Ué? Após criticar lei, sertanejo Eduardo Costa vai captar quase R$ 1 milhão da Rouanet em seu projeto musical

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O cantor sertanejo Eduardo Costa, crítico contumaz à Lei Rouanet, foi  autorizado a usar quase R$ 1 milhão em uma gravação de DVD até o final deste ano.

De acordo com informações divulgadas pelo Splash, no portal oficial do Ministério da Cultura revela a disponibilidade de R$ 996,5 mil para o artista.

A captação de recursos para “Eduardo Costa – O instrumentista e as modas de violas de Minas” foi feita pela empresa Churrasco, Cerveja e Viola – C.C.V. Eventos LTDA, que tem Leandro Restino de Souza Porto como proprietário.

Em 2018, Eduardo Costa compartilhou um post com as criticas a lei e chegou a ser processado por Fernanda Lima, por ofender a apresentadora. Em processo judicial ficou decidido que ele deverá pagar R$ 70 mil de indenização para a autora da ação.

Eduardo, que é bolsonarista, chegou a dizer que a lei de incentivo à cultura servia a artistas, atores e jornalistas “safados” que, segundo ele, queriam “mamar nas tetas” do governo federal.

Eduardo Costa ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Eduardo Costa e sua trajetória de polêmicas

Com mais de 20 álbuns lançados, o artista que costumava se intitular o “Rei do Sertanejo” passou a ser conhecido pelo jeito desbocado, por escândalos sexuais e por denúncias de crimes contra ele.

Este mês, Eduardo Costa foi condenado a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 70 mil a atriz e apresentadora Fernanda Lima. Após a exibição de uma das edições do programa “Amor & sexo”, que Fernanda apresentava na TV Globo, o cantor fez uma postagem em que chamava a apresentadora de “imbecil’ e acusava o programa de ser “esquerdista, destinado a bandidos e maconheiros”, além disso, ele incitava o povo brasileiro a “sabotá-la”. Na ocasião, Fernanda tinha abordado no programa a luta das mulheres contra o machismo, racismo e homofobia.

Estelionato

Em 2021, Eduardo foi denunciado pelo Ministério Público de Minas Gerais por estelionato. O cantor teria feito um contrato de compra e venda em 2015, adquirindo um imóvel no valor de R$ 9 milhões de reais, no bairro Bandeirantes, em Belo Horizonte. Como parte do pagamento (R$ 5,6 milhões), ele e o sócio ofereceram outro imóvel, localizado em Piumhi, Minas Gerais. Na negociação, os sócios teriam omitido às duas vítimas que o imóvel era objeto de uma ação de reintegração de posse desde 2012, e também era alvo de outra ação pública desde 2013.

Segundo a promotoria, ele omitiu de forma dolosa se tratar de bem “litigioso”, obtendo “vantagem ilícita”, em prejuízo das “vítimas”.

Dois anos antes, em 2018, o sertanejo foi intimado a prestar depoimento no Departamento Estadual de Investigação de Fraudes, em Belo Horizonte. Segundo a polícia, o artista negociou um imóvel avaliado entre R$ 6,5 milhões e R$ 7 milhões, no balneário de Escarpas do Lago, em Capitólio, no Sul de Minas, em troca de uma casa na Região da Pampulha, na capital mineira. A diferença de valores — a casa em Belo Horizonte valia R$ 9 milhões — seria paga com uma lancha, uma carro de luxo e uma moto aquática.

Em 2018, o cantor foi acusado de vazar fotos íntimas da ex-noiva Victória Villarim, modelo e dançarina que participou do programa “A fazenda”. De acordo com a bailarina, o sertanejo teria compartilhado as imagens por vingança, já que ele não aceitava o término do relacionamento e também o fato de a mulher ter engatado um novo romance.

Victória acrescentou, à época, que recebeu uma ameaça grave devido ao término do noivado. “Recebi um áudio via WhatsApp do irmão de Eduardo, Weliton Costa, ameaçando matar todas as pessoas que estiverem ao meu lado”, afirmou ela, que iniciou uma ação na Justiça.

Em janeiro de 2020, Eduardo Costa passou a ser investigado por uma suposta ameaça ao também cantor Clayton, da dupla com Romário, e então namorado de Victória. Policiais civis foram à casa do sertanejo para intimá-lo.

Redação PNB

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