Após mais de 10 horas de julgamento, a Justiça condenou a 16 anos, 7 meses e 26 dias de prisão, Railton Lima da Silva, acusado de pilotar a motocicleta que transportava o atirador que matou a professora Élida Márcia Oliveira Nascimento Souza, crime que aconteceu na manhã do dia 20 de fevereiro de 2019.
O réu Edivan Constantino de Moraes, acusado de ter planejado o assassinato da professora, juntamente com a filha, foi absolvido. Ele é pai de Edvania Pereira de Morais, que tinha um caso com o marido da professora. Ela está foragida.
Durante o júri popular, Edivan chegou a dizer que era inocente e que a filha planejou o crime sozinha.
Os dois réus foram denunciados pelo Ministério Público e estavam presos no Conjunto Penal de Juazeiro desde 2019.
O júri foi formado apenas por homens. De acordo com informações obtidas pelo Portal Preto no Branco, apenas três mulheres foram convocadas, sendo que uma pediu dispensa e as outras não foram sorteadas.

O Ministério Público também denunciou Edvania, a “Vaninha”, e Maicon Neves dos Santos, acusado de ter efetuado os disparos de arma de fogo contra a vítima. Os dois terão as sentenças proferidas separadamente e continuam foragidos, com mandado de prisão em aberto.
Quem souber alguma informação dos foragidos pode entrar em contato com o Ligue Denúncia: (74) 88456528, ou para o 190, Central da PM.
O Portal Preto No Branco, que vem acompanhando o caso, agradece a Quitéria Lima, vice-presidente do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Mulher e a Lucinha Mota, que colaboraram com informações para a cobertura do julgamentos dos réus.
O crime
Élida tinha 32 anos e foi executada com tiros na cabeça dentro do carro em que estava com o marido, Lázaro César Santana e a filha de 2 anos, quando saía de casa a caminho do trabalho.
Segundo informações da polícia, Edvania, conhecida como ‘Vaninha’, teve um relacionamento com o marido da vítima, e teria planejado o homicídio junto com o pai. Testemunhas relataram que ela tinha comportamento agressivo e perseguia o ex-namorado, além de ter ameaçado a professora de morte.
Da Redação




Impressionante essa justiça que temos ser tão parcial assim.
Como que, pelo amor de DEus, o mandante sai absolvido de um crime desses?
O que houve com esse corpo de jurados para que decidissem dessa forma?
Houve alguma coação ou oferta de vantagem?