Preto no Branco

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“Uma noite inesquecível”, declara Zizi Possi na noite da grande final do Festival de Música Geraldo Azevedo, em Petrolina; confira vencedoras

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Petrolina, no Sertão de Pernambuco, viveu uma noite memorável neste sábado (16), com a grande final do Festival de Música Geraldo Azevedo, realizado pela Prefeitura de Petrolina por meio da Secretaria Executiva de Cultura. A Concha Acústica recebeu os amantes da música que foram torcer pelos 10 finalistas do concurso e assistir ao concerto da Filarmônica 21 de Setembro e ao show de Zizi Possi, grande atração da noite.

No palco, a banda base acompanhou os concorrentes que mostraram suas composições em grande estilo. Os gêneros musicais foram os mais diversos. Do forró ao samba, não faltou poesia nas composições, arranjos cuidadosos e presença cênica dos artistas.

A premiação foi de mais de R$ 30 mil, além de troféus criados pelo artesão Antônio Lisboa.

Foram escolhidas, através de um júri formado por músicos experientes, as três melhores músicas e o melhor intérprete do festival. Três, dos quatro prêmios, foram para mulheres compositoras e intérpretes da região.

Confira as vencedoras:

Entre o medo e o destino – Wênia Trindade e Roberto Maestrini, primeiro lugar; Emancipação – Fernanda Luz, segundo lugar e Fortuna e a Migalha – Guilliard Pereira e Zé Adalberto, terceiro lugar. O prêmio de Melhor Intérprete foi para Fernanda Luz.

 

Histórico show de Zizi Possi 

Após o resultado das vencedores, a cantora Zizi Possi, encantada com a lua cheia que brilhou em Petrolina, deu ainda mais luminosidade a noite. A cantora, com 45 anos de carreira, cantou sucessos como “Asa Morena” e “Per Amore”, “Corsário” “O que é o que é”, levando o público a acessar as melhores emoções. Petrolina cantou, dançou, reviveu e ficou ainda mais bela com a voz marcante de Zizi Possi e toda sua simpatia no palco.

“Uma noite inesquecível” declarou a cantora admirada com receptividade e interação do público.

Redação PNB

 

 

Andrezza foi a grande vencedora do Festival Edésio Santos da Canção; confira vencedores

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A cantora e compositora Andrezza foi a grande vencedora do Festival Edésio Santos da Canção, levando o primeiro lugar com a música “Minha Voz Vai te Alcançar” e o prêmio de Melhor Intérprete do concurso. A finalíssima aconteceu na noite deste sábado (16), no Centro de Cultura João Gilberto, em Juazeiro.

O segundo lugar ficou o cantor e compositor Fatel, com a canção “Aprender a Nadar”.  Joyce Guirra, com a música “Vale Uma Vida” ganhou em terceiro lugar no festival.

Melhor Música Local foi para o compositor Wilson Duarte, com a canção “Uma Ponte, Duas Cidades”, interpretada por Elisângela Moura. O prêmio Júri Popular, foi para a canção Peixes Grandes, de Son Sallez.

Confira a relação das músicas premiadas:

1º Lugar: Minha Voz Vai te Alcançar – Andrezza Santos (Santo André-SP)
2º Lugar: Aprender a Nadar – Fatel (Juazeiro)
3º Lugar: Vale Uma Vida – Joyce Guirra (Juazeiro)
– Melhor Música Local:  Uma Ponte, Duas Cidades – Wilson Duarte (Juazeiro)
– Melhor Intérprete: Andrezza Santos
– Júri Popular: Peixes Grandes – Son Sallez (Petrolina)

Redação PNB

 

Declaração final do G20 Social; confira documento

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A pluralidade de vozes que construiu o G20 Social ao longo da presidência brasileira do G20 divulgou na manhã deste sábado (16) o documento final do encontro, que traz propostas aos líderes mundiais nas áreas de combate à fome, sustentabilidade e reforma da governança global.

