Preto no Branco

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Culminância da Semana do Bebê foi marcada com muita alegria e diversão em Juazeiro‏

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A Culminância da 6ª edição da Semana do Bebê em Juazeiro aconteceu nesta sexta-feira (13), na Praça Imaculada Conceição, com a participação dos profissionais da Secretaria de Desenvolvimento e Igualdade Social, através dos serviços dos CRAS, CREAS, do Conselho Tutelar, alunos das Escolas Municipais e população em geral. O evento foi marcado por brincadeiras, exposições, música, apresentação de dança, interatividades e lazer.

Auristela Brito, Educadora Social do CRAS do Itaberaba, foi uma das participantes do grupo musical que retratou a importância da alimentação do bebê. “Aproveitamos a brincadeira para transmitir a mensagem do cuidado com a criança, seja na alimentação, na saúde e no direito de brincar”, disse Auristela, que há dois anos trabalha no CRAS.

Com o tema “Promoção dos Direitos das Gestantes e dos Bebês”, a Culminância da Semana do Bebê aproximou as famílias, orientando-as para que suas crianças tenham uma infância feliz.Semana do bebê 3

A articuladora municipal do selo Unicef, Rosineia Rodrigues destacou que a ação chamou à atenção para vários temas importantes, “como a amamentação; gravidez na adolescência; exploração do trabalho infantil; alimentação saudável, dentre outros assuntos para as mães ficarem atentas e garantir uma vida digna para seus filhos”.

Um Parque de diversão foi disponibilizado para a criançada, além de distribuição de pipocas, lanches e diversos estandes voltados para o público infantil. Bruno Silva, de apenas 7 anos, estudante da Escola de Tempo Integral Aprígio Duarte, gostou bastante do evento. “Gostei muito das músicas e do coral. Achei muito bonito também o desfile. Me diverti bastante”, externou Bruno.

Semana do bebê 2A diretora de Humanização da Secretaria de Saúde, Carla Lorena Pesqueira, avaliou o evento de forma positiva. “Discutimos diversas temáticas durante essa semana e estou muito feliz com a participação popular. Temos uma gestão municipal em que o nosso prefeito é reconhecido como “Prefeito Amigo da Criança”, pela Fundação Abrinq, contribuído muito com implantação de creches, já são mais de 18 no nosso município, garantindo o cuidado na primeira infância”, ressaltou Carla.

A 6ª Semana do Bebê em Juazeiro continua até neste sábado, 14 de maio, com ações realizadas pela Prefeitura de Juazeiro (Secretaria da Saúde, SEDIS, Educação) em prol da qualidade de vida das crianças e dos adolescentes.

Daniela Duarte/SESAU

6º Fórum de Mobilização Antimanicomial e a 3ª Mostra de Atenção Psicossocial acontecem nos dias 1, 2 e 3 de junho.

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13178673_616720348494137_2603139720044121639_nNos dias 01, 02 e 03 de junho de 2016, o Sertão do Submédio São Francisco sediará o 6º Fórum de Mobilização Antimanicomial e a 3ª Mostra de Atenção Psicossocial, eventos conjugados, organizados pelo Numans (Núcleo de Mobilização Antimanicomial do Sertão).

Mais uma vez, com o apoio da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) e de uma rede solidária de diversas instituições e pessoas, o Complexo Multieventos (Campus de Juazeiro-BA) será o palco para os bons encontros, aprendizados e intenso compartilhamento de experiências que o Fórum costuma promover.

O evento, desde a primeira edição em 2009, assume um caráter político, caracterizando-se como um amplo e significativo espaço de debates voltados ao fortalecimento da Reforma Psiquiátrica e da Luta Antimanicomial na região do semiárido nordestino. Com esse intuito, reúne trabalhadores, gestores e usuários das Redes de Atenção Psicossocial (RAPS) locais, professores e estudantes das mais diversas áreas da Saúde e de outros setores das políticas públicas, abrindo-se à participação de toda a sociedade.

O tema central será Reforma Psiquiátrica e Luta Antimanicomial: mobilizar o agir político em defesa dos direitos humanos, remetendo à importância de resgatar a memória de nosso processo em defesa de modos dignos de cuidado em Saúde Mental, centrados na ideia de liberdade, e de direitos fundamentais, como o direito à saúde.13139165_618987291600776_724092483119493639_n

O 6º FMA ocorrerá em homenagem a Marcus Vinícius de Oliveira, importante nome nessa História. Sua passagem nesse mundo é, para nós, uma referência extraordinária de luta incansável pela defesa dos direitos humanos, resistência e tenacidade. Marcus Matraga: Presente! Presente! Presente!

