Preto no Branco

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Bahia: Mutirão solidário realiza 80 cirurgias de reconstrução de mama no Estado; Lançamento oficial acontece nesta terça-feira (10)

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A luta contra o câncer de mama no Estado ganha um reforço este mês. É o 2º Mutirão Solidário Outubro Rosa que vai realizar 80 cirurgias gratuitas de reconstrução mamária em mulheres que estão em tratamento do câncer pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica regional de Pernambuco (SBCP/PE) terá o lançamento oficial, nesta terça-feira (10), às 14h, no Hospital do Câncer, com a chegada da cirurgiã plástica Marcela Cammarota, referência nacional neste tipo de cirurgia, para fortalecer a campanha no Estado.

A ação encabeçada pela SBCP/PE reúne entidades públicas, profissionais de saúde e empresas do setor para facilitar o atendimento das pacientes, que estavam na fila de espera para realizar a mastectomia (procedimento de remoção total do seio ou de parte dele) e a reconstrução imediata ou aquelas que já fizeram o tratamento e aguardavam pela colocação de próteses.

Nesse sentido, quatro hospitais de referência no tratamento oncológico do Estado aderiram ao mutirão, cedendo toda a estrutura e pessoal para a realização dos procedimentos. São eles o Hospital Agamenon Magalhães, o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), o Hospital do Câncer de Pernambuco (HCP) e o Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (HC/UFPE). Eles também realizaram a triagem das pacientes que estavam aptas para a cirurgia. Já as empresas Silimed e GSA doaram as 80 próteses, que serão implantadas nas pacientes.

Veredito – “Estudos mostram que as pacientes que fazem a reconstrução mamária têm sua autoestima renovada, aderem mais ao tratamento e, consequentemente, obtêm um índice maior de recuperação”, afirma a coordenadora do evento, a cirurgiã plástica, Catarina Montarroyos. “No entanto, deixamos nosso alerta que o melhor caminho para lidar com o câncer de mama é a prevenção através do diagnóstico precoce, pois aumenta as chances de cura em mais de 90%”, complementa.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é o mais incidente em mulheres de todas as regiões do Brasil, chegando a surpreendentes 2,3 milhões de vítimas por ano. Dessas, cerca de 970 mulheres são de Pernambuco.

Agrovale se manifesta sobre acidente que vitimou um trabalhador da empresa, em Juazeiro

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A Agrovale, em nota, se manifestou sobre um acidente que ocorreu na noite do domingo (8), em uma estrada vicinal da empresa, em Juazeiro, quando um tratorista foi atingido por uma caçamba. Devido a gravidade dos ferimentos o funcionário da empresa morreu no local do acidente.

A direção da empresa lamentou o ocorrido e garantiu ter adotado todas as providências necessárias.

Nota

A diretoria da Agrovale e todo corpo funcional, expressam o profundo pesar pelo falecimento de um de seus empregados, ocorrido às 21h08, do último domingo (08), nas dependências da empresa. A empresa salienta que tomou todas as providências imediatas e necessárias após o ocorrido e segue apurando os fatos. A Agrovale reitera o compromisso com a segurança dos seus empregados, de forma constante, implementando contínuas melhorias da segurança e medicina do trabalho.

Redação PNB, com informações Ascom

Israel: Itamaraty confirma morte de brasileiro que estava desaparecido; Ranani Glazer, 24 anos, foi vítima dos ataques violentos do Hamas

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A view shows a police station that was the site of a battle following a mass-infiltration by Hamas gunmen from the Gaza Strip, in Sderot, southern Israel October 8, 2023. REUTERS/Ronen Zvulun

 

O governo brasileiro confirmou, na manhã desta terça-feira (10), a morte do brasileiro Ranani Nidejelski Glazer, de 24 anos, vítima dos ataques do Hamas na Faixa de Gaza.Glazer estava na festa rave Universo Paralello, que ocorria em Israel, próximo à Faixa de Gaza, no último sábado (7). Mais de 260 corpos foram encontrados Após os ataques no local onde ocorria a festa, foram encontrados.

A nota, que foi compartilhada na íntegra pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, também reafirma o repúdio do governo à violência na região: “ao solidarizar-se com a família, amigas e amigos de Ranani, o Governo brasileiro reitera seu absoluto repúdio a todos os atos de violência, sobretudo contra civis”.

Agência Brasil

Negros são minoria no serviço público federal e têm menores salários; levantamento mostra que mulheres negras estão na base da pirâmide

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UnB foi a primeira universidade federal a adotar sistema de cotas raciais UnB reserva vagas para negros desde o vestibular de 2004 Percentual de negros com diploma cresceu quase quatro vezes desde 2000, segundo IBGE

Mais da metade da população do país é negra, um universo formado por pessoas pretas e pardas, segundo classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O grupo responde por 55,7% dos brasileiros. No entanto, quando um negro entra para o serviço público, ele enfrenta uma inversão. Passa a ser minoria no conjunto de servidores. Além disso, tem salário menor que o de pessoas brancas.  