As propostas foram sistematizadas e definidas por consenso entre os participantes para serem entregues ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no encerramento da Cúpula Social, neste sábado. O presidente brasileiro vai repassar as demandas aos líderes do G20, grupo que reúne as 19 maiores economias do planeta, mais a União Europeia e a União Africana.

Os 13 grupos de engajamento que fazem parte do G20 Social são: C20 (sociedade civil); T20 (think tanks); Y20 (juventude); W20 (mulheres); L20 (trabalho); U20 (cidades); B20 (business); S20 (ciências); Startup20 (startups); P20 (parlamentos); SAI20 (tribunais de contas); e os mais novos J20 (cortes supremas) e O20 (oceanos).

Além das atividades desenvolvidas pelos 13 grupos de engajamento, o G20 Social também incluiu pela primeira vez encontros entre as trilhas política (Trilha de Sherpas), financeira (Trilha de Finanças) e os grupos de engajamento.

Leia na íntegra o documento divulgado pelo grupo

https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2024-11/leia-declaracao-final-do-g20-social

Agência Brasil

População trans está entre as mais atingidas por desastres ambientais

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Em meio a maior enchente do século no Rio Grande do Sul, pessoas trans que perderam as próprias casas e tudo que tinham, ainda tiveram que enfrentar o preconceito nos abrigos e a dificuldade de acessar serviços públicos. Elas tiveram desrespeitado, muitas vezes, o nome social, ou seja, o nome pelo qual preferem ser identificadas e que é um direito.

O relato, feito nessa sexta-feira (15), no G20 Social, no Rio de Janeiro, é de integrantes de movimentos de lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, intersexuais e outros (LGBTI+) que participaram da atividade Tragédias Ambientais e o impacto para a população LGBTI+.

A discussão evidenciou um termo que tem se tornado cada vez mais conhecido e evidente: transfobia ambiental. Segundo os debatedores, entre a população LGBTI+, a população trans é a mais sofre com falta de acesso a direitos e serviços públicos, sobretudo em meio a tragédias. O termo é baseado no conceito de racismo ambiental, que – existente desde a década de 1980 – é usado para se ilustrar como a degradação e catástrofes ambientais – enchentes, secas, contaminação – impactam de forma mais severa as populações das periferias.

“A população que está nas periferias é a mais atingida e, especialmente as travestis. São elas que têm mais dificuldade de acessar ajuda emergencial e alocamento. Quando abandonam os locais onde vivem e as casas para ir para espaços coletivos, muitas vezes as pessoas não querem dividir espaço com travestis. É uma grande violência e discriminação na vida de uma pessoa que já vem de um sofrimento, que já perdeu as próprias coisas. Quando busca abrigo nesse contexto de vulnerabilidade ainda há o processo de exclusão”, diz a vice-presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT), Keila Simpson.

A presidente da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), Bruna Benevides, afirma que a associação realizou um seminário para discutir os impactos da tragédia no Rio Grande do Sul e ouvir as pessoas trans atingidas. “Foi um cenário preocupante. Naquele momento, as pessoas estavam passando por uma tragédia e as pessoas trans não estavam podendo fazer a retirada de kits de higiene ou cesta básica. Eram entregues em unidades militares e essas pessoas estavam sendo proibidas de entrar em quartéis”, relata.

Benevides destaca que a transfobia ambiental é “esse fator que acabava agravando saúde física e mental exatamente porque não conseguiam acessar, mesmo em um cenário de tragédia, serviços básicos e direitos”.

Segundo o presidente da ABGLT e diretor da Associação Internacional de Lésbicas, Gays, Pessoas Trans e Intersexos (ILGALAC) para o Brasil, Victor de Wolf, a partir das atividades e diálogos no G20 Social, a intenção é que seja organizado um documento com as principais demandas da população LGBTI+. Elas serão levadas aos líderes mundiais nos próximos dias.

Ele defende que é importante a participação da população LGBTI+ em espaços de discussão internacional. É preciso “entender a participação da sociedade civil como mecanismo e como é possível, pela pressão, como pode influenciar nos mecanismos internacionais e influenciar decisões de governos e atuar junto a instituições”, enfatiza.