Pretende-se que seu exemplo de militância permeie cada uma das atividades planejadas na diversa programação, que incluirá: debates amplos e específicos nas Ágoras e Rodas Narrativas, apresentações de trabalhos relacionados à RAPS e outras redes públicas, intervenções artísticas, apresentações culturais e oficinas.

O FMA e a Mostra de Atenção Psicossocial do Sertão do Submédio São Francisco estão seguramente consolidadas como eventos esperados a cada ano na região, nos quais se revigoram nossas energias para que sigamos adiante nas lutas cotidianas que precisamos travar em defesa da democracia e pelo fortalecimento e expansão de políticas públicas pertinentes. Especialmente nesse ano de 2016, esse enfoque torna-se fundamental em nosso país!

Começa amanhã (15) o III Ciclo de luta Antimanicomial no Sertão.

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Seguimos em luta, e para marcar o Dia Nacional da Luta Antimanicomial, o Numans esboçou a programação para o sertão do submédio São Francisco.

Todos, e cada um de nós, somos o Numans. Vamos compor o III Ciclo da Luta Antimanicomial no Sertão?

CARTAZ NUMANS
Mais informações, clique aqui.

Elas são lindas quando estão bravas-Por Nana Soares

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Por Nana Soares ao Estadão:

“Se podem votar, trabalhar, tomar pílulas anticoncepcionais, transar e estudar, o que mais querem as mulheres?” Essa é uma pergunta dolorosamente comum de se ouvir ainda hoje quando reivindicamos direitos iguais. E se em 2016 ainda é assim, dá para imaginar o que passavam as corajosas feministas da década de 60 que lutaram para que tudo isso fosse possível? Aquelas famosas por queimar sutiãs e reivindicar o aborto?

O documentário “She’s beautiful when she’s angry” (“Ela é bonita quando está brava”), recém-chegado à Netflix, discute essa questão. O longa relembra a história dos movimentos de mulheres dos Estados Unidos entre os anos de 1966 e 1971 e como eles impactam a realidade até hoje. É uma narrativa inspiradora sobre o poder das mulheres e sobre a mobilização social, contando como uma situação insustentável vivida por milhões de mulheres virou um movimento poderoso que culminou em mudanças concretas no país e em inspiração para o mundo todo.

As mulheres lutavam pelo reconhecimento de sua causa em uma época de efervescência social e pelo direito de escolha. Para que a maternidade, o casamento e a dedicação ao lar fossem opções. “O pessoal é político”, diziam elas. Também foi nessa fase que surgiram as dissidências tão necessárias do feminismo negro e dos movimentos das mulheres lésbicas, que questionavam a ideia de uma mulher universal e reafirmavam as nossas diferentes experiências.

Poderia ser um documentário sobre o passado dos EUA, mas não quando os direitos das mulheres ainda são questionados e relativizados. Lá, o direito ao aborto está ameaçado. Aqui, o Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos deve ser extinto e nenhuma outra Pasta deve ser comandada por uma mulher.

As mulheres dos anos 60 – e também as sufragistas que vieram alguns anos antes – lutavam basicamente pelos nosso direitos, para que pudéssemos ter voz e fazer política. Para que não fôssemos esquecidas. Itens básicos para a plena cidadania de qualquer pessoa, mas que estão mais próximos de se tornarem privilégio.

É um filme (com um nome apropriadíssimo) que chega em um momento crucial para as mulheres, com tentativas de todos os lados para limitar nossos direitos e nossa atuação. Como lembra muito bem uma das mulheres entrevistadas no documentário e que hoje vê as conquistas perdendo espaço em seu país,  “nenhuma vitória é permanente”. Que nunca paremos de lutar.

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É possível acompanhar a Conferência por aqui. http://www.spm.gov.br/4cnpm/

Nana Soares é Jornalista e ativista do movimento feminista.

Os Juazeirenses que vão conduzir o símbolo olímpico

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FOTO: Reprodução

Hoje (14) a tocha dos Jogos Olímpicos Rio 2016 chegou em Belo Horizonte, ela estará  no Estado da Bahia de 19 a 26 de maio, passando por 26 cidades. A população de Juazeiro, vai receber o símbolo das olimpíadas no dia 26 de Maio.

