Outubro Verde: Secretaria de Saúde de Juazeiro chama a atenção para os cuidados, prevenção, diagnóstico e tratamento da sífilis e da sífilis congênita

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A Secretaria de Saúde de Juazeiro, reforçando a campanha Outubro Verde de conscientização sobre os cuidados para combater a sífilis e a sífilis congênita, reforça a importância da testagem, prevenção, diagnóstico e tratamento da doença..

A sífilis é causada pela bactéria Treponema pallidum e suas principais formas de transmissão são por via sexual ou através da mãe contaminada pela doença para o bebê durante a gestação.

“A grávida pode transmitir para o bebê através da placenta. A sífilis pode se manifestar, no início da infecção, através de ferimentos indolores na boca, na genitália ou no reto, por um período e depois desaparece”, explicou a enfermeira da Vigilância Epidemiológica, Midiane Rodrigues.

Ainda segundo a enfermeira o uso de preservativo é necessário para prevenir a doença. “O uso de camisinha é fundamental, já que a sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST). A população também precisa ter ciência de que o teste rápido é muito importante para diagnóstico e controle da doença”, destacou Midiane.

Tratamento- O tratamento é feito por meio do uso, com prescrição médica, de penicilina benzatina (benzetacil), disponibilizada nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) do município ou no Centro de Informação em ISTs, HIV/Aids e Hepatites Virais (CIDHA), localizado no Centro de Saúde III, no bairro Angari.

Atualização dos profissionais sobre a doença-A Maternidade Municipal promoveu, através do Núcleo de Educação Permanente e Humanização da unidade, eventos para atualização dos profissionais sobre a doença. Foram realizadas rodas de conversas, durante os dias 24 a 26 de outubro, ministradas pelas facilitadoras:  Midiane Rodrigues, enfermeira da Vigilância Epidemiológica, e Maria Eduarda Cardoso, residente em Enfermagem Obstétrica.

“Fizemos nossos encontros em turnos diferentes para que pudéssemos oferecer o conteúdo ao maior número de profissionais possível.  Reunimos cerca de 160 participantes entre, enfermeiros, técnicos de enfermagem e médicos. Nosso objetivo é qualificar o processo de testagem das gestantes. Infelizmente, existe um índice alto de grávidas e puérperas que apresentam a doença e acabam contaminando os bebês. É muito importante também a notificação dessas contaminações”, explicou a assistente social do Núcleo de Educação Permanente e Humanização da Maternidade, Adriana Lima.

Em Juazeiro, foram registrados, em 2022, 126 casos de sífilis em gestantes e 24 contaminações congênitas, já este ano, 24 grávidas foram diagnosticadas com a doença e ocorreram 12 contaminações em bebês.

Redação PNB, com informações Ascom/Sesau

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