Preto no Branco

26679 POSTS 18 COMENTÁRIOS

ANPOLL emite carta aberta e repudia o “Escola sem partido”

0

logotipo_anpoll_plano-11

Carta aberta da ANPOLL (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística) sobre o atual momento do nosso país.

A Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística vem a público expressar sua profunda preocupação com os desenvolvimentos recentes que tocam a ciência e o ensino no Brasil. No âmbito do Poder Executivo, a fusão do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação com o das Comunicações prejudicará significativamente o avanço da pesquisa no país, incluindo em especial a área das ciências humanas. Trata-se de uma medida tomada por um governo interino que atesta a pouca importância que dá à produção de conhecimento e consequentemente ao desenvolvimento do Brasil.  A fusão vem junto de um corte de verbas da Capes e do CNPq que dificultará em muito o funcionamento minimamente adequado da pós-graduação nacional. Os danos causados levarão anos para ser compensados.

No âmbito do Poder Legislativo, tanto dos estados quanto dos municípios, o projeto de Lei 867/2015, “Escola sem Partido”, representa um retrocesso inimaginável na educação do país. Aquilo que entende por “partido” é, na realidade, o pensamento crítico; o que propõe como neutralidade, o senso-comum forjado pelos meios de comunicação. Tirar da escola o seu papel de refletir, de questionar o mundo, é reduzi-la a um instrumento de transmissão de conteúdos inertes.

Convocamos, não apenas nossos associados, mas toda a comunidade das Letras, a se mobilizar para: 1. reverter a fusão do MCTI com o Ministério das Comunicações, 2. reivindicar a volta dos recursos disponíveis na CAPES e CNPq ao nível de 2014, 3. exigir a anulação do Escola sem Partido. Somente através da união de nossa área conseguiremos construir uma voz forte o suficiente para ser ouvida.

Campinas, 27/06/2016

Diretoria da ANPOLL biênio de 2014-2016

Bandeira tarifária continua na cor verde em julho, diz Aneel

0

Com isso, as contas de luz permanecem sem cobrança extra. Melhora nos reservatórios de hidrelétricas permite manutenção.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a bandeira tarifária permanecerá na cor verde em julho. Isso significa que não haverá cobrança extra nas contas de luz pelo uso de termelétricas.
Desde abril a bandeira tarifária está na cor verde. O mês de julho será o quarto consecutivo sem a cobrança extra na conta de luz.
A manutenção da bandeira verde se deve, segundo a Aneel, ao resultado positivo do período úmido (de chuvas), que recompôs os reservatórios das hidrelétricas; ao aumento de energia disponível com redução de demanda (queda no consumo); e à adição de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro.

as bandeiras tarifárias da energia elétrica / VALE ESTA (Foto: Editoria de Arte/G1)

O sistema de bandeiras tarifárias começou a valer em janeiro de 2015. O mecanismo foi criado para permitir a arrecadação imediata de recursos para cobrir gastos extras com o aumento do uso de eletricidade produzida pelas termelétricas.
A energia de termelétricas custa mais caro que a das hidrelétricas porque é produzida pela queima de combustíveis, como óleo e gás natural.
Entre o final de 2012 e o início de 2016, foi preciso aumentar o uso das termelétricas no Brasil por conta da falta de chuvas, que deixou os reservatórios das hidrelétricas nos níveis mais baixos em anos.

G1

SAAE melhora o abastecimento de água no Bairro Novo Encontro

0

IMG-20160627-WA0035

Com o intuito de continuar melhorando o abastecimento de água por todo o município, o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Juazeiro (SAAE) iniciou desde semana passada a implantação de uma nova rede de água na Rua Nova Juazeiro, bairro Novo Encontro. Já foram colocados 70 tubos, no total de 2.000 metros de tubulação de 60 milímetros

Nestes sete anos e meio de governo a autarquia implantou 98.662 mil metros de novas redes e ramais de distribuição de água, com isso ampliando em 23.489 ligações novas. “O SAAE tem realizado também a substituição das redes de água, porque busca evitar o desperdício, otimiza a distribuição e minimiza as perdas de água. A equipe está trabalhando para levar conforto a toda população de Juazeiro”, enfatizou a nova diretora-presidente do órgão, Jadeilma Vieira.

