Faltando menos de dois meses para o carnaval de Juazeiro, anunciado pelo próximo governo para acontecer de 13 a 16 de fevereiro surge, novamente, a preocupação com as condições das placas da orla I, circuito da festa. Com o grande fluxo de pessoas que passará pelo espaço nos dias do evento, aumenta o risco de acidentes.
Ano passado, após uma reportagem do Portal Preto No Branco alertando para os riscos, a prefeitura colocou um corredor de grades para isolar a área. Era visível a falta de manutenção das placas, que apresentavam sinais de deterioração.
À época, em resposta ao PNB, a gestão municipal informou que havia realizado uma vistoria nas placas de concreto e não encontrou riscos e que o corredor seria usado para serviços: “O município garante a não concentração de cargas acidentais sobre a faixa em balanço das placas, sobretudo nos pontos mais distantes do apoio de ancoragem”.
Pois bem, passado quase um ano, nenhum serviço de manutenção ou reposição das placas foi realizado.
De acordo com informações obtidas pelo PNB, a inércia da gestão Suzana na reposição das placas pode adiar o carnaval. Já existe uma recomendação do Ministério Público à Prefeitura de Juazeiro para que que seja realizado o serviço de reparo ou troca das placas.
Em 15 dias, a atual gestão não conseguirá realizar o serviço. Fato!
A próxima gestão conseguirá fazer alguma intervenção em tempo hábil? Eis a questão.
Redação PNB




Essa é uma festa que deveria acabar carnaval em Juazeiro é uma baderna e não festa no fim dessa baderna a cidade fica um lixo uma vergonha além das autoridades não se importarem com segurança, saúde, e educação na limpeza também deixam a desejar
ESSA SENHORA VEIO P AFUNDAR JUAZEIRO. MOSTROU PRA QUE VEIO. E O JEITO PSDB DE ADMINISTRAR A COISA PUBLICA.
A próxima gestão deveria estar preocupada com outras coisas como saúde, saneamento, entre outros, não com Carnaval. Apesar de estar ciente que a verba que vem para essa finalidade não pode ser desviada para outra, coisa que poucas pessoas conhecem. Mas enfim não podemos aceitar a política do pão e circo