O cenário é revelado em levantamento feito pela organização não governamental (ONG) República.org, dedicada a melhorar a gestão de pessoas no serviço público. O estudo mostra que os negros são apenas 35,09% dos servidores públicos ativos do executivo federal, de acordo com dados do Sistema Integrado de Administração de Pessoal (Siape) de 2020.

“Por mais que tenhamos uma entrada no serviço público baseada em valores como o mérito e a isonomia, ao olharmos para o retrato político-social da sociedade brasileira, temos uma extrema desigualdade de acesso entre pessoas negras e indígenas em relação a pessoas brancas, o que se reflete em quem é selecionado no concurso público”, disse à Agência Brasil Vanessa Campagnac, gerente de Dados e Comunicação da República.org.

Carreiras

A baixa representatividade dos negros se agrava à medida que aumentam a importância e a remuneração do posto na administração pública. Ao se analisar o cargo mais elevado na hierarquia do serviço público no executivo federal, o de direção e assessoramento superior de nível 6 (DAS-6), apenas 35 dos 240 postos eram ocupados por pretos e pardos, ou seja, 14,58%.

“Os cargos de livre nomeação [caso dos DAS-6] demandam uma forte rede de contato, que é construída pelas relações sociais que esses indivíduos estabelecem ao longo da vida. Na construção histórico-social do nosso país, pessoas brancas foram mais beneficiadas por essas redes, enquanto pessoas negras e indígenas tiveram o acesso restringido nesses espaços de poder”, explica Vanessa.

Outro recorte que aprofunda a disparidade entre brancos e negros está nas carreiras de estado, como diplomatas, e de gestão, como analistas de planejamento e orçamento, auditores e especialistas. Os brancos ocupam 73%, enquanto pretos e pardos ficam com 23,72%.

A gerente da República.org acredita que a baixa presença de negros nessas carreiras se dá pela complexidade dos concursos. “Costumam ter um maior número de fases e contam com cláusulas de barreiras que criam vários obstáculos a serem percorridos”. Ela cita custos como aquisição de material de estudo e deslocamento, que incluem viagens em alguns casos.

“Também existem os custos não monetários, como a disponibilidade de tempo dedicado a essa preparação, já que pessoas negras normalmente têm menos condições de deixarem de trabalhar para se dedicarem integralmente aos estudos”, completa.

Mulheres negras

A baixa representatividade de negros é acentuada por um outro problema, a desigualdade de gênero, que fica explícita quando se compara o rendimento de homens brancos e mulheres negras no serviço público. A remuneração líquida média do primeiro grupo é de R$ 8.774,20 por mês, enquanto as negras recebem média de R$ 5.815,50 mensalmente. Isso representa para elas um salário 33% menor.

Para Vanessa Campagnac, a desigualdade de remuneração é explicada, sobretudo, “pela concentração de pessoas negras em posições com pior remuneração e a sua baixa presença em cargos de liderança e carreiras com maior prestígio e valorização”.

Lei de Cotas

A disparidade entre negros e brancos poderia ser pior não fosse a Lei de Cotas (Lei 12.990, de 9 de junho de 2014), que reserva 20% das vagas em concursos públicos da União para pretos e pardos. No ano 2000, para cada 100 novos servidores do executivo federal, 17 eram negros. Em 2020, essa relação saltou para 43 em 100 novos aprovados.

O levantamento da República.org aponta que, em 2008, seis anos antes do início da vigência da Lei de Cotas, 29% das pessoas que ingressaram no serviço público federal eram negras. Em 2020, esse percentual estava em 43%.

De acordo com a ONG, os efeitos de ação afirmativa da Lei 12.990 foram prejudicados por causa da redução na quantidade de concursos públicos nos últimos anos. Se em 2014, ano em que a lei passou a vigorar, foram 279 concursos para preenchimento de 27 mil vagas, em 2020 foram apenas três, para 659 cargos.

Renovação da lei

A Lei de Cotas tem vigência de dez anos a contar de 2014. Mas há iniciativas para que seja prorrogada. Uma delas é o Projeto de Lei 1.958, de 2021, de autoria do senador Paulo Paim (PT/RS), que tramita no Senado e mantém a reserva de 20% por mais dez anos.

Na justificativa do projeto, o senador aponta que a lei de cotas deve ser entendida como necessária até quando “o número de pretos e pardos na administração pública federal corresponder ao percentual desse segmento na população total do país”. O projeto está na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa.