Por aqui, ela já tem roteiro certo,  a tocha percorrerá 6 km. O percurso irá iniciar em frente ao 3º Batalhão da Polícia Militar de Juazeiro e finalizará na Orla 2.

Um dos condutores da tocha no município, será o Coronel Polícia Militar, Anselmo Brandão, Comandante Geral da Polícia Militar da Bahia. Ele é um dos convidados do Comitê Olímpico Internacional, organizador dos Jogos Rio 2016.

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FOTO: Reprodução

Outro juazeirense que irá conduzir a tocha no município será o nadador e campeão da Copa Brasil 2015, Lourival Quirino, um dos primeiros a ser escolhido da região Norte da Bahia.O atleta juazeirense já foi campeão por cinco anos, das oito etapas que participou da Travessia Mar Grande Salvador, entre outras vitórias em competições aquáticas no país.

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FOTO: Reprodução

 

Fórum dos Conselhos Estaduais de Cultura emite manifesto após fusão do MinC

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MINC

O Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Cultura (ConECta) emitiu um manifesto após a fusão que criou o atual Ministério da Educação e Cultura. No texto, é apontado como “leviandade” a junção das duas pastas pelo fato de não ser levado em conta “processos que tiveram ampla participação da sociedade através de Conferências Municipais de Cultura, de Conferências Estaduais de Cultura, das quais partiram demandas para a realização da Conferência Nacional de Cultura”.

O conteúdo reforça ainda que ação “demonstra o desconhecimento da grandiosidade de cada um dos ministérios – Educação e Cultura – ambos estratégicos e fundamentais, da nação brasileira, na garantia do pleno desenvolvimento do cidadão”.

Quem também se pronunciou de modo institucional foi a Associação Procure Saber e o Grupo de Ação Parlamentar Pró-Música (GAP). Os grupos produziram uma carta aberta publicada pelo jornal O Globo. Entre os músicos que assinam o texto estão Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil e Djavan.

Leia a íntegra da carta abaixo:

Exmo. Sr. Michel Temer

Prezado senhor,

Entre as grandes conquistas da identidade democrática Brasileira está a criação do Ministério da Cultura, em março de 1985, pelo então Presidente José Sarney.

É inegável que, nessa ocasião, o nome do Brasil já havia sido projetado internacionalmente através do talento de Portinari, de Oscar Niemeyer, de Anita Malfati, de Jorge Amado, da música de Ary Barroso, Dorival Caymmi, Carmen Miranda, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, do cinema de Glauber Rocha e Cacá Diegues. Desta forma, a existência do Ministério da Cultura se deve ao merecido reconhecimento do extraordinário papel que as artes brasileiras desempenharam na divulgação de um país jovem, dinâmico, acolhedor e criativo.

A extinção desse Ministério em abril de 1990 foi um dos primeiros atos do governo Collor de Mello. Abrigada em uma Secretaria vinculada à Presidência da República, a cultura nacional assistiu ao sucateamento de ideias, projetos e realizações no campo das artes. Já no final de seu governo, tentando reconquistar o apoio político perdido, o Presidente Collor adotou outra postura, nomeando para a Secretaria de Cultura o intelectual e embaixador Sergio Paulo Rouanet, encarregado de restabelecer o diálogo com a classe artística. Nasceu assim o Pronac – Programa Nacional de Apoio à Cultura, que se tornou o elemento estruturante da política c ultural dos governos subsequentes, e a denominada Lei Rouanet. Felizmente o Presidente Itamar Franco, em novembro de 1992, devolveu aos criadores um Ministério que já havia comprovado o acerto de sua presença no cenário nacional.

A partir de 1999, durante o governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso, o Ministério da Cultura foi reorganizado e sua estrutura ampliada, para que pudesse servir a projetos importantes, em especial nas áreas de teatro e cinema. Desde então o MinC vem se ocupando, de forma proativa, das artes em geral, do folclore, do patrimônio histórico, arqueológico, artístico e cultural do País, através de uma rede de institutos como o IPHAN, a Cinemateca Brasileira, a Funarte, o IBRAM, Fundação Palmares entre muitos outros. A partir da gestão de Gilberto Gil, o MinC ampliou o alcance de sua atuação a partir da adoção do conceito antropológico de cultura. O Programa Cultura Viva e os Pontos de Cultura são iniciativas reconhecidas e copiadas em inúmeros países do mundo. O MinC passou a atuar também com a cultura popular e de grupos marginalizados, ampliando os horizontes de uma parcela expressiva de nossa população. Foi o MinC que conseguiu criar condições para que tenhamos hoje uma indústria do audiovisual dinâmica e superavitária. O mesmo está sendo feito agora com outros campos, como por exemplo o da música. O MinC conta hoje com vários colegiados setoriais que cobrem praticamente quase todas as áreas artísticas bem como grupos étnicos e minorias culturais do país. E com um Conselho Nacional de Políticas Culturais, formado pela sociedade civil e responsável pelo controle social da gestão do Ministério. Há ainda que se mencionar o Plano Nacional de Cultura e inúmeras outras iniciativas com amparo no texto constitucional e em leis aprovadas pelo Congresso Nacional, cuja inobservância ou descontinuidade poderão ensejar questionamentos na esfera judicial. O MinC também protagonizou várias iniciativas que se tornaram referência no ordenamento jurídico internacional, como as Convenções da Unesco sobre Diversidade Cultural e de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial, dentre outros.