Para a moradora Luciene Almeida de Souza, é uma satisfação saber que o poder público está preocupado em resolver os problemas da comunidade. “Nós tínhamos água aqui no bairro, porém Juazeiro está crescendo e as residências aumentaram nesta rua, era preciso que ampliasse a rede de água. Muito obrigada ao prefeito Isaac e a equipe do SAAE por estar realizando esse serviço aqui”, comemorou.

A diretora comercial da autarquia, Cassia de Amorim Viana, explica que as ligações de água já estão sendo ligadas na nova rede pela equipe. “Estamos realizando as ligações dos usuários que estão em dia com o órgão. Pedimos a compreensão das pessoas que não estejam regularizadas com o SAAE que compareçam ao setor comercial para regularizar suas pendências”, explicou Cassia. Ela destacou ainda que mais de 300 residências serão beneficiadas com a melhoria de água.

ASCOM – SAAE

HU-Univasf recebe visita do presidente da Sociedade Nordestina de Neurocirurgia

0

O Hospital Universitário da Universidade Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf) recebeu, na última sexta-feira (24), o presidente da Sociedade Nordestina de Neurocirurgia, Flavio Leitão Filho que vem fazendo uma série de visitas pelas maiores unidades neurocirúrgicas do Nordeste. O objetivo das visitas é ter um diagnóstico de como estão os neurocirurgiões da região, entender suas realidades e necessidades.

DSCF4595
O presidente da Sociedade ressaltou a posição de destaque que os profissionais de Petrolina tem na área da neurocirurgia. “Em termos de qualificação Petrolina está muito bem representada, aqui tem pessoas de expressão nacional. Profissionais que desenvolvem trabalhos na neurocirurgia que não deixa a desejar a nenhuma cidade do país, isso, obviamente, nos orgulha muito como nordestinos. ”, afirmou.

Além de se reunir com os neurocirurgiões do HU-Univasf, Flavio Leitão Filho, ainda ministrou duas palestras com os temas: Síndrome Compressiva dos Nervos Periféricos e Cirurgia do Plexo Branquial, que contou com a presença de cirurgiões, médicos residentes e estudantes de medicina da Univasf.

“O Flavio Leitão Filho é um neurocirurgião de gabarito internacional. A presença dele é de grande importância para toda a neurocurgia do Vale do São Francisco, foi uma experiência única. As apresentações dele foram de grande valia para os residentes. ”, disse o médico residente Tiago Gomes.

O presidente destacou a preocupação que a Sociedade Nordestina de Neurocirurgia tem com a formação e a educação continuada dos profissionais e afirmou que estão organizando um curso, em parceria com Serviço de Neurologia e Neurocirurgia do HU-Univasf, sobre: Nervos Periféricos, ainda sem data estabelecida.

Ascom HU-Univasf

Etapa municipal da Conferência Nacional das Cidades acontecerá nos dias 28, 29 e 30 de junho em Petrolina

0

Evento será nos dias 28, 29 e 30 de junho, no auditório da Facape. Serão eleitos delegados para a etapa estadual e nacional

Nos dias 28, 29 e 30 de junho será realizada a etapa municipal da Conferência Nacional das Cidades em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. O evento vai ser realizado no auditório da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais (Facape) de Petrolina. Na ocasião, serão eleitos os delegados que vão representar a cidade na etapa estadual e nacional.

De acordo com a secretária das cidades e presidente do Conselho Municipal da Cidade, Rosemere Ferreira, vão ser debatidos temas de importância para a região como “A cidade que temos”, “Plano Diretor e função social da Cidade” e “A cidade que queremos”. “Agente espera um grande público de participantes e que os delegados levem ideias e os grupos tragam boas propostas para o nosso município”, destaca.

De acordo com a programação, a abertura será no dia 28 de junho a partir das 19h30, no auditório da Facape. Já as inscrições dos delegados acontecem no dia 29 de junho, das 7h30 às 10h, também na Facape. O evento começa a partir das 8h com a promoção de palestras que abordam o tema da palestra que é “Função Social da Cidade e da Propriedade” e em seguida, a divisão de câmaras.

