“Querem ganhar holofotes com o caso Beatriz”, avalia Lucinha Mota após declarações do advogado do acusado afirmando sua inocência

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Após declarações do advogado Rafael Nunes, que assumiu a defesa de Marcelo da Silva, em entrevista ao Programa Cidade Alerta de Pernambuco, quando foi apresentada uma carta, supostamente escrita pelo acusado de ter matado a menina Beatriz Mota, negando a autoria do crime, o PNB ouviu a mãe da criança.

Lucinha Mota declarou que continua acompanhando as investigações e mantem sua opinião de que acredita que Marcelo da Silva seja o assassino de sua filha. Lucinha disse ainda que a revelação da carta e o posicionamento do advogado causaram estranheza, mas “já eram esperados”.

“Muitas pessoas querem ganhar holofotes com o caso Beatriz, de grande comoção pública. Portanto, toda informação deve ser vista com ponderação e muita cautela. Estamos entrando em contato com a OAB/PE para saber referências deste profissional”, disse Lucinha.

O advogado disse que: “Curiosamente, quando a mãe da menina faz a caminhada, cai de paraquedas um DNA”, disse o advogado. “Não iremos descansar. O Ministério Público não está acreditando nesta versão, não ofereceu denúncia, se tivesse indícios o MP tinha oferecido denúncia”, afirmou o advogado de Marcelo.

Em um trecho da carta mostrada no programa, o acusado diz que quer conversar com a mãe da criança, e que confessou por pressão.

Na última terça-feira (11), a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco divulgou uma nota informando que havia prendido o autor do assassinato da menina Beatriz.  O órgão fez uma coletiva de imprensa expondo as provas técnicas do caso, que “foi solucionado com base em exames de DNA da arma do crime”. De acordo com a SDS, Marcelo da Silva confessou o crime.

“Por determinação do governador Paulo Câmara, a Força Tarefa – criada em 2019 para investigar o caso foi mantida mobilizada até a elucidação deste crime. A equipe revisitou todo o inquérito e realizou novas diligências. A identificação do suspeito se deu por meio de análises do banco de perfis genéticos do Instituto de Genética Forense Eduardo Campos, realizadas no dia de hoje, que identificou o DNA recolhido na faca utilizada no crime. Em confrontação de perfis genéticos do banco, chegou-se ao DNA do suspeito, que se encontra preso por outros delitos em uma unidade prisional do Estado. Ao ser ouvido pelos delegados da Força Tarefa, confessou o assassinato e foi indiciado”.

Redação PNB

 

 

 

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