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Bahia já registrou 2.205 mortes violentas em 2024; SSP aponta redução de 10,5%

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A SSP-BA (Secretaria de Segurança Pública da Bahia) divulgou nesta segunda-feira (14) um balanço que contabiliza 2.25 mortes violentas em todo o estado entre janeiro e setembro de 2024. A pasta aponta uma redução de 10,5%, já que em 2023 foram 2.464 casos.

Segundo a pasta, na capital, a queda foi de 15% (diminuiu de 796 para 675). Na região metropolitana (RMS), o índice caiu 21% (339 para 429).

No somatório das três macrorregiões, a registrou uma diminuição de 12,7% das mortes violentas.

“O combate às facções, com alcance de lideranças e retirada de armas das ruas, impacta diretamente na redução dos homicídios, latrocínios e lesões dolosas seguidas de morte. Continuaremos trabalhando de forma incansável”, disse em entrevista coletiva Marcelo Werner, secretário da Segurança Pública.

Bahia BA

Força-tarefa formada pelo MPBA recuperou cerca de R$ 15 milhões aos cofres estaduais em um mês

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Cerca de R$ 15 milhões foram recuperados para os cofres públicos estaduais em audiências do Refis realizadas pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) desde o último mês de setembro. Até o momento, foram promovidas 23 audiências pelo Ministério Público do Estado da Bahia. Elas decorrem de investigações criminais em andamento e têm a participação dos demais membros da força-tarefa do Cira. As audiências têm por base a Lei Estadual nº 14.761/2024, que instituiu o Programa de Pagamento e Parcelamento Incentivado (Refis) para débitos fiscais relacionados ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços (ICMS). Ao longo deste ano de 2024, a força-tarefa do Cira garantiu uma recuperação de créditos tributários de aproximadamente R$ 27 milhões, valor que supera o total do ano de 2023, que foi cerca de 23 milhões.

Segundo o coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf), promotor de Justiça Alex Neves, o valor advindo das audiências se traduz em recuperação direta de créditos ao Estado, o que decorre das investigações da força-tarefa do Cira. “Sabemos, entretanto, que essa atuação tem um efeito multiplicador e gera uma recuperação ainda maior”, destaca ele, frisando que as ações do Cira acabam inibindo novas tentativas de sonegação fiscal. O promotor de Justiça lembra que o Refis é destinado àqueles contribuintes que não tiveram condições de arcar com seus tributos de forma regular. Além disso, por previsão legal, o programa também oportuniza, àqueles que estão sendo investigados por crimes contra a ordem tributária, a regularização da sua situação junto ao fisco. A Lei nº 14.761/2024 estabeleceu o programa de pagamento e parcelamento da dívida, e possibilita a adesão até 5 de novembro.

De acordo com Alex Neves, o pagamento ou o parcelamento da dívida, em determinadas circunstâncias, pode pôr fim à punibilidade do investigado na área penal. Baseada em lei federal e fundamentada na Recomendação nº 54 do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), que dispõe sobre a atuação resolutiva do Ministério Público, bem como atenta ao manual de resolutividade da Corregedoria Nacional do MP, que fixa o dever de priorizar a recuperação de ativos, o MPBA está realizando essas audiências nos procedimentos investigatórios criminais em andamento. “O objetivo é oportunizar a esses investigados a adesão ao Refis, com adimplemento dos valores devidos. Além disso, promover a solução extrapenal da demanda”, disse ele.

O Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos é composto pelo Ministério Público da Bahia (MPBA), o Tribunal de Justiça (TJ), as secretarias estaduais da Fazenda (Sefaz), da Segurança Pública (SSP) e da Administração (Saeb) e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE). A força-tarefa é um braço operacional do Cira e visa a investigação e o combate à sonegação fiscal, que segundo Alex Neves, impacta e causa sérios prejuízos aos serviços públicos prestados à população, os quais, em sua maioria, são custeados com impostos.

Ascom/MP-BA

Bahia registra queda de 12,7% nas mortes violentas em 2024, aponta Secretaria da Segurança Pública

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A Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) apresentou, nesta segunda-feira (14), os dados estatísticos sobre as mortes violentas no estado, referentes ao período de janeiro a setembro de 2024. Durante a coletiva realizada no Centro de Operações e Inteligência (COI), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), foi destacado que a Bahia teve uma redução de 12,7% nos casos de mortes violentas em comparação ao mesmo período de 2023.

Em números absolutos, o estado registrou 3.219 mortes violentas em 2024, contra 3.689 casos no ano anterior, representando uma queda significativa. A redução foi observada tanto em Salvador quanto no interior e na região metropolitana.

Na capital, Salvador, o número de mortes violentas caiu de 796 casos em 2023 para 675 em 2024, o que representa uma redução de 15,2%. No interior da Bahia, a queda foi de 10,5%, com 2.205 casos registrados neste ano, em comparação com 2.464 no ano passado. Já na Região Metropolitana de Salvador, a diminuição foi de 21%, passando de 429 mortes violentas em 2023 para 339 casos em 2024.

Bnews

Após reclamação de morador, SAAE se manifesta sobre falta de água no Loteamento Campestre, em Juazeiro

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Após um morador do Loteamento Campestre, em Juazeiro, no Norte da Bahia, reclamar da falta de água no bairro campestre, o Serviço de Água e Saneamento Ambiental de Juazeiro se manifestou.

Em nota enviado ao PNB, O SAAE informou que “irá encaminhar uma equipe até o local, para verificar a demanda e tomar as providências necessárias o mais rápido possível”.

A reclamação

Em contato com o PNB, um morador do Loteamento Jardim Campestre, em Juazeiro, no norte da Bahia, reclamou da falta de água na comunidade. Segundo ele, os moradores estão sem água desde a última quarta-feira (09).

“Passamos muito tempo sem água. No bairro vizinho, o tabuleiro, tem água e aqui não. Todo ano nesse tempo é assim. Em contato com o SAAE eles disseram que nesse período a água não é suficiente para suprir a todos. Um sofrimento muito grande”, declarou o morador.

Redação PNB

UFBA vive escassez de itens básicos devido a medidas do Governo Federal

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Com a crise financeira vivida pelas instituições de ensino superior federais, a Universidade Federal da Bahia (Ufba) sofre com a falta de itens básicos do cotidiano: no dia 2 de outubro, o setor Almoxarifado e Patrimônio anunciou, em comunicado, que o fornecimento de sabonete líquido e papel toalha foram reduzidos para o Instituto de Ciências da Saúde (ICS) da Ufba, localizado no Vale do Canela .

O racionamento é fruto do decreto nº 12.120 do Governo Federal, promulgado em julho, que ordena a reprogramação da liberação de limites de empenhos, que atinge as Universidades federais pelo menos até dezembro, prazo da prorrogação da medida. O valor de R$18,6 milhões, correspondente a 10% do orçamento de 2024, foi bloqueado.

O comunicado transmitido por email revela que o setor de almoxarifado aguarda liberação de recursos para compra dos materiais de higiene. “Em razão da grave situação orçamentária vivenciada pela Ufba, o almoxarifado central está com estoque baixíssimo de diversos materiais de consumo, e, por ora, no aguardo de liberação de recurso para compra.”

Para o diretor do ICS, professor Roberto Meyer, uma decisão de 31 de julho foi decisiva para esse estado de escassez. “O Governo Federal tirou o limite para empenho de todas as universidades e institutos federais do país. Estamos com o orçamento reduzido e, particularmente, a partir de julho, o limite para empenho foi retirado, o que levou a uma necessidade de restrição de vários itens,” revelou.

O dirigente acrescentou que recebeu uma quantidade de papel toalha e sabonete líquido na última quinta-feira (10), mas a situação exige bom senso no uso. “Foi passado um aviso para todos do instituto do que faríamos para uma redução (dos itens de higiene]), para que não falte. Temos os itens, mas estamos em uma política de usá-los com parcimônia porque não sabemos quando o orçamento será liberado,” completa.

O decreto nº 12.204 estendeu a restrição de gastos para diversos ministérios, inclusive Educação, com o bloqueio de R$1,4 bilhão. A Ufba diz se esforçar para liberar recursos emergenciais.

“A Universidade Federal da Bahia lamenta que, mais uma vez, a educação pública superior seja atingida por contingenciamentos e bloqueios de recursos que comprometem planos, contratos, projetos, impactam a manutenção, obras e, consequentemente, o desenvolvimento de pessoas. Tais medidas trazem prejuízos ao ensino, à pesquisa, à extensão, aos programas de assistência estudantil e serviços ofertados pela universidade à comunidade externa e interna,” afirma.

O Ministério da Educação (MEC),  informa em nota que “o remanescente do limite (10%) será liberado até dezembro de 2024. Permanece bloqueado somente o orçamento decorrente de emendas parlamentares (RP2) destinadas às Ifes,” e acrescenta que a verba atualizada de todas as fontes para a Ufba, em 2024, excetuando-se pessoal, é de R$ 212,9 milhões, sendo que a Ufba pode empenhar até 90% do orçamento previsto na Lei Orçamentária Anual (LOA).

 

Bahia Notícias

Datafolha: 34% dos brasileiros dizem que não teriam ido votar se não fosse obrigatório

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Pesquisa Datafolha mostra que 34% dos eleitores não teriam ido às urnas no último domingo (6) se o voto não fosse obrigatório no Brasil. O nível de abstenção do último pleito no país foi de 21,7%, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

As intenções de abstenção são maiores entre eleitores pretos (42%), de escolaridade média (40%), moradores das regiões Centro-Oeste e Norte (40%), mais pobres (39%) e entre 25 e 34 anos (39%).

Por outro lado, 65% dos entrevistados dizem que, ainda que não fossem obrigados a votar, teriam exercido o direito da mesma forma. O índice é maior entre os mais ricos (82% entre os que recebem mais de dez salários mínimos e 75% entre os que recebem de cinco a dez), com curso superior (78%), moradores da região Sul (76%), eleitores de Jair Bolsonaro (71%), brancos (71%) e mais idosos (70%).

Entre os eleitores que não foram votar no domingo, 18% dizem não ter ido por estarem em uma cidade diferente de onde votam, 14% justificaram desinteresse na eleição, 14% estavam longe dos locais de votação e 13% estavam viajando.

Dos eleitores que compareceram, 14% afirmam ter decidido o voto no próprio dia da eleição, 5%, na véspera, 8%, uma semana antes, 11%, 15 dias antes e 59%, pelo menos um mês antes do dia do pleito.

O Datafolha realiza um levantamento que acompanha o apoio da população ao voto obrigatório desde 1994. A última pesquisa do tipo tinha sido divulgada em dezembro de 2020, quando 56% dos brasileiros eram contra a medida.

O voto é obrigatório no país oficialmente desde 1932, no primeiro governo de Getúlio Vargas. A obrigatoriedade foi mantida no Código Eleitoral atual, de 1965. Desde 1846, no período imperial, já eram previstas multas a quem faltasse nas votações para vereadores e juízes de paz.

A pesquisa Datafolha foi realizada entre segunda (7) e terça-feira (8) em 113 municípios de todo o Brasil. Foram entrevistados 2.029 eleitores acima de 16 anos A margem de erro para o total da amostra é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Bahia BA

Morador do Loteamento Jardim Campestre, em Juazeiro, reclama da falta de água no bairro

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Em contato com o PNB, um morador do Loteamento Jardim Campestre, em Juazeiro, no norte da Bahia, reclamou da falta de água na comunidade. Segundo ele, os moradores estão sem água desde a última quarta-feira (09).

“Passamos muito tempo sem água, desde quarta-feira. No bairro vizinho, o Tabuleiro, há água e aqui não. Todo ano, nesse período, é assim. Em contato com o SAAE, eles disseram que, nesse período, a água não é suficiente para suprir a todos. É um sofrimento muito grande”, declarou o morador.

Encaminhamos a reclamação ao SAAE e aguardamos uma resposta.