Priorizando a população LGBTI+

Presente no debate, o diretor de Juventude de Canoas (RS), Lucas Porto, contou que, durante as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, a prefeitura buscou atender a população LGBTI+ no município. Isso foi possível graças a um fórum com mais de 100 integrantes LGBTI+.

“Nós utilizamos o fórum porque é uma rede grande que todos se conhecem na cidade. Em um primeiro momento, a gente quis ter a certeza de que todos do fórum estavam bem, em segurança. Depois, garantir que conseguissem se manter naqueles espaços com segurança e com dignidade”, detalha.

Com a rede, foi possível prestar assistência e verificar como estavam essas pessoas que integravam o grupo. Garantindo inclusive que conseguissem acessar os benefícios municipais, estaduais e federais. Segundo ele, não houve ocorrências de LGBTfobia nos abrigos ou espaços de atendimento.

“Eu estou no poder público, mas eu também sou um menino LGBT. Eu também tenho os meus objetivos e direitos que eu quero conquistar”, revela.

Em Contagem (MG), o destaque é para as ações preventivas a desastres naturais. “Para conter e mesmo mitigar alguns riscos, é muito estratégica a formação da população, sobretudo essa população que mora em territórios vulneráveis”, enfatiza o secretário adjunto de Juventude da ABGLT e coordenador Estadual da rede de afro LGBT, Thiago Santos, que trabalhou na Defesa Civil no município.

Para Santos, são fundamentais para essa população a atenção à população LGBTI+ e a conscientização dos vários órgãos governamentais e organizações que prestam assistência em crises.

“É a importância de falar que as pessoas, independente do cenário que elas estejam passando, elas precisam do seu serviço ali, inclusive para sobreviver. Em um desastre ela não deixa de ser uma pessoa LGBT, ela não deixa de ter direito ao nome social, ela não deixa de ter direito a usar o banheiro do gênero com o qual ela se identifica, entre outros serviços. A demarcação desse lugar é importante porque não é porque acontece um desastre ambiental que a pessoa não pode ser tratada pelo nome social, por exemplo. Por isso, é muito importante a gente fazer esse destaque da população LGBT no trabalho da Defesa Civil e de outros órgãos”, destaca.

G20 Social

O G20 Social é um ambiente de incentivo à participação da sociedade civil organizada que acontece até este sábado (16), às vésperas da reunião de cúpula do G20, grupo que reúne as principais economias do mundo. Os debates – promovidos por movimentos sociais e organizações não governamentais (ONG) – acontecem em galpões e armazéns na região portuária do Rio de Janeiro.

O Grupo dos 20 (G20) é o principal fórum de cooperação econômica internacional. É composto por Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Japão, República da Coreia, México, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos, além da União Europeia.

Os integrantes do grupo representam cerca de 85% da economia mundial, mais de 75% do comércio global e cerca de dois terços da população do planeta.

Agência Brasil

MPBA adere a campanha nacional de proteção à primeira infância

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O Ministério Público da Bahia aderiu à campanha ‘Primeiros Passos’ do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) na última terça-feira, dia 12, em Brasília. O termo de adesão foi assinado pela coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Criança e do Adolescente (Caoca), promotora de Justiça Ana Emanuela Rossi Meira, que representou o procurador-geral de Justiça Pedro Maia. A iniciativa do Conselho coloca o tema da primeira infância como prioridade absoluta no Ministério Público brasileiro. O projeto tem três eixos de atuação: a expansão das vagas em creches, a implementação de serviços de família acolhedora e o enfrentamento da violência infantil.

O evento ocorreu na sede do CNMP, sob a condução do presidente do colegiado, o procurador-geral da República Paulo Gonet. Além do MPBA, 20 Ministérios Públicos estaduais assinaram o termo de adesão. Para a promotora de Justiça Ana Emanuela Rossi, a campanha tem “extrema importância e reforça o compromisso do MP brasileiro, em todos seus ramos, de cumprir o que prevê a Constituição Federal, que coloca a infância e juventude como prioridade máxima”.

