Preto no Branco

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Jovens de baixa renda recebem certificados de programa de capacitação nesta quinta-feira (22)

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foto ilustrativa (reprodução/internet)

Vai ser realizada nesta quinta-feira (22) a entrega de certificados das primeiras turmas do programa ‘Qualifica Mais’, criado em 2017 com o intuito de capacitar e gerar oportunidade de emprego e renda aos usuários da assistência social de Juazeiro, como os beneficiários do Bolsa Família.

Nesta primeira etapa foram qualificados 150 alunos através de 6 turmas com cursos de Informática Básica, Auxiliar de Controle de Qualidade, Eletricista, Instalador Residencial de Baixa Tensão e Recursos Humanos.

Ao todo, o ‘Qualifica Mais’ irá capacitar mais de 800 jovens através de 34 cursos ministrados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

A ação é idealizada pela Secretaria de Desenvolvimento Social, Mulher e Diversidade (SEDES) de Juazeiro.

A cerimônia de entrega de certificados acontece no auditório da Secretaria de Educação (SEDUC) da cidade às 18h.

Da Redação

Mudanças em leis provocaram retrocessos em direitos humanos em 2017, diz Anistia

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Em 2017, o aumento dos homicídios, assassinato de defensores e a apresentação de propostas para mudar a legislação representaram retrocesso aos direitos humanos no Brasil. É o que aponta o relatório O Estado dos Direitos Humanos no Mundo, divulgado mundialmente na noite de hoje (21) pela organização Anistia Internacional.

Segundo a diretora da Anistia Internacional Brasil, Jurema Werneck, as crises econômica e política de 2017 serviram de “cortina de fumaça” para tentativa de líderes políticos de avançar uma “agenda muito regressiva” em relação aos direitos sexuais e reprodutivos, dos trabalhadores, das mulheres, na segurança pública, acesso à terra e aos recursos naturais e do direito de protestar.

Entre as propostas legislativas apontadas estão as que trataram da redução da idade para julgamento de jovens, da alteração no Estatuto do Desarmamento, restrição do direito de manifestação pacífica, criminalização dos movimentos sociais, mudanças na demarcação de terras indígenas e quilombolas e diminuição nas proteções trabalhistas e previdenciárias. A organização cita ainda a Lei 13.491, que permite que militares das Forças Armadas que cometerem crimes dolosos contra civis, durante operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), sejam julgados pela Justiça Militar.

Jurema Werneck destacou, porém, que a mobilização da sociedade foi capaz de barrar o andamento de algumas dessas propostas.

“É preciso dizer também que se houve coisa ruim, o Congresso foi capaz de ouvir a mobilização, por exemplo, no caso da PEC 181, de milhares de mulheres e pessoas, brasileiras e de fora do Brasil, que mandaram uma mensagem clara ao Congresso. A mensagem final é essa, a mobilização faz um freio”.

A proposta trata da ampliação da licença-maternidade para mulheres que tivessem filho prematuro. No entanto, na ocasião, deputados ligados à bancada conservadora fizeram um acréscimo para que na Constituição Federal fosse definido que o direito à vida começa desde a concepção, o que, segundo organizações e especialistas, proibiria qualquer tipo de aborto no país, inclusive os previstos em lei. O texto ainda tramita no Congresso e não chegou a ser votado.

A coordenadora de pesquisa e políticas da Anistia Internacional no Brasil, Renata Neder, destacou que o Estado brasileiro não conseguiu implementar medidas para evitar assassinatos e a maioria das mortes provocadas por policiais.

“De um lado, [o Estado brasileiro] é responsável pelo alto número de homicídios, pela sua omissão em não implantar políticas públicas de redução de homicídios e também é responsável porque uma porcentagem significativa dos homicídios é cometido pela polícia em serviço, ou seja, agentes do Estado são eles próprios aqueles que violam o direito à vida”, disse. De acordo com a coordenadora, o Brasil registrou 61 mil assassinatos por ano, o maior número da história . A maioria das vítimas é jovem, negra, do sexo masculino, morador de favelas e periferias.

Em relação às mortes decorrentes de oposição à intervenção policial, Renata Neder afirmou que não existem dados oficiais em todos os estados, mas no Rio de Janeiro o número passou de 1 mil em 2017. Segundo os dados do Instituto de Segurança Pública, o índice vinha diminuindo, porém nos últimos cinco anos, os casos mais que dobraram. Em 2013, foram 416 casos; em 2014, 584; em 2015,645; em 2016, subiu para 920 e no ano passado foram 1.124.

