Preto no Branco

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Jovem morre vítima de afogamento em Juazeiro

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De acordo com informações que chegaram à nossa redação, na manhã deste domingo (11), o corpo de um jovem foi encontrado boiando no Rio São Francisco, orla de Juazeiro.

Segundo informações preliminares, o jovem era aluno do curso de informática do Cetep e  estava treinando para participar de uma competição de natação.

O PNB está apurando mais informações sobre o afogamento.

Redação PNB

“Meu herói cheio de defeitos e adoravelmente virtuoso”, por Sibelle Fonseca

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Meu pai era um homem bom. Daqueles bem machistas, rígido, severo, valente e de um coração enorme. Ele tinha um coração de mãe, meu pai. Era intenso e se movia pelos extremos, com toda sua autenticidade. Não sabia ser coluna do meio. Ou era oito, ou oitenta. Preto ou branco. Cinza jamais! Não tinha muita paciência, mas era capaz de passar horas brincando com uma criança e lia, diariamente, o Jornal A Tarde. Ele era precipitado, sem pavio. Aventureiro até quando pôde. Não tinha papas na língua e não ficava nunca sem se posicionar, mesmo que aquilo lhe gerasse algum aborrecimento. Dizia o que pensava e fazia o que dizia. Se isso lhe rendesse algum prejuízo, ele assumia. Tinha um senso de justiça sem tamanho. Incomodava com suas verdades e me dizia sempre: “desagrade com a verdade e não agrade com a mentira, minha filha.”

Meu pai era um homem terrivelmente honesto. Tanto que obrigou-me a ajoelhar aos pés do gerente do supermercado Pinguim, um homem chamado Edilberto, pra pedir perdão, em público, por um furto que pratiquei aos 7 anos.  Peguei um bombom e isso me rendeu um ensinamento que trago até hoje. Não levo nem uma caneta Bic de ninguém, muito menos quero levar vantagem em nada.

Meu pai sabia ser humilde, mas se precisasse era o mais arrogante dos homens. Ah se era! Outra coisa que ele me dizia: “Seu nariz deve tá no centro, minha filha. Nem acima, nem abaixo do de seu ninguém. Mas se te olharem de cima, olhe mais alto ainda. Para os humildes se encurve. E segure o olho no olho.”

Falava também de apertar a mão com firmeza, porque mãos frouxas são perigosas. E não via com bons olhos esse negócio de dois beijinhos em todo mundo.

Era um sábio meu pai que só fez até a Admissão. Ele assinava o nome, sabia ler, escrever  e dominava as quatro operações. Não sabia nada de história antiga, nem de antropologia, mas era um filósofo dos bons. Um contador de histórias. Repetidas histórias de personagens desconhecidos que, de tanto ele falar, se tornavam íntimos para mim. Jamais esquecerei da estória da “Garça e do socó” que eu chorava toda vez que ele contava. Meu pai era emoção pura. Era lúdico, um moleque brincalhão, que já idoso, fugia para tomar banho no Velho Chico, de quem era amigo.

Meu pai amava música. E na sua caixinha de fitas cassete ele guardavam suas dores, seus amores. Me pedia pra cantar “Beijinho doce” e sabia como ninguém abraçar apertado e suspirar dobrado. Adorava uma farra, regada a cerveja, som, família e amigos. Logo ficava com o olho miudinho e dava a conversar. O mestre da indaga, um pé de valsa que dançava sorrindo como um menino.

Amava frutas, pirão de bode, uma caninha antes do almoço, caminhadas, circo e parque de diversão (através dele os conheci). Por ser inquieto, não gostava de cinema, mas me levou para assistir a “Marcelino Pão e Vinho”, minha primeira vez diante da sétima arte.