Cecom/MPBA

Cármen Lúcia vota para manter Robinho na prisão e faz desabafo: “Violação à dignidade”

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A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármem Lúcia, durante a segunda e última audiência pública sobre descriminalização do aborto.

 

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia votou, neste sábado (16), pela permanência do ex-jogador Robinho na prisão. Com o voto, o STF chegou ao placar de 5 a 1 para manter Robinho preso. Falta um voto para a maioria nesse sentido.

No voto, Cármen Lúcia declarou que a “impunidade” por crimes como esse é “mais que um descaso, é um incentivo permanente à continuidade desse estado de coisas”.

“Mulheres em todo o mundo são submetidas a crimes como o de que aqui se cuida, causando agravo de inegável intensidade a quem seja a vítima direta, e também a vítima indireta, que é toda e cada mulher do mundo, numa cultura, que ainda se demonstra desgraçadamente presente, de violação à dignidade de todas”, disse a ministra.

“A impunidade pela prática desses crimes é mais que um descaso, é um incentivo permanente à continuidade desse estado de coisas de desumanidade e cinismo, instalado contra todas as mulheres em todos os cantos do planeta, a despeito das normas jurídicas impositivas de respeito ao direito à vida digna de todas as pessoas humanas”, continuou.

Robinho está preso há oito meses em Tremembé, no interior de São Paulo. O ex-Seleção Brasileira cumpre a pena de nove anos de prisão pelo crime de estupro que foi condenado na Justiça da Itália. O crime ocorreu em 2013, quando ele atuava pelo Milan.

Votaram a favor da continuidade da prisão os ministros Luiz Fux, Luís Roberto Barroso, Cristiano Zanin, Edson Fachin e Cármen Lúcia. Já o ministro Gilmar Mendes votou pela soltura.

BNews

Proerd da PMBA é certificado como o 8º Centro de Treinamento do Brasil

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Há 21 anos aplicando o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), a Polícia Militar da Bahia (PMBA) foi certificada, na quinta-feira (14), pelo Dare, sigla em inglês para Drug Abuse Resistance Education, como o 8º Centro de Treinamento do Brasil, responsável pela formação de policiais militares que ministram a estratégia em escolas públicas municipais e estaduais.

Com essa certificação, o estado já pode formar instrutores.

“A importância é imensa, porque nós, para formarmos instrutores, precisávamos mandar policiais para outros estados, que eram centros de treinamento, e hoje tem a opção de formar os policiais, instrutores do Proerd, aqui mesmo, na Bahia”, explicou o coordenador de Direitos Humanos do Departamento de Polícia Comunitária e Direitos Humanos da PMBA (DPCDH), tenente-coronel Sena.

Durante a solenidade, realizada na Academia de Polícia Militar, em Salvador, foram formados 34 novos instrutores do Proerd. Com a formatura, a PMBA passa a ter 244 multiplicadores capacitados. Durante dez dias, eles passaram por avaliações processuais.

De acordo com a soldado Vanessa Alves, uma das certificadas, os ensinamentos que serão transmitidos aos jovens servirão para mantê-los afastados do caminho das drogas. “A partir do momento que eles conhecem o programa e veem o nosso exemplo, eles possam fazer boas escolhas para a sua vida e também entendem como se organizar em sociedade. Essa é a nossa expectativa”, destacou.

As atividades contam com a parceria da Secretaria da Educação do Estado, e atendem escolas públicas municipais e estaduais, além da rede privada. A presença dos policiais para dialogar com a comunidade estudantil deve ser solicitada pela unidade de ensino.

O coordenador do Proerd, major Luiz Cláudio, considera como fundamental a formação dos instrutores para levar informações qualificadas aos jovens. “É uma maneira de exercer e de fazer a prevenção primária e colaborar para que os nossos jovens, as nossas crianças e adolescentes sejam mais conscientes e estejam mais preparados para tomar decisões assertivas e saudáveis, e isso só faz promover a cultura da paz”, pontuou.