A coordenadora disse que o modelo de segurança adotado é falido e criticou o uso de forças militares. “Um modelo voltado para o confronto, focado na guerra às drogas, com uma polícia altamente militarizada, com operações de segurança altamente militarizadas e com o uso crescente das Forças Armadas nas funções de policiamento e no exercício da segurança pública”.

O relatório trata também da superlotação do sistema prisional – que chegou a uma população de 727 mil presos, sendo 64% de negros e 40% ainda não foram julgados, além das rebeliões em presídios no Amazonas, em Roraima, no Rio Grande do Norte e na Paraíba, que resultaram na morte de 123 detentos.

Outro ponto mencionado pela organização é a repressão com força desnecessária a manifestações pacíficas, o assassinato de defensores dos direitos humanos, trabalhadores rurais, indígenas e população LGBT, conflitos agrários, ataques a religiões de matriz africana e rebeliões e mortes dentro do sistema socioeducativo.

Intervenção no Rio de Janeiro

Durante o lançamento do relatório, a diretora Jurema Werneck informou que organizações de direitos humanos, como a Anistia Internacional e o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes, vão criar um observatório para acompanhar eventuais abusos e violações de direitos humanos cometidos por agentes das forças militares durante a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, decretada no dia 16 pelo presidente Michel Temer.

Para a diretora da Anistia Internacional Brasil, Jurema Werneck, a intervenção é uma medida “inadequada e extrema”, que “coloca em sério risco a população do Rio de Janeiro”.

“A Anistia está desenvolvendo uma série de ações e apresentando informações, por meio de diálogo com a população, para dizer que a intervenção federal no Rio de Janeiro não é uma justificativa para desrespeito aos direitos humanos, para violação dos direitos da população, particularmente da população favelada, da população que vive nas periferias, da juventude negra”, disse.

A coordenadora Renata Neder disse que o decreto deixa “inúmeras brechas e incertezas”, como não definir o funcionamento de órgãos como, a Defensoria Pública, o Ministério Público e a Assembleia Legislativa, durante a intervenção.

Discurso de ódio

Na avaliação de Jurema Werneck, o relatório aponta que o mundo continua sendo um lugar “extremamente difícil e perigoso”, onde os “líderes políticos têm insuflado discursos de ódio e o medo”. O relatório traz informações sobre a situação dos direitos humanos em 159 países onde a Anistia Internacional atua.

Ela destaca que nas Américas e no Caribe a situação de desigualdade, de discriminações e das altas taxas de violência letal são bastante preocupantes. O relatório aponta os casos de perseguição a jornalistas e prisão de defensores dos direitos humanos na Turquia, inclusive de diretores da Anistia Internacional, e a perseguição e prisão de líderes LGBT na Rússia, que levaram a uma mobilização internacional para reverter a situação. “São diferentes situações, mas que em muito se assemelham à situação do Brasil: líderes políticos atentando contra os direitos, falhando na proteção de direitos e a população enviando o recado de que isso é inaceitável”, afirmou.

Agência Brasil

Rodrigo Maia: ‘Temer sugeriu imposto para financiar a segurança pública’

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, revelou ao blog nesta quarta-feira (21) que o presidente Michel Temer sugeriu um imposto exclusivo para financiar a segurança pública.

A conversa entre eles ocorreu no sábado, no Palácio Guanabara, no Rio. “O presidente disse: Rodrigo, que tal pensarmos em um imposto só para a segurança pública? Eu disse: presidente, é inviável. O decreto inviabiliza proposta de emenda à Constituição”.

Ao blog, Maia afirmou ser contra aumentar impostos e disse que, se o governo quiser, terá de fazer por decisão do Executivo, sem passar pelo Legislativo.

“O governo que corte ministérios e reduza despesas públicas. Querem dinheiro para financiar o caos na segurança pública, mas não sabem o que fazer. Eles têm, por exemplo, dentro do IOF espaço para mexer em alíquota. Só estou dando um exemplo. Porque não é no Congresso que eles vão resolver isso, é uma decisão do Executivo”, afirmou Maia.

Na conversa, Maia disse ao presidente Temer que, para valer neste ano, uma nova contribuição, nos moldes da CPMF (antigo imposto do cheque), só seria possível por meio de emenda à Constituição.

Procurada pelo blog, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República informou que não vai comentar as declarações de Maia.

