2ª fase da operação que investiga assassinato do irmão do deputado federal Gonzaga Patriota cumpre mandados contra mandante e participante do crime

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(foto: arquivo)

A Polícia Civil de Pernambuco deflagrou na tarde de ontem (24), a segunda fase da operação “No Rastro”, iniciada com o objetivo de investigar o homicídio de Ercílio Freire dos Santos, ocorrido no dia 3 de fevereiro na cidade pernambucana. A vítima, que é irmão do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE), foi assassinada no Antônio Guilhermino a tiros.

A primeira fase já havia resultado no cumprimento dos mandados de prisão temporária em desfavor de duas pessoas, sendo o primeiro no dia 28 de fevereiro, e o segundo, no dia 3 de março, além de cumprimentos de mandados de busca e apreensão domiciliar.

Esta segunda fase da operação foi realizada nas cidades de Petrolina e Lagoa Grande, ambas no Pernambuco, e resultou no cumprimento dos mandados de prisão preventiva em desfavor de dois alvos, a mentora intelectual do homicídio e um comparsa. As diligências, segundo a PC, continuam sendo realizadas com a finalidade de prender o executor do crime.

Os investigados foram indiciados e um deles recolhido à Penitenciária Dr. Edvaldo Gomes, em Petrolina, e mentora do homicídio, à cadeia pública feminina de Petrolina.

A Operação foi coordenada pela 26ª Delegacia Seccional de Polícia (DESEC), supervisionada pela Chefia de Polícia, e contou com o apoio do Núcleo de Inteligência do Sertão (NI/DINTER 2), e no campo operacional com o apoio do 5° Batalhão de Polícia Militar (BPM) , 2° Batalhão Integrado Especializado (BIEsp) e do Grupamento Tático Aéreo da Secretaria de Defesa Social.

O crime

Ércílio Freire dos Santos, irmão do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE), foi assassinado na manhã do dia 3 de fevereiro na Rua 8 do bairro Antônio Cassimiro, em Petrolina.

De acordo com informações da polícia, Ércílio estava indo visitar um sobrinho, que reside naquela comunidade, quando foi atingido por diversos disparos de arma de fogo dentro do carro. A vítima era motorista de aplicativo, mas não estava trabalhando no momento em que aconteceu o crime, segundo a família.

Da Redação

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