G1

Perícia vê ação de Dilma em decretos, mas não identifica nas pedaladas

0

Técnicos do Senado periciaram atos da presidente citados no impeachment. Relatório afirma que houve irregularidades nos créditos e nas pedaladas.

Uma perícia elaborada por técnicos do Senado, a pedido da defesa de Dilma Rousseff, apontou que há provas de que a presidente afastada agiu diretamente na edição de decretos de crédito suplementar sem autorização do Congresso Nacional. No entanto, segundo os mesmos peritos, não foi identificada uma ação direta da petista na decisão de atrasar os pagamentos da União para bancos públicos, as chamadas “pedaladas fiscais”, nos subsídios concedidos a produtores rurais por meio do Plano Safra.

O relatório, elaborado a pedido da defesa de Dilma, foi entregue nesta segunda-feira (27) ao secretário-geral da mesa diretora do Senado, Luiz Fernando Bandeira de Melo.
Ao G1, o consultor de orçamento do Senado Diego Prandino Alves – integrante da comissão que realizou a perícia – explicou que os técnicos da casa legislativa não identificaram ato direto da presidente afastada nas “pedaladas” com base nos documentos anexados ao processo de impeachment. Ele, entretanto, ressaltou que “se houve algum ato direto da petista nos atrasos de pagamentos”, os peritos não tiveram acesso ou essa prova não foi analisada pelos técnicos.

A edição dos decretos sem autorização do parlamento e as “pedaladas fiscais” embasaram o pedido de impeachment que afastou Dilma do comando do Palácio do Planalto. A solicitação de impedimento, apresentada pelos juristas Miguel Reale Júnior, Hélio Bicudo e Janaina Paschoal, se concentrou em duas acusações relativas a 2015: decretos de crédito suplementar assinados pela presidente sem autorização do Congresso e os atrasos no repasse de dinheiro para bancos públicos.

O relatório da área técnica do Senado, que tem 223 páginas, destaca que ocorreram irregularidades na liberação dos créditos suplementares sem aval legislativo e nos atrasos de pagamentos de subsídios do Plano Safra aos bancos públicos.

A perícia foi realizada em cima de provas e documentos anexados ao pedido de impeachment que tramita no Congresso. Em um primeiro momento, a comissão de especial encarregada de analisar o afastamento da presidente da República negou a solicitação da defesa para que os técnicos analisassem os documentos. Depois, atendendo a recurso dos advogados de Dilma, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, determinou que a perícia fosse realizada.

Créditos suplementares
Uma das principais denúncias do pedido de afastamento da presidente é a acusação de que ela teria editado, no ano passado, decretos para liberar R$ 2,5 bilhões em crédito extra sem aval do Congresso.
A defesa da presidente afastada vem afirmando, ao longo do processo de impeachment, que não era necessário o aval do parlamento nos casos apontados pelos autores da solicitação de afastamento. Os técnicos do Senado que elaboraram a perícia, contudo, enfatizaram no documento que essa autorização era obrigatória.

Após entregar a perícia ao secretário-geral do Senado, o consultor Diego Prandino Alves observou que, como os créditos suplementares poderiam fazer que o governo não atingisse o resultado primário previsto no orçamento, a decisão de liberar o dinheiro teria de ter sido submetida ao Congresso em forma de um projeto de lei.

A perícia do TCU avalia, porém, que apesar da edição de decretos liberando gastos no Orçamento, houve o cumprimento da meta fiscal do ano passado.

“Concluiu-se que o Poder Executivo cumpriu as metas de resultado fiscal, mesmo com a liberação do limite de empenho e execução financeira promovida pelo Decreto 8581/2015. Logo, os decretos de contingenciamento editados foram suficientes para assegurar o cumprimento das metas de resultado fiscal de 2015”, diz o texto.
Entretanto, a meta só foi cumprida porque o Congresso aprovou, em 2 de dezembro, o projeto de lei do governo que reduziu a meta fiscal de 2015 e autorizou o governo federal a encerrar 2015 com um déficit recorde de R$ 119,9 bilhões.

A defesa de Dilma argumenta no processo de impeachment que a meta só pode ser considerada descumprida ao fim de um exercício – neste caso o de 2015. E que o parlamento, ao autorizar um rombo de R$ 119,9 bilhões no ano passado, teria convalidado os atos fiscais do Executivo federal.

Todos os anos, o Orçamento da União fixa uma meta de superávit primário, ou seja, de economia que o governo deve fazer para pagar juros da dívida. No ano passado, a meta teve que ser alterada pelo Congresso, a pedido do governo, porque não seria possível cumpri-la.

“Essa autorização para abertura de crédito, ela deveria vir de uma proposta, um projeto de lei a ser encaminhado ao Congresso Nacional”, disse o consultor.
Alves ponderou ainda que, de forma “incontroversa”, Dilma é a autora dos decretos de crédito suplementar. “O que foi verificado, a partir dos autos, é que ela [a presidente afastada] é a autora dos decretos. A autoria dos decretos é incontroversa.”

O documento aponta ainda que a edição de decretos de crédito suplementar amplia a dotação orçamentária e que os valores adicionais “pressionam o atingimento do resultado primário desde sua edição”.

“Em um cenário de retração econômica, com consequente tendência desfavorável de arrecadação de receita, a edição de créditos suplementares eleva o nível de contingenciamento necessário para a manutenção da meta”, argumentaram os técnicos do Senado.

Segundo a perícias, edição de quatro decretos de crédito suplementar impactou a meta de superávit primário em R$ 1,75 bilhão no ano passado.

O entendimento é diferente daquele externado pelo ex-ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, que atuou na gestão da presidente afastada Dilma Rousseff.

Em abril, na comissão de impeachment, ele afirmou que os decretos de crédito suplementar não liberam o pagamento de novas despesas e, deste modo, estariam de acordo com o Orçamento e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

‘Pedaladas fiscais’
Os três juristas que apresentaram ao Congresso Nacional o pedido de impeachment de Dilma afirmam que a petista cometeu crime de responsabilidade ao fazer as chamadas pedaladas fiscais no ano passado (entenda as pedaladas). Os atrasos de pagamentos aconteceram também em 2013 e 2014, embora não façam parte da acusação que embasou o afastamento provisório da petista.

Essa maquiagem fiscal consiste em “adiantamentos” de pagamentos realizados por bancos públicos a programas de responsabilidade do governo federal, sendo que a legislação impede que empresas controladas pela própria União emprestem dinheiro ao governo.

Na solicitação de impeachment, os juristas alegaram que, em 2015 – primeiro ano do segundo mandato de Dilma – ela publicou decretos de crédito suplementar sem aval do Congresso e autorizou as pedaladas fiscais, que consistem em atrasos nos repasses de dinheiro para bancos públicos, como o Banco do Brasil no Plano Safra.
Os autores do pedido de impeachment argumentam que “os empréstimos foram concedidos em afronta ao art. 36 da Lei de Responsabilidade Fiscal, que proíbe a tomada de empréstimo pela União de entidade do sistema financeiro por ela controlada”.

Na perícia entregue à mesa diretora do Senado, os técnicos corroboram a avaliação dos três juristas de que houve irregularidade no atraso dos pagamentos. Para os peritos, as pedaladas constituem “modalidade de financiamento”, ou seja, operações de crédito, mesma conclusão a que chegou o Tribunal de Contas da União (TCU).

A defesa de Dilma refuta a versão e argumenta que os atrasos decorrem de prestação de serviços.
Os técnicos do Senado ressaltam na perícia, entretanto, que, segundo a Lei de Responsabilidade Fiscal, as operações de crédito “consistem em compromissos financeiros assumidos em razão da abertura de crédito, entre outras operações assemelhadas.”

A perícia cita, inclusive, um entendimento do Manual de Contabilidade do Setor Público, utilizado pelo Tesouro Nacional, pelo qual “as operações de crédito nem sempre envolvem o usual crédito junto a uma instituição financeira, com o consequente ingresso de receita orçamentária nos cofres públicos como, por exemplo, nos casos de assunção, reconhecimento ou confissão de dívidas”.