G1

Sorteio da Mega-Sena pode pagar R$ 3 milhões hoje (21)

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(foto: reprodução/internet)

Acontece nesta quarta-feira (21) mais um sorteio da Mega-Sena, que de acordo com a Caixa Econômica Federal deve pagar R$ 3 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio vai ser realizado na cidade de Campo Belo (MG), às 20h (horário de Brasília).

No último sorteio, que aconteceu no sábado (17), foram sorteadas as dezenas 17 – 18 – 27 – 32 – 39 – 58. O ganhador levou uma bolada de R$ 104 milhões.

Não é tão fácil ser um dos milionários contemplados com a Mega Sena. A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Por exemplo, quem opta pela aposta simples com seis dezenas, tem a chance de 1 em 50.063.860. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, segundo a Caixa Econômica Federal.

As apostas podem ser feitas até às 19h (horário de Brasília) pelo valor mínimo de R$ 3,50, em qualquer lotérica do país.

Da Redação

Audiência Pública discute estratégias para enfrentamento ao trabalho infantil em Petrolina

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(foto: divulgação/Jonas Santos)

Representantes da Prefeitura de Petrolina e de toda a rede de enfrentamento ao trabalho infantil se reuniram, nesta terça-feira (20), para discutir as estratégias de combate à exploração na cidade. O assunto foi o tema principal de uma audiência pública realizada no auditório do Igeprev, onde foi construída uma agenda positiva de ações que possam reduzir, cada vez mais, o trabalho infantil em Petrolina.

Na abertura do evento coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, a vice-prefeita, Luska Portela, destacou o papel da comunidade no combate ao crime. “O assunto é muito sério, esta exploração é muito séria e nós estamos aqui justamente para lutar contra isso. Mas, é fundamental que a comunidade participe deste combate e não seja conivente porque nossas crianças precisam de educação e de cuidado”, disse.

De acordo a coordenadora municipal das Ações Estratégicas de Combate ao Trabalho Infantil, Mara Marilac, o principal objetivo da reunião foi articular e fortalecer uma agenda intersetorial integrada de combate à exploração. “Este espaço de discussão entre a população e o poder público é fundamental para agirmos, todos juntos, contra o trabalho infantil. Aqui nós tivemos a oportunidade de elaborar propostas e assim fortalecer as políticas públicas”, avaliou.

Em Petrolina, o combate à exploração tem sido intensificado através de ações de busca ativa realizada em pontos estratégicos como semáforos e feiras livres, locais de maior incidência de trabalho infantil.

A audiência pública foi conduzida pelo coordenador estadual do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) Leônidas Leal e contou ainda com a participação de representantes do Ministério Público, Conselho Tutelar; Vara da Infância e Juventude; Polícia Militar, entre outros órgãos ligados à proteção social.

Ascom/PMP

Proposta do governo Temer corta R$ 40 milhões de verba federal na segurança pública da Bahia

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(foto: reprodução)

Uma proposta de remanejamento orçamentário proposto pelo presidente Michel Temer vai cortar R$ 40 milhões que iriam para Secretaria de Segurança Pública da Bahia. A matéria (PLN 01/2018) foi aprovada nesta terça-feira (20) por deputados e senadores no Congresso Nacional, que no somatório total cortou R$ 180 milhões de investimento federal que estava cotado para o estado da Bahia em áreas de educação, saúde e tecnologia.

Pelo Facebook, o deputado federal Jorge Solla (PT-BA) criticou o movimento do Planalto que, na contramão do investimento maciço na intervenção militar no Rio de Janeiro, diminui o suporte financeiro para que Bahia consiga modernizar a inteligência policial.

Além da segurança pública, houve cortes de R$ 40 milhões que serviriam para a reestruturação e modernização do Hospital Universitário Professor Edgard Santos, R$ 40 milhões que seriam usados na inovação e produção de insumos estratégicos para a saúde”, mais R$ 30 milhões que seriam aplicados na expansão e reestruturação de instituições federais de educação profissional e tecnológica, outros R$ 30 milhões de apoio a entidades de ensino superior não federais, além de R$ 120 mil que seriam para a aquisição de veículos para o transporte escolar da educação básica – Caminho da Escola.

“E o prefeitinho ACM Neto não diz nada? Não move uma palha para defender a Bahia? Permite que seu aliado golpista arranque tudo de nosso estado?”, provocou Solla.