Redação PNB

Polícia Civil amplia atendimento e passa a enviar intimações via WhatsApp

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Com a ampliação de serviços, a Polícia Civil da Bahia passa a enviar intimações via WhatsApp, por meio do seu assistente virtual, Paulo César 2.0. A iniciativa busca otimizar a comunicação da instituição, oferecendo mais agilidade e praticidade no contato com a população.

As mensagens serão sempre enviadas através do número (71) 99973-7729, contendo o nome completo do cidadão, o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF), além de um arquivo em anexo com a intimação. Após o recebimento da informação, não é necessário responder o assistente virtual, basta comparecer ao local e horário indicados.

O serviço não solicita dinheiro, transferências bancárias, PIX ou dados pessoais, e as intimações não são enviadas com links. Em caso de dúvidas, o cidadão deve procurar a unidade policial mais próxima para evitar fraudes virtuais.

O assistente virtual, que já se destacou em grandes eventos como o Carnaval de Salvador e a Micareta de Feira de Santana, esclarecendo dúvidas sobre segurança e serviços prestados pela Polícia Civil, também está disponível em português e inglês, permitindo que turistas acessem informações e recebam intimações de maneira rápida e segura. Além disso, Paulo César continuará orientando os cidadãos sobre como registrar ocorrências e acessar outros serviços digitais da corporação.

Essa ampliação de serviços faz parte de uma cooperação entre a Polícia Civil e a Secretaria de Segurança Pública (SSP), fortalecendo a colaboração com o Poder Judiciário para promover o acesso à Justiça 4.0, que moderniza e digitaliza o sistema, tornando-o mais rápido e eficiente.

 

Ascom/SSP-BA

Levantamento aponta possíveis candidaturas laranjas na Bahia

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TSE - Tribunal Superior Eleitoral Urna eletrônica

O partido que mais elegeu prefeitos no Estado este ano, 115 no total, foi o PSD da Bahia. No entanto, o partido é o segundo colocado na lista de diretórios estaduais com mais candidaturas de possíveis “laranjas”. O levantamento foi realizado pelo Estadão.

No sul do Estado, a candidata a vereadora em Eunápolis, Rita Alves da Silva, a Ritinha, recebeu R$ 60 mil do fundo eleitoral do partido e até o momento declarou ter gasto praticamente tudo, R$ 57,5mil. Ela só teve 5 votos na eleição deste ano. Nas redes sociais dela, informadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), não há sinais de que ela tenha feito campanha. No entanto, a empresa de marketing digital H&H Empreendimentos foi contratada por R$ 47,5 mil.

Na mesma cidade, que elegeu o prefeito Robério Oliveira (PSD) com 49,6 % dos votos, válidos, a mesma empresa foi contratada pelas candidatas Pastora Maria Nilza e Maíza Oliveira, ambas do PSD, por R$ 40 mil, cada uma. A pastora só teve 11 votos e Maíza 48 votos.

Quem vai prestar conta é a Ritinha. Então, se ela teve alguma coisa que signifique irregularidade, aí tem os órgãos de controle para olhar”, disse o senador Otto Alencar, presidente do PSD da Bahia.

“Como é que eu vou calcular se a Ritinha vai ter voto ou não? Quem calcula é a urna, não sou eu (…). Você liga para a Ritinha para saber. A gente dá (o dinheiro) na boa fé. Se ela vai fazer uma coisa dessas (desviar) ou não, cabe a investigação”, continuou.

O Diretório Nacional do PSD disse ao Estadão que os repasses seguem a lei brasileira, mas que a prestação de contas é de responsabilidade dos candidatos. As candidatas foram procuradas , mas não responderam à reportagem.

Em Guanambi, a candidata a vereadora Nilzete do Baú (PSD), que registrou campanha nas redes sociais, gastou R$ 72,5 mil, mas teve apenas 54 votos. Em nota enviada pelo seu advogado, ela disse que “os recursos recebidos do Fundo Partidário foram aplicados de maneira transparente e dentro da legalidade, conforme as exigências da Justiça Eleitoral. A prestação de contas final ainda será apresentada dentro do prazo regulamentar”.

 

Bnews