Os técnicos do Senado avaliaram ainda que, em 2015, os passivos do Tesouro Nacional junto ao Banco do Brasil por conta do Plano Safra não foram registrados na dívida pública, o que passou a ser feito somente no final do ano passado.

A perícia também destaca que, por conta disso, até junho do ano passado o superávit primário foi superestimado em R$ 2,09 bilhões. Nos meses seguintes, esse valor caiu, chegando a R$ 700 milhões em novembro.
O documento, contudo, não respondeu ao questionamento da defesa da presidente afastada sobre se existem diferenças entre as pedaladas fiscais dos governos Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva com a as da gestão Dilma. Os peritos se limitaram a dizer que não analisaram esse ponto porque “versa sobre exercícios financeiros anteriores”.

Prazos
Após o recebimento do laudo pericial, o secretário-geral da Mesa do Senado Federal, Luiz Fernando Bandeira, explicou que a partir de agora a acusação e a defesa têm 24 horas para pedir esclarecimentos. Passado esse prazo, a junta pericial da Comissão terá até esta sexta-feira (1º) para responder aos questionamentos feitos pelas partes.
Após essa fase, os assistentes periciais, tanto da defesa quanto da acusação, terão até segunda-feira (4) da semana que vem para entregar um “laudo acessório” que concorde parcial ou totalmente com o laudo da junta pericial.
“E, finalmente, na terça-feira (5) da semana que vem, sentaremos todos à mesa da comissão, numa audiência pública em que esses laudos serão debatidos: o laudo da junta pericial e os laudos que eventualmente sejam apresentados pelos assistentes periciais de cada uma das partes”, afirmou Bandeira.

G1

Prefeitura de Casa Nova lança revista com ações da gestão

0

13523755_1094494150638089_2070043724_o

Com o intuito de deixar a população bem informada sobre as ações e obras realizadas em prol da cidade, a Prefeitura de Casa Nova, através da Assessoria de Comunicação e da agência Nativa Comunicação, editou a revista “É tempo de Celebrar”. A iniciativa buscar dar maior visibilidade as ações do governo municipal, bem como levar ao conhecimento da população todas as ações desenvolvidas no município.

Lançada no dia do aniversário da cidade, 20/06, os exemplares já começaram a ser distribuídos nos principais centros comerciais da cidade e será encaminhado, via correios, para as residências da sede e do interior. A revista também pode ser conferida no site da prefeitura, através de leitura em flip, que simula a paginação original, através do endereço, www.casanova.ba.gov.br/jornal.

“Nossa intenção é que todos os casanovenses tenham conhecimento do que está sendo realizado na nossa cidade. É um dever da Administração prestar de contas, cumprindo o nosso dever de fazer uma comunicação pública”, explica o jornalista e assessor de comunicação da prefeitura, Welington Junior.

Com 16 páginas coloridas, “É tempo de Celebrar” propõe um passeio pelas áreas da administração municipal apresentando os avanços e conquistas do povo de forma leve e de boa compreensão. A concepção e a diagramação ficaram por conta da Nativa comunicação e as fotos de César Studio.

ASCOM – Prefeitura de Casa Nova

CONFIRMADO! Paulo Bonfim foi o nome escolhido para o projeto “JUAZEIRO NO RUMO CERTO”

0

Depois de ter apresentado os nomes de Carlos Neiva, Joaquim do Saae e Paulo Bonfim (PcdoB) como possíveis candidatos para substituí-lo, o Prefeito Isaac Carvalho decidiu pelo ex-secretário de Governo Paulo Bonfim.

A decisão foi baseada em uma pesquisa realizada com eleitores de Juazeiro, que apontou o nome de Paulo Bonfim como quadro mais viável para encabeçar o projeto “Juazeiro no Rumo Certo”, capitaneado pelo gestor atual.

Na tarde de hoje (27) aconteceu uma reunião no Paço Municipal para apresentação da pesquisa aos três filiados do PcdoB e vereadores da base aliada que, por unanimidade, acataram Paulo Bonfim para candidato do governo nas eleições de outubro.

Quem é Paulo Bonfim 

Natural de Ipiaú-Ba, casado, três filhos, mora em juazeiro há 11 anos e há 7 ocupa o posto de Secretário de Governo de Isaac Carvalho.