Dentro do governo, além de interesse na prorrogação da lei, há um movimento para aumentar a faixa de reserva de 20% para 30%. A proposta foi construída pelos ministérios da Igualdade Racial, da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, e da Justiça e Segurança Pública.

Na avaliação de Márcia Lima, secretária de Políticas de Ações Afirmativas, Combate e Superação do Racismo, do Ministério da Igualdade Racial, a Lei de Cotas “garantiu que nos últimos anos mais pessoas negras se tornassem servidoras públicas efetivas, resultado positivo da política. Porém, devido às históricas desigualdades, esse crescimento ainda não foi suficiente”.

A secretária defende que “para garantirmos uma maior equidade racial, precisamos manter a política de cotas raciais nas carreiras do serviço público federal”.

A representante do ministério ressalta ainda que “é importante para a construção das políticas públicas, para o oferecimento dos serviços públicos e para a implementação dos programas que pessoas negras estejam presentes, envolvidas e trabalhando. As cotas no serviço público promovem a igualdade”.

Comissionados

Outra medida para diminuir a desigualdade dentro do serviço público é o decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em março deste ano, que reserva 30% dos cargos de confiança na administração direta, autarquias e fundações para pessoas negras.

As cotas são para os Cargos Comissionados Executivos (CCE), de livre nomeação, e as Funções Comissionadas Executivas (FCE), também de livre nomeação, mas exclusivas para servidores concursados. A norma também determina a observação da paridade de gênero na ocupação desses cargos.

Vanessa Campagnac observa que a implementação de ações afirmativas nos cargos comissionados é fundamental para combater distorções. Ela acredita que possa ocorrer um efeito multiplicador, uma vez que “pessoas negras em cargos de decisão podem atrair, de forma orgânica, mais pessoas negras para essas posições, pois há, assim, a construção de redes de contato mais diversas”.

A Lei de Cotas é específica para o executivo federal, não se aplicando aos Poderes Judiciário e Legislativo, nem para estados e municípios. Um levantamento da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais disponibilizado pela República.org aponta que pelo menos 20 unidades da federação tinham algum tipo de reserva de vagas para negros.

Além da manutenção de cotas em concursos, a gerente da República.org sugere outras formas de apoio à população negra. “Uma ajuda de custos para preparação de concursos e deslocamento, ou investimento em preparatórios destinado a pessoas negras poderiam acelerar a redução dessa desigualdade”, diz.

Agência Brasil

Micro e pequenas empresas de Juazeiro participam de palestra do Circuito Black Friday

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Com o objetivo de preparar micro e pequenos empresários para o aguardado movimento comercial Black Friday que se aproxima, a unidade regional do Sebrae em Juazeiro realizou, nesta quarta-feira (4), a palestra “Lucrando na Black Friday: Estratégias de Sucesso para Impulsionar suas Vendas”.

O evento gratuito, realizado no Juá Garden Shopping, integra o programa Comércio Digital e teve o apoio da Fecomércio-BA, Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Juazeiro (ACIAJ), Sindilojas-BA, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Sindicato Patronal dos Meios de Hospedagem e Alimentação do Município de Juazeiro (SINDHAJ), além de entidades locais, e reuniu empresários dos setores de comércio e serviços da região do Vale do São Francisco.

Gestor do projeto Renova Varejo do Sebrae, César Gazzinelli, explicou o objetivo do workshop: “É importante trazermos uma pessoa com a capacidade e experiência da Uliana para a cidade, pois precisamos promover a capacitação dos nossos empreendedores, movimentando, desta forma, a nossa economia. O objetivo do Sebrae Juazeiro, abordando um tema como este com a bagagem trazida pela palestrante, é que as empresas se preparem não só para melhorar as vendas na Black Friday, mas que também se reinventem e implantem inovações para melhorar as suas vendas durante todo o ano”.

Ascom

Para casais hétero e homoafetivos: Seguem abertas até o dia 25 de outubro as Inscrições para o Casamento Coletivo em Juazeiro

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Seguem abertas, até o dia 25 de outubro, as inscrições para os casais interessados em participar de mais uma edição do Casamento Coletivo realizado pela Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de Desenvolvimento Social, Mulher e Diversidade (Sedes). A iniciativa tem como objetivo oficializar a união de casais que já vivem juntos e que não dispõe de condição para casar-se. O Casamento Coletivo vai acontecer no dia 7 de dezembro, na Orla II de Juazeiro e vai oficializar a união de 100 casais entre hétero e homoafetivos

Interessados em se inscrever, devem ir até os Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) Malhada da Areia, João Paulo II, Tabuleiro, Quidé e Itaberaba, das 8h às 17h, ou no prédio da Superintendência de Políticas Sociais, que fica anexo à Sedes, na Orla I, das 8h às 14h.

Documentos necessários

Para se inscrever os interessados precisam apresentar documentos como: Certidão de nascimento expedida no máximo, há 90 dias (para solteiros) ou certidão de Casamento constando a averbação do divórcio expedida no máximo há 90 dias (para divorciados); ou a Certidão de Casamento constando a averbação do óbito expedida no máximo há 90 dias (para viúvos). Além da certidão, é preciso o documento de identificação civil do casal, comprovante de residência de Juazeiro-BA e documento oficial de duas testemunhas. Os interessados deverão preencher a ficha de inscrição do casamento coletivo e o Termo de Ciência e Comprometimento, que estão disponíveis nos CRAS.

Podem participar pessoas a partir de 16 anos. Menores de idade precisam de autorização e presença dos responsáveis.

Ascom/Seculte

Pedal Rosa: pedalada alusiva à campanha de prevenção ao câncer de mama será realizada dia 22 de outubro em Juazeiro

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Será realizado no dia 22 de outubro, a segunda edição do ‘Pedal Rosa’. O objetivo é chamar a atenção da sociedade quanto a conscientização sobre a importância da prevenção do câncer de mama e para o cuidado com a saúde feminina como um todo. O evento será realizado por vários grupos de ciclistas do Vale do São Francisco com o apoio da Prefeitura de Juazeiro. A largada da pedalada alusiva à Campanha de Prevenção ao Câncer de Mama será na orla nova de Juazeiro, à partir das 7h, oportunidade em que os participantes irão desfrutar de um delicioso café da manhã.O trajeto passará pelo Vaporzinho/ Rua do Paraíso: Country/ Kidé/ Rod Juazeiro/ Salitre/ Piranga/ Alto da Aliança/ Rod Lomanto Júnior (por baixo)/ Av. Adolfo Viana/ Orla/ Vaporzinho. As pessoas interessadas em participar do Passeio Ciclístico Pedal Rosa, poderão realizar a inscrição através do link: https://forms.gle/eVnkw7FwBa7SnGJY8 e obter mais informações através do número: (74) 99947-5427.

Ascom

Pix bate recorde e supera 160 milhões de transações em um dia

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Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro.

Sistema de transferências instantâneas do Banco Central (BC), o Pix bateu novo recorde na sexta-feira (6). Pela primeira vez, a modalidade superou a marca de 160 milhões de transações em 24 horas.Somente no último dia 6, foram feitas 163 milhões de transferências via Pix para usuários finais. A alta demanda não comprometeu o funcionamento do sistema. Segundo o BC, os sistemas funcionaram com estabilidade ao longo de todo o dia.

O recorde anterior tinha sido registrado em 6 de setembro, com 152,7 milhões de transações num único dia.

Criado em novembro de 2020, o Pix acumulava, no fim de agosto, 153,36 milhões de usuários, conforme as estatísticas mensais mais recentes. Desse total, 140,65 milhões eram de pessoas físicas; e 12,71 milhões de pessoas jurídicas.

Em agosto, o sistema superou a marca de R$ 1,53 trilhão movimentados por mês.

Agência Brasil

Sebrae leva oficina de capacitação a 60 alunos da Fundação Lar Feliz

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Na última terça-feira (3), o Sebrae em Juazeiro realizou oficina de capacitação para alunos dos cursos de Manutenção e Desenvolvimento de Sites e de Produção de Conteúdos Digitais do Centro de Capacitação Pedro Barreto da Fundação Lar Feliz.

A atividade reforça a parceria desenvolvida entre o Sebrae e a fundação, amparando e levando conhecimentos a jovens em situação de vulnerabilidade social.

Ao todo participaram 60 alunos com idade entre 15 e 29 anos, que conheceram os conceitos de empreendedorismo, formalização do MEI e modelagem de negócios, ministrados pelo analista técnico do Sebrae, Edlan Amaral.

Coordenador de capacitações da fundação, Ramon Queiroz considera a oficina um divisor de águas na relação com o Sebrae: “Temos muitos jovens talentosos que enfrentam barreiras socioeconômicas e encontram muitas dificuldades de acesso às oportunidades de desenvolvimento e crescimento pessoal. A presença do Sebrae confirma a importância de apoiar o empreendedorismo como ferramenta poderosa para a mobilidade social da nossa comunidade”, afirma o coordenador.

Segundo Edlan Amaral, responsável pela oficina, “este encontro encerra em 2023 os trabalhos de um ciclo da vitoriosa parceria iniciada em 2021, produzindo resultados gratificantes na busca por espaço no concorrido mercado de trabalho”. Nesse período, explica Amaral, “o Sebrae cumpriu sua missão de capacitar, qualificar e promover o desenvolvimento mostrando ao público favorecido o caminho para se tornar um empreendedor que gera renda e contribui para o crescimento pessoal e coletivo, fortalecendo a economia da sua região”, finaliza.

Ascom