
O Ministério Público da Bahia (MP-BA), através dos promotores de Justiça Dario Kist e Gilber de Oliveira, entrou com um pedido de produção antecipada de prova, em caráter de urgência, para que o Departamento de Perícia Técnica (DPT) do Rio de Janeiro mantenha o corpo de Adriano de Nóbrega, miliciano morto em Esplanada, “intacto”.
Eles alegaram que a medida deve ser adotada devido ao enterro do ex-PM ter sido revogado, e com o objetivo de que o corpo seja preservado no Institudo Médico-Legal, até que seja efetivado um novo exame pericial complementar..
Da Redação