“Por ser uma cidade pequena de 38 mil habitantes, saí de Ipiaú para tentar novas oportunidades em Salvador na década de 90. Trabalhei em uma pizzaria como auxiliar de serviços gerais, copeiro, garçom, profissão que muito me honra, fui me qualificando na área de atendimento e passei a dar treinamentos em todo o Brasil pela empresa que trabalhava. A convite do empresário Plácido Alexandre vim a Juazeiro ministrar uma palestra para os seus funcionários, me encantei com a cidade e adotei-a como minha já naquele momento. Foi a amor à primeira vista. Trouxe toda minha família para cá e assumi a Churrascaria de Plácido, colocando a empresa como uma das melhores da região no segmento”, declarou Paulo Bonfim quando recebeu o título de Cidadão Juazeirense no final do ano passado.

Sobre a vida política ele conta que participou da primeira campanha do prefeito Isaac e recebeu o convite para integrar a equipe de governo: “Fiquei surpreso, mas aceitei o convite para comandar a Secretaria de Serviços Públicos na época e dei o melhor de mim no trabalho de cuidar da manutenção da cidade”, revelou Bonfim.

“Montei uma equipe de trabalho competente, agregamos a comunidade neste trabalho e fomos bem avaliados pela população da sede e do interior”, afirmou o pré-candidato.

Quando reeleito, Isaac Carvalho convidou Bonfim para a Secretaria de Governo, cargo que exerceu até o mês passado.

“Sou graduado em gestão pública e já fiz várias capacitações no sentido de me qualificar e ser o melhor profissional onde quer que eu atue. Sou um homem honesto e tenho uma história de sucesso no setor privado, experiência que trouxe para minha trajetória no setor público. Não tenho vergonha da minha história, muito pelo contrário. Sou orgulhoso dela e agora, com esta indicação para concorrer às eleições na minha cidade e pelas mãos do melhor prefeito que Juazeiro já teve, Isaac Carvalho, o meu desejo é ser ainda melhor, fazer ainda mais pelo nosso povo e dar continuidade ao projeto que fez Juazeiro renascer, que colocou o nosso município no rumo certo.
Agora é colher o que pude plantar e conto com os inúmeros amigos e irmãos que conquistei em Juazeiro, minha terra mãe também! Sou seu filho, Juazeiro e estou preparado para te servir com toda dedicação!”, concluiu o pré-candidado.

 

Aprovados no Concurso Público da Prefeitura de Juazeiro para Guarda Municipal reivindicam contratação

0

O Portal Preto No Branco recebeu do leitor Paulo Júnior a seguinte nota, que já encaminhamos para a Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Juazeiro para os devidos esclarecimentos:

“Venho através deste veículo de comunicação esclarecer sobre o concurso da Prefeitura Municipal de Juazeiro-BA realizado recentemente, em especial para o cargo de Guarda Municipal. São mais de 12 anos que a  referida Guarda Municipal está trabalhando com o seu efetivo baixo, até mesmo contra a lei federal e a lei do próprio município, que diz que o efetivo tem que ter uma quantidade de 250 Guardas Municipais.

No site do município mostra que há uma quantidade de 155 Guardas Municipais. Nesse concurso, realizado agora, vergonhosamente tinha apenas 9 vagas ofertadas para Guarda. Há expectativa por parte dos candidatos que chamem durante os dois anos de validade do concurso uns 30.

A população juazeirense cresceu e a Lei Federal 13.022, que rege as Guardas Municipais do Brasil, diz que o efetivo tem que ser de acordo com a população. E essa quantidade de 155, mais os trinta que dizem que vão chamar, fica no total de 185, abaixo da média. Mas o site do TCM mostra que tem uns 400 vigilantes contratados.

Pois bem. Cumpre trazer à baila o fato de que o concurso também é para cadastro reserva. Sendo assim os aprovados esperam ser chamados, não por boa vontade da administração pública municipal, mas sim porque têm esse direito, tendo em vista a usurpação de função exercida pelos funcionários contratados pela prefeitura, os quais deverão ser substituídos pelos concursados, nada contra os contratados estamos buscando nosso direito que é a legalização da referida lei municipal.”