Nesta quarta-feira (22), o plenário do Tribunal de Contas da União definiu o destino das joias enviadas pelo governo da Arábia Saudita e que entraram ilegalmente no Brasil por meio do ex-ministro Bento Albuquerque, titular de Minas e Energia na gestão do ex-presidente Bolsonaro (PL).
A decisão foi tomada após o próprio TCU afirmar que as joias deveriam ser guardadas na Secretaria Geral da Presidência. O pleno também discutiu sobre a situação das armas que Bolsonaro “ganhou” de presente de autoridades sauditas.
Na semana passada, o TCU determinou que Bolsonaro devolvesse as joias para o patrimônio nacional em até cinco dias.
Como o espaço não tinha a estrutura e a segurança adequadas para guardar os bens de alto valor, o Ministério Público, junto ao TCU, decidiram que as joias irão para a Caixa Econômica Federal, que conta com cofre, peritos e estrutura de segurança.
A sugestão foi aprovada por unanimidade no plenário da Corte de Contas.
Já as armas doadas as Bolsonaro, em 2019, incluindo um fuzil personalizado com seu nome, que custa de R$32 mil a R$42 mil, além da arma de grosso calibre, uma pistola, que custa de R$ 5,9 mil a R$ 15,6 mil ficarão apreendidas na Polícia Federal.
Redação PNB