A Cultura de um País, além de sua identidade, é a sua alma. O Ministério da Cultura não é um balcão de negócios. As críticas irresponsáveis feitas à Lei Rouanet não levam em consideração que, com os mecanismos por ela criados, as artes regionais floresceram e conquistaram espaços a que antes não tinham acesso.

A Cultura é a criação do futuro e a preservação do passado. Sem a promoção e a proteção da nossa Cultura, através de um ministério que com ela se identifique e a ela se dedique, o Brasil fechará as cortinas de um grandioso palco aberto para o mundo. Se o MinC perde seu status e fica submetido a um ministério que tem outra centralidade, que, aliás, não é fácil de ser atendida, corre-se o risco de jogar fora toda uma expertise que se desenvolveu nele a respeito de, entre outras coisas, regulação de direito autoral, legislação sobre vários aspectos da internet (com o reconhecimento e o respeito de organismos internacionais especializados), proteção de patrimônio e apoio às manifestações populares.

É por tudo isso que o anunciado desaparecimento do Ministério da Cultura sob seu comando, já como Chefe da Nação, é considerado pela classe artística como um grande retrocesso. O Ministério da Cultura é o principal meio pelo qual se pode desenvolver uma situação de tolerância e de respeito às diferenças, algo fundamental para o momento que o país atravessa. A economia que supostamente se conseguiria extinguindo a estrutura do Ministério da Cultura, ou encolhendo-o a uma secretaria do MEC é pífia e não justifica o enorme prejuízo que causará para todos que são atendidos no país pelas políticas culturais do Ministério. Além disso, mediante políticas adequadas, a cultura brasileira está destinada a ser uma fonte permanente de desenvolvimento e de riquezas econômicas para o País.

Nós, que fazemos da nossa a alma desse País, desejamos que o Brasil saiba redimensionar sua imensa capacidade de gerar recursos para educação, saúde, segurança e para todos os projetos sociais e econômicos necessários ao crescimento da nação sem que se sacrifique um dos seus maiores patrimônios: a nossa Cultura.

Em representação da Associação Procure Saber e do GAP–Grupo de Ação Parlamentar Pró- Música.

 

Ações educativas sobre o trânsito foi apresentado pela CSTT nas escolas de Juazeiro

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A Segunda semana do movimento Maio Amarelo organizada pela Companhia de Segurança Trânsito e Transportes (CSTT) levou às escolas da rede municipal de Juazeiro mais aprendizado sobre um trânsito seguro.

Durante a semana a equipe de Educação para o trânsito esteve visitando escolas nos bairros João XXIII, Kidé e Argemiro, levando para as crianças palestras. Nas visitas, foi chamada a atenção do pedestre quando for atravessar a rua, que sempre passe pela faixa e quando o semáforo estiver verde para a passagem do mesmo, o cuidado que os condutores devem ter ao trafegar, a necessidade de sempre usar os equipamentos de segurança e respeitar as leis.

Um atrativo a mais para essa conversa com as crianças foi a presença do Palhaço Pouquinho, que em sintonia com a fiscal e coordenadora de Educação para o Trânsito, Simone Ferreira, de forma criativa interagiram com os pequenos simulando algumas situações corriqueiras de acidentes nas ruas. “É importante trazer de maneira lúdica o aprendizado para esse público porque fixa mais do que se passarmos uma manhã ou tarde só falando”, pontuou Ferreira.

Lançamento do Portal de notícias Preto no Branco

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Foi lançado ontem (12) a noite, no Juá Garden Shopping, o novo portal de notícias do Vale do São Francisco, Preto no Branco. Confira: