoimento, estar ali para comprar entradas com o irlandês. Os valores eram superiores aos que estavam impressos nos bilhetes.
“Decreto a prisão preventiva. Inicialmente observa-se que o auto de prisão em flagrante não apresenta qualquer irregularidade, não podendo, assim, ser cogitado o relaxamento de prisão. Ressalte-se que a prisão é legal, e o indiciado foi detido, havendo descrição detalhada da mecânica do evento.”
O juiz determinou ainda busca de novas provas nos pertences do acusado e apreensão do passaporte do irlandês.
Bocão News

Torcedor é retirado da plateia por mostrar cartaz escrito “Fora Temer”

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Um homem foi expulso da plateia por protestar com um cartaz escrito “Fora Temer”, na final de Tiro com Arco, no Sambódromo do Rio de Janeiro. A Força Nacional acusou-o de também ter gritado a frase e retirou o torcedor, que estava com a família, da arquibancada.

Vídeo: Pedro Freire / Mídia Ninja

Pessoas que estavam na plateia filmaram a confusão e os vídeos estão nas redes sociais. “Acabaram de levar agora um cidadão que estava assistindo o tiro com arco com cartaz Fora, Temer. Ele estava com o filho, a esposa (pelo que entendi daqui). Não estava fazendo nada demais que atrapalhasse os atletas. Se isso não é uma semente da ditadura germinada, me explica o que é isso, então. Indignada aqui!”, escreveu Elika Takimoto, no Facebook.

Metrópoles

Escritor português Luís Serguilha encerra agenda da 3ª edição III Feira do Livro do Vale do São Francisco este domingo (07)

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Evento encerra sua programação com cerca de 80 atividades diferenciadas com destaque ainda para pautas especiais para o público jovem e infantil.

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O fim de semana promete esquentar a região com vasta agenda prevista para fechamento da terceira edição da Feira do Livro do Vale do São Francisco, este domingo (07), que conta com o consagrado autor português Luís Serguilha, que recebeu o Prêmio de Literatura Poeta Júlio Brandão pelo seu livro de prosa “Entre nós” (2000), e realiza palestra “A língua: Um aparelho de poder”, às 17h, no auditório 1 do Sebrae, anexo ao evento, abordando a importância de pensarmos a língua como um recurso de afastamento e de fragmentação de identidades. E é em grande estilo que se fecha mais um ciclo desta iniciativa, co-realizada pela Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Educação, e da Cia. de Eventos e a Ideação, que ao longo de quatro dias marcou a região com mais de 70 atividades diversificadas pautadas pelo tema “Quem lê, viaja e aprende”. “Fecharemos com chave de ouro mais uma edição da Feira do Livro trazendo discussões de grande importância e proporcionando diversas formas de reflexão da cultura e da educação, tendo a língua como um recurso de integração para a expansão do conhecimento e do saber”, enfatiza Rogério Robalinho, diretor da Cia. de Eventos e empreendedor cultural, organizador do projeto.

O evento, com entrada gratuita para todos os visitantes, conta com o apoio de parcerias como o Sebrae Petrolina, Museu Cais do Sertão, Iphan, Embrapa, Univasf, Cia. do Lazer e ANL – Associação Nacional das Livrarias, que se uniram para projetar a cultura aliada à educação em diversos formatos, a partir de debates, palestras, lançamentos, contação de histórias, bate papos, apresentações artísticas e culturais, atividades de formação, além de oficinas e ambientação para crianças e adolescente, assim como muitas novidades, deste ano. E neste domingo (07) encerramos também a pauta da Plataforma de Lançamentos com o trabalho iniciado aos 13 anos da poetisa Lagoagrandense Ronilde Gonçalves chega na forma de versos que cantam amores, vida e amigos em “Poetizando“, às 14h; a apresentação de uma nova visão do conhecimento da música com a proposta de Adelson Aparecido que nos traz “Violão no espaço virtual: Construindo saberes”, às 15h; um resgate muito nosso de “Histórias e Lendas de Juazeiro e do Rio São Francisco” de Bebela Pontes e Pompílio Dourado sobre casos e contos da região, às 17h30; e uma roda de conversas às 19h30 com o professor Marcelo Ribeiro da Univasf Petrolina, a respeito de narrativas sobre o desenvolvimento humano com o estudo fenomenológico a partir do trabalho “Uma aventura de bike ao fim do mundo”, como registro de sua experiência pela Estrada Real de Minas Gerais/ Rio de Janeiro e da Patagônia argentina/ chilena.

            Mas, o público ainda poderá conferir diversas perspectivas da literatura e da nossa cultura através do rico acervo da pesquisadora Maria Alice Amorim, que participou ativamente nesses quatro dias com oficina “Literatura de Cordel na sala de aula” e bate papo com o tema “O Cordel no Terceiro Milênio”. Apaixonada pelo gênero, compartilha o seu conhecimento e seu amor pelas peculiaridades desta tradição com uma exposição do seu acervo particular.

