
(foto: arquivo)
O Natal é a melhor data de vendas para o comércio varejista. É período de confraternizações, mundialmente
comemorado com trocas de presentes. Levados pelo apelo emocional da data, os consumidores são envolvidos por um clima festivo e de convívio, criando um momento positivo e de grandes expectativas. Pensando nisso, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Juazeiro, anunciou a ampliação do horário de funcionamento do comércio da cidade, durante o período natalino.
Para este ano, a expectativa é bastante positiva. A CDL de Juazeiro estima um aumento de vendas em torno de 8%, comparado ao ano passado. Em toda a Bahia a expectativa é de R$ 850 milhões em vendas, segundo a Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce).
Para estimular as vendas, o comércio de Juazeiro tem seu horário de funcionamento estendido a partir desta hoje (16). Até a sexta-feira (20), e na segunda (23), o horário será das 8h às 21h. No sábado (21) e no domingo (22), o comércio funcionará das 9h às 16h, mesmo horário da terça-feira (24), véspera de Natal.
Na quarta-feira (25), o comércio estará fechado, sendo reaberto no dia seguinte, das 8h às 18h, mesmo horário de funcionamento dos dias 30 e 31 de dezembro. No sábado (28), funcionará das 9h às 16h.
Otimismo
O otimismo no setor decorre da retomada da confiança do consumidor, que voltou a gastar. Pelo menos três fatores contribuem para o crescimento no faturamento do comércio baiano: liberação do FGTS, queda de juros e baixa na inflação.
De uma forma geral, em todo estado, a estimativa é de 10% no crescimento das vendas durante o período natalino deste ano. Segundo a Abrasce, entretanto, o balanço final pode ser ainda maior, como ocorreu na Black Friday, considerada pelo comércio baiano como “a melhor de todas”. Com isso, o setor deve encerrar o ano de 2019 com resultado positivo.
Seis em cada dez brasileiros pretendem se auto presentear no Natal
Pesquisa conduzida pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que seis em cada dez (65%) consumidores devem se auto presentear na data — um crescimento de 11 pontos percentuais em relação a 2018. A expectativa é de que 101,6 milhões de pessoas comprem algum presente para si mesmas neste fim de ano, o que promete movimentar cerca de R$ 36,7 bilhões na economia.
De acordo com a pesquisa, boa parte desse fenômeno é movido pelo aspecto emocional em suprir uma necessidade aliada à reconfortante ideia do “eu mereço”. Segundo o levantamento, entre os que estão dispostos a comprar presentes para si mesmos, 51% afirmam que o fazem por precisar de algum produto e, por essa razão, aproveitam esta época. Outros 30% justificam ser uma recompensa por terem trabalhado muito em 2019, enquanto 17% admitem que o Natal é somente um pretexto para comprar.
O gasto médio do presente será de R$ 170, sendo que 42% têm intenção gastar até R$ 150. Em média, a pesquisa mostra que os consumidores planejam comprar dois presentes para si próprios. Os itens mais desejados são roupas (55%), calçados (31%), perfumes e cosméticos (27%), celulares ou smartphones (17%), acessórios (14%) e livros (11%).
Da Redação



