Mais um ônibus da empresa São Luiz/Falcão Real pega fogo no norte da Bahia

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(Divulgação WhatsApp)
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Um ônibus da Empresa São Luiz/Falcão Real, que há  mais de 70 anos opera linhas de ônibus entre cidades do norte da Bahia e a capital baiana, pegou fogo. O acidente aconteceu nesse domingo (22), no município de Miguel Calmon.

De acordo com as informações, as chamas se espalharam por todo o veículo, que ficou completamente destruído. Ninguém ficou ferido.

A polícia informou que não se sabe se o incêndio foi criminoso ou resultado de alguma falha. Uma perícia feita no Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Jacobina-BA deve apontar as causas do incêndio.

Esse é o segundo ônibus da empresa que pega fogo só neste mês. No último dia 06, um veículo pegou fogo na BR-407, entrada do distrito de Carnaíba do Sertão, em Juazeiro. Também não houve feridos. (Veja aqui).

Em junho deste ano, a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba) havia encerrado os contratos da empresa, por por não cumprimento de Termos de Ajustamento de Conduta e atrasos de licenciamentos. Mas o Tribunal de Justiça da Bahia suspendeu a decisão, após uma solicitação da Falcão Real.

Em sua sentença, o Juiz de Direito Ruy Eduardo Almeida Britto também determinou que a Agerba realizasse no prazo de 90 dias a vistoria de todos os veículos das empresas São Luiz e Falcão Real, e elaborasse um relatório detalhado  sobre o estado de conservação da frota, que deveria ser encaminhado para o magistrado. A decisão diz ainda que se fosse constatado que existia veículo sem condições seguras de rodagem, fosse possibilitado prazo de regularização para as empresas e enquanto isso, o transporte deveria sair de circulação, sob pena de apreensão.

O juiz decidiu ainda suspender o processo de licitação para um novo contrato de transporte rodoviário intermunicipal de passageiros para operar linhas de ônibus entre cidades do norte da Bahia e a capital baiana, que ocorreria no dia três de setembro. Caso a Agerba não cumprisse a determinação, poderia pagar uma multa diária de R$ 5.000 e responder por crime de desobediência e improbidade administrativa.

A Procuradoria Geral do Estado afirmou que iria entrarcom um agravo, recorrendo dessa decisão judicial. (Veja aqui).

 

Da Redação

1 COMENTÁRIO

  1. Lamentável. Essa é a prova do risco que corremos.
    Viajei de Salvador a Juazeiro semana passada nessa empresa por falta de opção.
    Existem outras saindo de Salvador,mas não param em Juazeiro.
    Até quando esse monopólio de sucatas???????

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