Violência: Família de grávida que morreu após ser baleada por marido diz que ela sofria violência doméstica

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A versão dada por George Abreu, ex-vereador e atual chefe de gabinete na Câmara Municipal de Santo Estevão, que disse à polícia que o tiro que matou sua esposa grávida de 9 meses foi acidental, não convence a família dela. Regina Macedo Carmo não resistiu ao ferimento e morreu em uma unidade de saúde, assim como bebê que ela esperava.

A tia de Regina em entrevista à TV Itapoan (Record), nesta segunda-feira (7), afirmou que não acredita na versão dada por George. Segundo ela, a relação dos dois era marcada por abusos. Jéssica inclusive já havia sido vítima de violência doméstica.

Ela diz que a sobrinha dava desculpas para os hematomas das agressões a família começou a desconfiar, mas quando o pai questionava e ela dizia que estava tudo bem. A tia conta que o relacionamento dela era, abusivo, Regina ia muito pouco à casa da mãe e ninguém frequentava a casa dela.

Após ser baleada, a mulher foi socorrida e encaminhada para o hospital. Na unidade de saúde, em conversa com o sogro, George teria afirmado que o ferimento em Jéssica foi provocado por uma gaveta, já que a mulher teria se desequilibrado e caído em cima do objeto. Versão que mudou após o autor do disparo se apresentar à polícia.

A família diz que ele se contradisse em muita coisa que falou e informou que as imagens das câmeras de segurança da residência do casal foram deletadas, e que o celular da vítima foi mexido após o crime. O corpo de Jéssica e do filho foram sepultados em Santo Estevão no domingo (6).

 

 

Redação PNB

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