E esta nossa relação com a cultura, a leitura e as tradições também está interligada em parceria com o Museu Cais do Sertão, que cedeu curta metragens do seu acervo exclusivo, “Lua” de Paulo Caldas e “4Kordel” de Lírio Ferreira, que estão sendo apresentados nesses quatro dias do evento, mediação de um moderador do Educativo Cais do Sertão e que integra o Coletivo Lá no Meu Sertão Caboclo Lê. “Desde o começo de nossa participação no evento, a proposta partiu da necessidade de abordar o reconhecimento desse sertão culturalmente múltiplo, que pode auxiliar na formação identitária, intelectual e profissional dos jovens brasileiros, mesmo os que não vivem no sertão propriamente dito”, comenta Brunno Pessoa, supervisor do Educativo do Museu Cais do Sertão, que ainda coordenou demais atividades realizadas no evento como a oficina “A Educação na construção da Identidade Sertaneja” e a Contação de Histórias “O canto do Urutau”, com Ramon Dias e José Anderson.

Além das atividades mantidas no Espaço da Bienalzinha, em parceria com a Cia. do Lazer, esta ambiência reforça a sua proposta neste o domingo (07) com a contação de história interativa e de bate papo com autores com o lançamento do livro “Meus bichinhos da Caatinga” de Ana Barros e Júlio Lóssio. E a Feira integra entre as ações marcantes a animação do projeto “Brincadeiras com O Patinho Tuga”, que tem movimentado a região com muita diversão e musica para os pimpolhos, e mantido uma integração constante com um estande exclusivo para as vendas do livro “Patinho Tuga – Colorindo e Brincando”. “Nos dias da Feira, estivemos no palco livre apresentando a peça teatral ‘Patinho Tuga – O Musical’, com duração de aproximadamente 30 minutos, composta por cinco atores da Cia de Teatro Talentos de Petrolina, sob a direção de Anderson Barbosa. E neste domindo (7 de agosto) serão realizadas atividades de recreação com espaço reservado para desenhos e pintura. Nossos visitantes poderão praticar pintura e usar a imaginação para desenhar, e ainda vão se  encantar com a presença do Tuga e seus irmãos Toni e Pati”, destaca Kleanne Damasceno, a empresária, compositora e escritora, que integra o projeto idealizado pela Abóbora Produções.

São diversas opções de entretenimento que fecham o dia com muita animação, lazer e gostosuras com a Praça de Alimentação da III Feira do Vale do São Francisco, no Pavilhão do Centro de Convenções Nilo Coelho, que conta com sugestões deliciosas e diferenciadas no formato food bike. Quem visita o evento encontra empreendimentos gastronômicos já consolidados na praça e que mantém ponto conhecido dos moradores da região na orla de Petrolina. No quesito salgados, estão o Carrancas – Sanduíches Food Artesanal, que trabalha com pão artesanal, em suas criações a R$ 6,00 com nomes curiosos como Carranca Louca (a base de carne bovina caramelizada), por exemplo; a Miss Empada Food Bike, também a R$ 6,00, que vem com combinações de sabores inusitados como ameixa com bacon; e o Na Bike por Michelle Welcker que conta com massas de pote, como Fusilli a Bolonhesa e Frango com queijo, por R$ 6,00. Para quem busca por uma boa sobremesa, entre os destaques temos o Bolos da Nara oferece sabores como prestígio branco, cenoura com chocolate e churros a R$ 6,00; a Dindinerante Geladinhos Gourmets à R$ 3,00 que resgatam lembranças doces com nomes de brincadeiras infantis como Amarelinha (sabor maracujá) e Uni duni tê (biscoito de maisena, leite e condensado Nestlé); e a Donna Di Browneria Itinerante com a tradição da charmosa iguaria norte-americana, com sabores Doce de Leite, Brigadeiro de Ninho e Brigadeiro, que variam entre R$ 5,00 a R$ 8,00. E o “Patinho Tuga” ainda marca presença no ambiente com sua pipoca doce à R$ 5,00, divertidas e gostosas na versão Chocolate e Ninho.

Cultura, leitura, educação e empreendedorismo cultural se destacam assim nesta edição da Feira do Livro do São Francisco que contribui reforço da economia criativa e para a produção artesanal em ambiente de integração de artesãos, desenvolvido pelo Sebrae Petrolina, que mantém um forte trabalho expansão do cerne empreendedor cultural dos produtores da região. Essas e outras informações podem ser acompanhadas na página no facebook do evento (https://www.facebook.com/FeiradolivrodoVale/?fref=ts) e toda programação pode ser conferida no site: http://www.feiradovale.com.br/.

 

SERVIÇO:
III FEIRA DO LIVRO DO VALE DO SÃO FRANCISCO (http://www.feiradovale.com.br/)

Quando: De 04 a 07 de Agosto de 2016, das 14h às 21h

Onde: Centro de Convenções Nilo Coelho de Petrolina

Ascom

Homem é preso em Juazeiro-BA portando um arsenal de armas

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Segundo informações, em abordagens de rotina pela área do morrão, no bairro Dom José Rodrigues em Juazeiro, policiais abordaram a pessoa de P. T. S. C, que dirigia uma Hilux preta.

Ao realizarem uma busca no veículo, os policiais encontraram uma pistola de air soft de marca Taurus calibre .40 modelo 24/7.IMG-20160806-WA0030

Ainda de acordo com informações, a arma foi adaptada pelo próprio dono, para calibre 380, sendo que na câmara estava um cartucho intacto, bem como, no carregador.
Dando continuidade na diligência, os policiais seguiram para a residência do flagranteado, onde, em revistas no interior de sua casa, foi encontrado 10 cartuchos contactos para espingarda calibre 32 e, 01 cartucho intacto de calibre 12.

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Todo material e o delituoso, foram apresentados à delegacia para que medidas cautelares, fossem tomadas.