Na sessão desta terça, o Congresso aprovou a proposta que libera R$ 2 bilhões para os municípios investirem em saúde, educação e assistência social. O dinheiro concretiza auxílio financeiro previsto pela Medida Provisória 815/17. Serão R$ 600 milhões para educação, R$ 1 bilhão para a saúde e R$ 400 milhões para a assistência social.

Bocão News

Programa ‘Qualifica Mais’ finaliza primeiras turmas

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(foto: divulgação)

Nesta quinta-feira (22), a prefeitura de Juazeiro través da Secretaria de Desenvolvimento Social, Mulher e Diversidade (SEDES) realizará a entrega de certificados das primeiras turmas do programa ‘Qualifica Mais’. A solenidade será realizada no auditório da SEDUC às 18h.

Nesta primeira etapa, foram qualificados 150 alunos através de 6 turmas com cursos de Informática Básica, Auxiliar de Controle de Qualidade, Eletricista, Instalador Residencial de Baixa Tensão e Recursos Humanos.

O objetivo do Programa lançado pelo prefeito Paulo Bomfim no final de 2017 é promover capacitação e gerar oportunidade de emprego e renda, beneficiando, prioritariamente, os usuários da Assistência Social, entre eles, os participantes dos Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos e os beneficiários do Bolsa Família. Ao todo, o ‘Qualifica Mais’ irá capacitar mais de 800 jovens através de 34 cursos ministrados pelo SENAI.

Fabiana Diniz/SEDES

Congresso aprova repasse extra de R$186 milhões aos municípios baianos

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(foto: divulgação)

Em sessão conjunta, o Congresso Nacional aprovou nesta terça-feira (20) o Auxílio Financeiro aos Municípios (AFM) no valor de R$ 2 bilhões. O crédito tem por objetivo viabilizar o determinado na Medida Provisória (MP) 815/2017, que autoriza a União a transferir ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM), no exercício de 2018, recursos destinados à superação de dificuldades financeiras emergenciais. Do montante previsto na MP, convertida no Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN), será repassado aos municípios da Bahia R$186 milhões.

A votação no Congresso foi acompanhada em Brasília pelo presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Eures Ribeiro, que ressaltou a expectativa dos gestores em usar o recurso para driblar a crise nos municípios. “Sentimos o fato deste apoio não ter chegado antes. Desde 2017 – um ano que foi dificílimo para os municípios – tínhamos a promessa desse recurso para ajudar a fechar as contas de final de ano, mas só agora se concretizou. É tardio, mas ajudará as administrações municipais a regularizarem algumas demandas em atraso”, explicou Eures Ribeiro ao destacar que o Movimento Municipalista continuará mobilizado por mais recursos para os 417 municípios baianos.

Promessa não cumprida

O aporte financeiro é uma reivindicação dos prefeitos iniciada com mobilizações na Bahia, seguidas por movimentos estaduais e um grande protesto dos municípios em Brasília, no mês de novembro. A proposta inicial era que o apoio financeiro cobrisse os custos com décimo terceiro de servidores e pagamento a fornecedores ao final do exercício de 2017. A promessa de repasse feita pelo governo federal perdurou até o último dia útil do ano, quando o presidente Temer emitiu decreto para efetuar o repasse somente no ano seguinte, vinculando a aplicação em saúde e educação. A atitude decepcionou os prefeitos brasileiros e prejudicou as prefeituras no cumprimento dos índices previstos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Ascom/UPB

Acompanhe os trabalhos da SESP para esta quarta-feira (21) em Juazeiro

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(foto: divulgação)

A Secretaria de Serviços Públicos (SESP) informa à população juazeirense a programação dos trabalhos relacionados à iluminação e limpeza dos espaços públicos para esta quarta-feira (21).

A equipe de mutirão de limpeza está na área externa da Igreja Católica do Bairro Maringá e Rua Cícero Feitosa (Alagadiço); as equipes de varrição atendem hoje Alto da Maravilha, Lagoa de Calu, Matatu, Dom José Rodrigues, Cajueiro e Centro.

Em relação à iluminação pública os bairros atendidos serão Lomanto Júnior, Tabuleiro, João Paulo II, Malhada da Areia, Cajueiro, Alagadiço, Itaberaba, João XXIII e Piranga.

Qualquer solicitação de atendimento deve ser realizada pelo telefone (74) 3612 5411, e é necessário que a pessoa forneça o endereço completo e o número do telefone para que possa ser realizado o registro de protocolo.

Ascom/SESP