Ao longo de dez dias, esteve em Salvador uma delegação composta por três avaliadoras, sendo duas do Brasil e uma dos Estados Unidos da América (EUA), país onde o Dare foi criado e inspirou a adaptação do Proerd. Os outros Centros de Treinamento do país estão sediados no Distrito Federal e nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, São Paulo e Rio Grande do Sul.

Proerd

O programa é uma iniciativa baseada na cooperação entre a Polícia Militar, o sistema educacional e a família, utilizando abordagens científicas de prevenção ao uso de substâncias ilícitas e a importância da adoção de comportamentos não-violentos. Considerado uma estratégia essencial para a política de segurança pública do Estado, ao longo de 21 anos, o Proerd já ajudou a afastar das drogas quase um milhão de crianças e adolescentes, alunos de mais de 11.500 escolas no estado.

O Dare América (Drug Abuse Resistance Education) é uma instituição internacional que é responsável pela certificação e está presente em diversos países. O programa foi criado em Los Angeles (Califórnia) nos Estados Unidos da América.

 

Ascom

“Ampliar o lugar das mulheres na sociedade”, conclama Maria Bethânia ao receber o título de Doutora Honoris Causa pela UFC

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Na noite da sexta-feira (15), a cantora baiana Maria Bethânia recebeu o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade Federal do Ceará (UFC).

No encerramento da cerimônia que fez a homenagem a artista e contou com a presença do Ministro da Educação, Camilo Santana, e do governador do Ceará, Elmano de Freitas, Bethânia interpretou a canção “O que é, o que é”, de Gonzaguinha.

A cantora ressaltou, em seu discurso,  que estava recebendo aquele título, no papel de mulher e de trabalhadora e pediu por mais espaço de reconhecimento feminino.

“Agradeço mais uma vez, mas acrescento que estou aqui em primeiro lugar como mulher. Digo isso a fim de marcar a necessidade sempre urgente de ampliar o lugar das mulheres na sociedade civil brasileira. E mais: estou aqui como trabalhadora, como uma das muitas deste imenso, formidável e difícil país”, declarou.

Redação PNB

Assembleia Legislativa da Bahia aprova programas CNH da Gente e CNH na Escola; habilitação para uma parte da população baiana será gratuita

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A carteira de habilitação gratuita para uma parte da população baiana agora é lei na Bahia. Na última terça-feira (12), a Assembleia Legislativa aprovou os programas de incentivo à formação e qualificação de condutores de veículos automotores e elétricos denominados CNH da Gente e CNH na Escola, desenvolvidos pelo Detran-BA (Departamento Estadual de Trânsito) e encaminhados à Casa pelo governador Jerônimo Rodrigues, no mês de agosto.

Com a aprovação da Lei falta somente a sanção do governador para os Projetos passarem a funcionar, executados pelo Detran-Ba. Após sancionado, serão anunciados todos os pré-requisitos e a quantidade de vagas disponíveis.

“Celebramos esse momento que vai contribuir muito com as famílias em vulnerabilidade social que terão direito à habilitação gratuita. Grande parte dos contemplados vai utilizar o documento para gerar renda através dos aplicativos de transporte. Quem participar terá apenas que se dedicar para passar nas provas, contribuindo para um trânsito mais seguro e humanizado”, ressalta o diretor-geral do Detran-Ba, Rodrigo Pimentel.

Público-alvo

O público-alvo do benefício é a população inscrita no CadÚnico, que considera família de baixa renda aquela com renda mensal per capita de até meio salário-mínimo e os estudantes do Ensino Médio ou da Educação Profissional e Tecnológica, da rede pública estadual de ensino.

A grande novidade em relação ao programa da antiga Escola Pública de Trânsito é que os contemplados terão a sua CNH de forma totalmente gratuita.

Redação PNB com informações Ascom/Detran-BA/Foto: Divulgação