Um subversivo de direita. Legítimo trabalhador que se acomodou na tal classe média. Um pai de família, cidadão do bem, de bem. Desertor do Exército brasileiro e fã de Getúlio Vargas. Semianalfabeto e politizado. Pena que nunca soube que estava mais “pras esquerda”, e, apesar disso, defendia o oprimido, se rebelava, ao seu modo, contra as opressões e tinha um incorrigível senso de justiça.

Não foram poucos os nossos embates. Me dava peia porque eu lia Marx e vendia escondido um jornal comunista no colégio das freiras. Eu o afrontei e o enfrentei e ele resistia. As vezes acabava amolecendo. Sabia morder e assoprar num estalar de dedos. Após os 12 bolos com a escova de lustrar sapato, em cada uma das mãos, e das cinturadas seguras,  se arrependia e prometia os céus. Meu pai metia medo, mas era divertido. Passeava entre o rigor e a leveza, numa maestria que Ave Maria! Batia e afagava. Era mesmo intenso meu pai. Chegado a um drama.

Cheio de defeitos. Abarrotado de virtudes. A maior delas, era a capacidade de pedir perdão e aceitar perdão. A alegria de viver também era seu traço marcante.

Ligeirinho, apressadinho, adorava uma buzina, uma piada, uma pirraça, uma provocação e um telefone.

Era homem difícil meu pai. Nunca foi fácil lidar com seu gênio. Não vou transformá-lo em santo agora. Eu estaria desobedecendo a sua ordem de não ser hipócrita. Mas quem disse que os pais são perfeitos? São humanos e vítimas de uma construção social perversa.

Ficamos sem nos falar por um curto e necessário tempo de amadurecimento. Nada significante diante do tempo que nos amamos e aprendemos juntos a viver. Ele era carinhoso demais. Afetuoso demais. Protetor demais. Ele só sabia ser demais em tudo. Meu pai era superlativo, ativo, terno, fraterno. Uma confusão.

Nos seus últimos tempos, enfrentando brava e dignamente um câncer, meu pai me chamou pra pedir perdão. “Desculpe seu pai pelos exageros, minha filha. Você desculpa? ”

Respondi com a mesma pergunta: “Desculpe sua filha pelos exageros, meu pai. O senhor desculpa?”

Daí me joguei no seu leito para o abraço mais seguro e verdadeiro que já senti. Entendemos que fomos o melhor que pudemos e até quando erramos, era querendo acertar.

Reconhecemos nossos exageros e já com sua finitude ao lado, vimos a bobagem que é perder tempo com convenções e intolerâncias. Nos perdoamos entendendo que a vida é assim mesmo e isso é tudo muito natural

Andam dizendo que eu sou igualzinha a ele, quando tentam me definir. E eu fico toda cheia de orgulho, podem crer.

Ele foi embora há 14 anos e se transformou na ausência mais presente na minha vida. Ele vive em meus gestos, nos meus modos, no que falo e digo para os meus filhos. Ele vive no que vejo no espelho. Meu nariz feio é igualzinho ao dele. Meu olho brilha pela vida que nem o brilho que eu via nos olhos dele. Sua teimosia ainda me acompanha. Sua intensidade nas coisas também.

Carrego a grande maioria dos seus conselhos e princípios. Joguei fora as crenças, as verdades sem nenhum sentido, os traumas. Tento ser o que meu pai queria ser e sou o que ele jamais quis que eu fosse. Ele também me dizia: “Minha filha, gente como você sofre mais. É mais difícil”. Hoje até acho que ele dizia isso como quem dissesse pra si mesmo. Não deu pra eu ser diferente do que sou, meu pai! Se nem o senhor conseguiu esse feito, como eu poderia?

Quando um seu conhecido me aborda, perguntando se sou sua filha, respondo orgulhosa: “Sim, eu sou Sibelle de Manoelito”, com a tranquilidade de quem teve um pai bom caráter, um lutador boa gente, solidário, empático, amigo dos amigos, que deu a família o que melhor que podia, que exigia ser chamado de senhor e não tinha vergonha de chorar, de amar, de dizer o que sentia, o que pensava e o que queria.

Eu nunca deixei de ser Sibelle de Manoelito do leite. A filha de Manoel Justiniano da Fonseca Filho, meu Highlander, meu guerreiro imortal!

Na cabeceira da minha mesa é o senhor que senta, meu pai! Com todos os seus valores e ensinamentos. Meu herói cheio de defeitos e adoravelmente virtuoso.

Sibelle Fonseca é radialista, militante do jornalismo, pedagoga, feminista, humanista, mãe de 4 filhos, humana de Diana, cantora nas horas mais prazerosas, defensora dos direitos humanos e animais, uma amante da vida e de gente.

Dia dos Pais: tecnologias podem aproximar ou afastar os filhos

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“Quando eu chegar da faculdade, eu ligo”. Nenhuma mensagem que chega ao telefone é trivial para o pipoqueiro Gil Lopes, de 58 anos, pai de seis filhos. “Tudo o que vem deles é importante”. O potiguar, radicado em Brasília, mantém no ouvido o fone em que ouve as mensagens de áudio e as novidades simples do dia a dia, uma forma de lidar com as saudades, desde que os rapazes e as moças começaram a sair de casa para mudar de cidade e casar. Ele recebe mais mensagens do que ligações, mas não se incomoda. “A vida deles é corrida”, lamenta.Diante do carrinho da pipoca, ele diz que a tecnologia do celular é o que garante a tranquilidade para trabalhar. Ele só tira o fone de ouvido para atender os clientes. O pipoqueiro, que mora na região administrativa de São Sebastião (DF), recorda que já foi mais preocupado com o que a tecnologia poderia causar. De fato, a tecnologia mexe também com a paternidade ativa.

De acordo com pesquisadores ouvidos pela Agência Brasil, as evoluções tecnológicas do celular e internet alteraram, de variadas formas, as relações familiares, incluindo de pai e filhos. Um desses caminhos é positivo, já que a tecnologia ajudou a propiciar proximidades, conforme avalia o neurologista pediátrico Eduardo Jorge Custódio da Silva, membro do Grupo de Trabalho Saúde Digital da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

“O pai pode estar viajando e é possível vê-lo por um vídeo. A tecnologia pode ser fundamental. A gente tem um site chamado Esse Mundo Digital, que é para conscientizar sobre o uso da internet de forma ética, saudável, segura e educativa”, afirma.

Tempo de presença

Segundo a pesquisadora Sandra Rúbia da Silva, professora da pós-graduação em comunicação na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), os pais precisam encontrar tempo para participar das atividades com os filhos, seja online ou fora das telas.

“Na minha pesquisa, a gente conseguiu observar que os pais veem que o uso do celular está atrelado à preocupação com a segurança dos filhos”. Mas, os filhos veem, segundo a pesquisadora, a utilização da tecnologia como uma oportunidade de utilização das redes sociais, que colocaram as relações familiares em “um novo patamar, de diversas formas, tanto troca de saberes, quanto especialmente essas trocas de afeto”, afirma a professora. Ela  investiga, com uma abordagem antropológica, as práticas relacionadas ao consumo de telefones celulares em periferias urbanas.

“Veja quantas mensagens de Dia dos Pais vão estar nas redes sociais agora neste domingo”. Inclusive, que acarretam o fenômeno de que pais que não são homenageados com postagens podem sair magoados. “Imaginemos, por exemplo, um pai e um filho que se afastaram. A tecnologia pode facilitar, por exemplo, uma aproximação. Pode, enfim, resgatar ou afastar.

Excesso de telas

Para a professora Sandra Rúbia da Silva, da UFSM, é necessário que os pais estejam atentos para que, quando presentes fisicamente, não estejam “ausentes” e apenas ligados às redes sociais. Da mesma forma, os filhos devem ser chamados ao mundo longe das telas, segundo explica o neurologista pediátrico Eduardo Jorge Custódio da Silva, da SBP.

Ele exemplifica que se tornou comum a cena de pais e crianças (e até bebês) com dispositivos móveis na mesma mesa. E nenhuma palavra entre eles.

O neurologista faz parte do grupo que elaborou um documento científico da entidade intitulado “Menos Telas e Mais Saúde”, no período da pandemia, e que deve ter uma nova versão no ano que vem.

O médico explica que o contato físico e o diálogo são fundamentais. “Historicamente, os pais sempre foram um pouco mais afastados na relação com os filhos. Mas isso mudou. Estar com a criança é muito importante. E a tela não pode ser a única forma de mediação de nenhum contato”.

Essa ausência pode gerar riscos emocionais na construção da personalidade.

Isso inclui, segundo o neurologista da SBP, por exemplo, contar para o filho como foi o dia e abraçar sempre que possível.

O neurologista alerta para a necessidade das famílias estarem atentas à possibilidade de dependência digital dos filhos. “Isso já é uma doença. A autoridade paterna e materna é importante desde o início do processo. A gente tem que ter autoridade e as crianças e os adolescentes querem autoridade”, aponta. E essa autoridade deve ser exercida, segundo os especialistas ouvidos, com o diálogo. “A dependência digital caracteriza-se por prejuízos na vida social, escolar ou emocional. É preciso  um apoio psicológico, mas também familiar”.

Aproximação

A psicóloga e professora Leila Cury Tardivo, da Universidade de São Paulo (USP), também reitera que os pais devem utilizar a tecnologia para se aproximar. Como coordenadora de  um projeto de atendimento social em São Paulo, o Apoiar, a pesquisadora, desde a pandemia, constatou a necessidade das crianças e adolescentes se sentirem mais acolhidos. “Os pais não são obrigados a resolver tudo. Mas a aproximação e o diálogo ajudam muito”. Na paternidade ativa, por exemplo, ela defende que sejam respeitadas as dores, dúvidas e inseguranças próprias das faixas etárias.

A professora destaca que a sociedade vive um contexto de diferentes constituições familiares, e a participação da paternidade ativa é o esperado para encarar os desafios.

É isso o que diz acreditar também o agricultor e servidor público aposentado Américo Oliveira, de 63 anos, também pai de seis filhos. Morador de área rural na região administrativa do Gama (DF), esperava o ônibus para ir para casa e ficava atento ao celular para esperar qualquer “oi” dos filhos.

Os mais velhos partiram para áreas urbanas e hoje tem em casa a esposa e o caçula de 11 anos. Ele tenta fazer com que o menino brinque de pés no chão na terra e de bola. “Lógico que ele pede o celular para joguinhos. Mas fico feliz que ele usa também para me mandar mensagens. É uma luta diária, mas gosto de sentar ao lado dele para conversar sobre o que ele viu na tela”, sorri o pai.
Agência Brasil

Fortalecimento da educação dos povos originários marca a celebração do Dia Internacional dos Povos Indígenas na Bahia

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No Dia Internacional dos Povos Indígenas, neste 9 de agosto, a rede estadual de ensino da Bahia celebra a data de uma forma especial. É que o Governo do Estado Bahia, por meio da Secretaria da Educação (SEC), vem focando no fortalecimento da Educação Indígena com a implementação de uma série de investimentos voltados ao respeito e à valorização da cultura e língua indígenas. São iniciativas como construção, ampliação e modernização das escolas indígenas; valorização do magistério indígena, e do aporte de mais de R$ 1,1 milhão para a execução do Projeto Tecendo Saberes Ancestrais, que tem como diretivas a valorização da contribuição histórica dos povos originários e a promoção da educação ambiental, da interação cultural e de práticas esportivas no ambiente escolar.

Alinhado às diretrizes curriculares nacionais e à Lei Federal n° 11.645/08 (que torna obrigatório o estudo da história e da cultura indígena e afro-brasileira nas unidades de ensinos Fundamental e Médio), o Tecendo Saberes Ancestrais trabalha com quatro eixos: interdisciplinaridade e fortalecimento cultural nas escolas indígenas, incluindo a promoção dos Jogos Estudantis Indígenas em todo o Estado; aprofundamento dos conhecimentos sobre os estados do Nordeste; contribuição dos povos indígenas na história da região com a Feira Nordestina das Escolas Indígenas (FNEI); e incentivo à preservação e à educação ambiental nas comunidades indígenas. O projeto visa, portanto, contribuir para a formação de cidadãos indígenas conscientes e críticos, comprometidos com a preservação de sua cultura e com o desenvolvimento sustentável.

O coordenador da Educação Escolar Indígena da SEC, Niotxarú Pataxó, destacou o significado de os baianos comemorar o Dia Internacional dos Povos Indígenas. “Esta data é muito importante, especialmente neste momento de conquistas e desafios dos povos indígenas na área da Educação. Atualmente, na Bahia, temos avançado com a implementação de políticas educacionais, principalmente no que diz respeito ao apoio pedagógico; as ações realizadas nas unidades escolares; a valorização dos nossos professores indígenas; e os investimentos em infraestrutura visando a melhoria da qualidade das escolas indígenas da Bahia. O desafio, agora, é que continuemos nesse ritmo para atender todas as nossas 71 escolas indígenas (27 sedes e 44 anexos)”.

Os 7.337 estudantes e 684 professores e coordenadores pedagógicos indígenas vão ser beneficiados com as intervenções escolares que já estão sendo realizadas pelo governo estadual, visando criar ambientes adequados para o aprendizado, respeitando a cultura e os saberes tradicionais. Até o momento, já foram efetuadas quatro obras de construção de novas unidades em Paulo Afonso, Glória, Rodelas e Prado; cinco obras de ampliação com modernização em Ibotirama, Muquém do São Francisco, Buerarema e Santa Cruz Cabrália; e uma obra de manutenção em Prado na sua infraestrutura física. O investimento nas escolas totaliza um valor estimado em R$ 70 milhões.

Ainda como parte do conjunto de ações para fortalecer a educação dos povos originários na Bahia, o executivo estadual encaminhou o Projeto de Lei nº 25.292/2024, que foi aprovado por unanimidade pela Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) e sancionada pelo governador Jerônimo Rodrigues, em 24 de abril deste ano. A alteração da Lei nº 12.046/2011 atendeu às reivindicações de professores, caciques, lideranças e organizações indígenas baianos e ratificou o compromisso do Governo do Estado com a educação e a valorização dos docentes e gestores indígenas. Com a reforma da carreira dos docentes indígenas, a sua remuneração foi equiparada à titulação de nível superior dos demais professores da rede estadual, produzindo um acréscimo na despesa de pessoal, em 2024, no valor estimado de R$ 633.423,00 e, para os anos de 2025 e 2026, R$ 823.854,00.

Sobre o Dia Internacional dos Povos Indígenas – Em 23 de dezembro de 1994, a Assembleia Geral das Nações Unidas decidiu, em sua Resolução n° 49/214, que o Dia Internacional dos Povos Indígenas deve ser observado em 9 de agosto de cada ano, por ser a data que marca a primeira reunião, em 1982, do Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre populações indígenas.

Secom

UNEB realiza concurso público para técnicos e analistas universitários

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Após quase 15 anos desde o último certame direcionado a essa categoria de servidores, a gestão universitária vai lançar edital público para preenchimento de 68 vagas.

São 34 vagas para técnicos universitários (nível médio) e 34 para analistas universitários (nível superior), para suprir postos de trabalho em todos os departamentos/campi da UNEB na capital e interior do estado e também na administração central da instituição.

De acordo com o edital, as inscrições para o concurso vão estar abertas entre os próximos dias 13 de agosto e 5 de setembro. Os interessados devem se inscrever exclusivamente pelo link na página do Instituto de Desenvolvimento e Capacitação (Idecap), responsável pela execução do certame.

Além dessas vagas de convocação imediata, o concurso vai constituir um cadastro reserva de candidatos classificados e não convocados, os quais poderão ser convocados a qualquer momento, assim que houver a aprovação de novas vagas.

“Esse concurso representa uma grande vitória para a nossa comunidade acadêmica e para o povo baiano. Essas vagas ampliam o nosso corpo técnico, fortalecendo o trabalho dessa categoria tão importante, o que repercute diretamente na qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão unebiana”, destacou a reitora.

Adriana Marmori lembrou ainda que, há 15 anos, a UNEB não realizava um concurso amplo para técnicos administrativos. “Essas vagas foram conquistadas com muita luta e articuladas em diversas reuniões com o governo do estado. Esse é um dos nossos principais compromissos assumidos com a comunidade acadêmica e hoje está sendo cumprido”, celebrou.

Portal UNEB: https://agenciadecomunicacao.uneb.br/demanda-historica-uneb-realiza-concurso-publico-para-tecnicos-e-analistas-universitarios-68-vagas-inscricoes-13-08-a-05-09/

Serviço-O quê: Divulgação edital concurso para técnicos e analistas universitários
Quando: Inscrição de 13/08 a 05/09
Onde: www.idcap.org.br/

 

Ascom/ UNEB

Sos voto: TSE lança serviço para denunciar fake news durante as eleições

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TSE - Tribunal Superior Eleitoral Urna eletrônica

Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou na última sexta-feira (9), o lançamento do SOS Voto, serviço destinado ao combate da disseminação de desinformação relacionada ao processo eleitoral nas redes sociais.

A nova ferramenta, que funciona por meio do telefone 1491, é gratuita e está disponível em todo o território nacional. O SOS Voto tem capacidade para atender até mil denúncias por dia.

O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, e aos sábados, das 9h às 17h. Colaboradores do TSE atendem as ligações e orientam os usuários sobre como registrar denúncias, que podem envolver desde informações incorretas até manipulações de contexto com o intuito de prejudicar a imagem das instituições eleitorais.

Idealizado pela presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, e desenvolvido em parceria com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o SOS Voto é uma iniciativa para garantir maior transparência e rapidez no combate à desinformação durante as eleições municipais de 2024.

BNews

SESI-PE está com inscrições abertas para 300 vagas em cursos gratuitos com certificado

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Para quem quer melhorar o currículo e ter mais chances no mercado de trabalho, o SESI-PE está com inscrições abertas para 300 vagas para dois cursos gratuitos, sendo 150 para “Relacionamento Interpessoal” e 150 para “A Importância do Feedback”. As inscrições podem ser feitas pelo site pe.sesi.org.br até o dia 18 de agosto ou até as vagas serem preenchidas. Os interessados devem ter a partir de 16 anos de idade, e-mail, acesso à internet e noções básicas de internet. Após a realização da matrícula, os alunos terão 30 dias para estudar o conteúdo e concluir o curso desejado.

Com uma carga horária de 12 horas, o curso “Relacionamento Interpessoal” tem como principal objetivo mostrar a importância das relações dentro do local de trabalho para alcançar um ambiente saudável, de convivência amistosa e benéfica. As aulas serão realizadas com base em conteúdos como O ambiente de trabalho e as relações; Inteligência interpessoal; Percepção: eu e o outro; Comunicação; Escuta; Assertividade; Empatia; Cordialidade; Ética; e Gestão de Conflitos.

Já o curso “A Importância do Feedback” trará o conceito e a importância do uso dessa ferramenta dentro das relações de trabalho. Entre os temas que serão discutidos nas aulas, estão Definição de Feedback; Segredo para uma boa liderança; Por que a maioria das pessoas tem dificuldade em receber feedback?; Por que é tão difícil dar um feedback?; Quando dar feedback?; O que falar para o funcionário?; Feedback como um espaço aberto. O curso tem uma carga horária de 8 horas.

Após o cumprimento da carga horária do curso realizado, o aluno participará de uma avaliação na plataforma educacional e, após atingir 70 pontos ou mais no exame, receberá a Certificação de Conclusão. Para outras informações, basta entrar em contato pelo WhatsApp (81) 8151-8375 ou pelo e-mail educacao.distancia@pe.sesi.org.br.

Sistema FIEPE – Mantido pelo setor industrial, atua no desenvolvimento de soluções para trazer ainda mais competitividade ao segmento. Além do SESI – que proporciona serviços de saúde e educação básica para os industriários, familiares e comunidade geral – conta ainda com a FIEPE, o SENAI e o IEL. A Federação realiza a defesa de interesse do setor produtivo e contribui com o processo de internacionalização das indústrias. Com o SENAI-PE, além de formação profissional, são oferecidos os serviços de metrologia e ensaios, consultorias e inovação. O IEL-PE foca na carreira profissional dos trabalhadores, desde a seleção de estagiários e profissionais, até a capacitação deles realizada pela sua Escola de Negócios

CLAS Comunicação & Marketing

MP da Bahia denuncia 12 pessoas por envolvimento no “golpe do Pix” na TV

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Doze pessoas envolvidas no esquema de desvio de doações que ficou conhecido como ‘golpe do Pix’ foram denunciadas pelo Ministério Público da Bahia à Justiça ontem, dia 9, pelos crimes de associação criminosa e apropriação indébita. As investigações identificaram, até o momento, a atuação do grupo entre 2022 e 2023, por um ano e cinco meses. Nesse período, eles teriam arrecadado mais de R$ 540 mil em doações e se apropriado de 75% do montante, cerca de R$ 410 mil. Apenas R$ 135.945,71 foi devidamente repassado às vítimas que tinham seus dramas pessoais expostos em programa televisivo. A denúncia foi oferecida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) e pela 10ª Promotoria de Justiça Criminal de Salvador.

A denúncia relata que o grupo, de forma consciente e devidamente ajustada, associou-se para cometer crimes contra pessoas em estado de vulnerabilidade social. O grupo arrecadava as doações e destinava às vítimas a menor parte do volume arrecadado por meio de chaves pix exibidas na tela da televisão. Após cada programa, os valores arrecadados eram distribuídos a partir das contas que recepcionavam as doações, por seus respectivos titulares, e conforme as orientações dos líderes do grupo, que ficavam com a maior parte do dinheiro.

Ainda de acordo com as investigações, os denunciados, para ocultar a origem ilícita dos valores apropriados das doações que se destinavam às vítimas, realizaram diversas movimentações fragmentadas e atípicas, as quais configuram o crime de lavagem e ocultação de valores. Em apenas um dos casos exibidos no programa foi arrecadado com as doações um total de R$ 64.127,44, sendo que os integrantes da associação criminosa se apropriaram de R$ 57.591,26 e repassaram àqueles que tiveram seu drama exposto na TV o valor de R$ 6.536,18.

Cecom

Juazeiro: CIPE-Caatinga prende homem com mandado de prisão em aberto por estupro de vulnerável 

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A Polícia Militar da Bahia, através da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE-Caatinga), prendeu nesta sexta-feira (09), um homem com mandado de prisão em aberto em Juazeiro – BA.

Policiais Militares da CIPE/Caatinga em patrulhamento especializado na zona rural, mais precisamente no povoado Jatobá, abordaram um homem em atitude suspeita, que após consultas ao Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), constatou-se mandado de prisão em aberto n° 0000853-15.2024.8.17.3010.010001-19, expedido pela vara única da comarca de Orocó/PE, pelo crime de Estupro de Vulnerável.

O acusado foi conduzido e apresentado na Delegacia de Plantão 213ª Circunscrição em Petrolina-PE onde foram tomadas as medidas legais cabíveis.

Ascom/CIPE-Caatinga